Início do ano letivo 2016-2017

Inicia-se dentro de breves dias, o ano letivo 2016-2017.  Mais um ano dedicado à nobreza  do conhecimento e ao prazer de adicionar saber, mas também um ano de ” luta ” e trabalho para alcançar os objetivos.

Albert Einstein

Albert Einstein

Continuaremos este ano a formar uma equipa de dois elementos; o explicador e o aluno para atingirmos o sucesso em conjunto .

Albert Einstein disse um dia que

 o único local onde o sucesso vem antes do trabalho é no dicionário ” .

Acreditamos, como Einstein de que tudo é possível através do empenhamento e dedicação.

Quantum-Explicações abre as suas portas neste ano letivo, mais uma vez para formar uma equipa vencedora nas diversas áreas dos saberes para as quais temos uma competência distintiva provada pelo nosso passado, nomeadamente nas àreas de matemática, físicaquímicageometria descritivaeconomia, Português e línguas estrangeiras,  quer do ensino superior, quer do ensino secundário, quer ainda do ensino básico.

Bom ano escolar e bom sucesso para todos os estudantes Portugueses.

Explicações de ACED – Análise Complexa e Equações Diferenciais


Uma equação diferencial é uma equação cuja incógnita é uma função, que surge sob a forma das respectivas derivadas.     Dada uma variável x, função de uma variável y, a equação diferencial envolve, x, y, derivadas de y e eventualmente também derivadas de x.

As equações diferenciais têm inúmeras aplicações práticas em engenharia, física, biologia, economia, química entre outros domínios do conhecimento, sendo o seu estudo, de análise complexa e estando integrada num vasto campo na matemática pura e na matemática aplicada.

Equações diferenciais têm propriedades intrinsecamente interessantes como:

  • solução pode existir ou não.
  • caso exista, a solução é única ou não.

A ordem da equação diferencial é a ordem da derivada de maior grau que aparece na equação. A solução de uma equação diferencial de ordem n, conterá n constantes.

Os nossos professores explicarão o que necessita para o ajudar a atingir o conhecimento e a preparação para a resolução de equações diferenciais ordinárias ou equações diferenciais parciais.

Contacte-nos e consulte os nossos preços.

Explicações de Matemática ao 12º ano

A palavra “Matemática” tem origem na palavra grega “máthema” que significa Ciência, conhecimento ou aprendizagem, derivando daí “mathematikós”, que significa o prazer de aprender.

125 Em ano de exames nacionais de matemática, os professores do Centro de Explicações de Lisboa, irão fornecer uma ajuda decisiva para que haja prazer em aprender matemática, ajudando os alunos a compreender e a proceder aos respetivos cálculos, inerentes ao conteúdo programático da disciplina para o 12º ano, definido pelo Ministério de Educação, nomeadamente; combinações, arranjos, probabilidades, axiomática dos conjuntos, probabilidade condicionada, triângulo de Pascal, binómio de Newton, regra de Laplace, funções logarítmicas, funções exponenciais. limite de função segundo Heine, propriedades operatórias, sobre limites, limites notáveis, levantamento de indeterminações, continuidade e teorema de Bolzano-Cauchy, funções derivaveis, regras operatórias de derivação, estudo de funções ( crescimento, decrescimento e concavidades, máximos, mínimos e continuidades ), números complexos, conversão de números complexos na forma algébrica para a forma trigonométrica e da trigonométrica para a algébrica, operações com números complexos, domínio planos e condições em variável complexa.

Consulte os nossos preços e contacte-nos, temos respostas pedagógicas para superar as dificuldades na disciplina de matemática durante o ano letivo ( testes e avaliações) e prepará-lo para o exame nacional.

Exames Nacionais 2016

Quando se aproximam os exames nacionais há um sentimento nos Estudantes, Professores e Encarregados de Educação, de que o ano letivo está em ” jogo ” .
De facto, o sucesso do ano lectivo, preparara-se no início do ano e não no fim .
No entanto, é verdade que existe uma maior pressão psicológica quando nos aproximamos da data da sua realização. ajuda
As explicações tem, neste contexto, um contributo por vezes decisivo nos objetivos dos alunos.
Para alguns alunos as explicações permitem ajudá-los a recuperar conteúdos programáticos que não estudaram ou não entenderam. Para outros as explicações, são essenciais para enfrentarem o exame nacional com confiança rumo ao sucesso, e  para outros, que exigem a si próprios, classificações de excelência por forma a colocarem-se em boas posições de acesso a  cursos superiores, as explicações permitem cobrir totalmente as expectativas de cada um.
O Quantum-Explicações, permite-lhe em todas estas vertentes de escolha ajudá-lo a atingir os objectivos que procura alcançar, seja em MatemáticaFísica, Química, Biologia e Geologia, EconomiaPortuguês, História entre muitas outras disciplinas com exame nacional.

Quantum-Centro de Explicações de Lisboa, deseja-lhe sucesso nas suas provas e isso vai consegui-lo com estudo e dedicação.

” O único local, onde o sucesso vem antes do trabalho é no dicionário

Albert Einstein

Navegue no nosso site e consulte as informações nele inseridas. Temos respostas pedagógicas para o seu sucesso nos exames nacionais.

Explicações de Português

Explicações de Português no Quantum-Explicações. Nas nossas salas na Av. de Roma, em Lisboa, preparamos os alunos para os exames nacionais das disciplinas de Português  e Língua Portuguesa ou para o sucesso nas provas de avaliação durante o ano letivo.

Os programas de Português do ensino secundário e de Língua Portuguesa do ensino básico, pretendem  não só dotar os alunos de competências específicas, mas também de competências gerais.

São eixos de atuação no ensino básico :

–  O eixo da experiência humana, onde se situa a tensão entre a individualidade e a  Comunidade.

–  O eixo da comunicação linguística, dominado pela interacção do sujeito linguístico com os outros, seja pela prática da oralidade, seja pela prática da escrita.

– O eixo do conhecimento translinguístico, remetendo para a relação da língua com a aquisição de outros saberes a que ela dá acesso e que por seu intermédio são representados.

No que concerne ao ensino secundário.

Para além dos textos literários estudados, o objetivo fulcral da disciplina de Português, seja ela o Português A ou Português B, é o de criar e desenvolver competências linguísticas.

São inerentes a estas competências, o desenvolvimento e o aprimoramento das capacidades de falar, escrever e compreender, quer sejam enunciados escritos quer orais.

   

O exame nacional de Português, no final do 12º ano, avalia as referidas competências e o conhecimento sobre os autores literários estudados neste ano. O percurso programático do 12º ano, incorpora o Realismo, a Geração de Setenta, Antero de Quental, Eça de Queirós- Os Maias, Cesário Verde, o Modernismo, Fernando Pessoa ortónimo, Heterónimo Alberto Caeiro, Heterónimo Álvaro de Campos, Heterónimo Ricardo Reis, Fernando Pessoa- Mensagem, Luís de Stau Monteiro- Felizmente há luar, Miguel Torga, Sophia de Melo Breyner, Eugénio de Andrade, Virgílio Ferreira-  Aparição ou José  Saramago- Memorial Do Convento

                

Explicações de Língua Portuguesa ao 1º Ciclo, ao 2º Ciclo, ao 3º Ciclo e de Português ao ensino secundário.

Consulte os nossos preços  sobre as Explicações de Português, em Lisboa                                              

 

                                                                     

Explicações de Cálculo Diferencial e Integral

Algumas Instituições do ensino superior denominam de Cálculo, ou mais apropriadamente de Cálculo Diferencial e Integral, a unidades curriculares cujos conteúdos programáticos são semelhantes, em outras Instituições universitárias e politécnicas, a despeito dos nomes desta ” cadeira ” divergirem para  mais vulgarmente, Análise Matemática I ou com menos frequência Matemática I. calculo integral

Números reais e números naturais, a utilização do método indutivo para demonstrações, sucessões, limite de sucessões, sucessão de Cauchy, estudo das funções reais de variável real, incluindo limites e continuidades das mesmas, diferenciabilidade, fórmula de Taylor, cálculo de primitivas, cálculo integral em R, integral de Riemenn, fórmulas de integração imediatas, por substituição, por partes, funções hiperbólicas, séries de potência, séries geométricas, critérios de comparação, séries divergentes e absolutamente convergentes, são entre outras ” matérias ” associadas às cadeiras de Cálculo Diferencial e Integral, Análise Matemática I ou Matemática I, as quais os estudantes terão que ultrapassar nos primeiros anos dos cursos de licenciatura que frequentam no ensino superior.

Os nossos explicadores já prepararam com êxito, imensos estudantes na realização da ” cadeira ” de Cálculo Diferencial e Integral, pois no nosso quadro integramos explicadores com experiência científica e pedagógica para tal.

Se deseja ser ajudado a ultrapassar as dificuldades inerentes ao Cálculo Diferencial e Integral, não perca tempo e solicite mais informações e consulte os nossos preços.

calculo

Explicações de Física e Química

Explicações de  Física e Química aos alunos do ensino secundário.Preparação para os exames nacionais e explicações visando o acompanhamento a aluno durante os testes intermédios e outros ou durante o ano letivo.fisica e quimica

O programa nacional tem o objetivo de formar os alunos nesta formação específica, em três componentes distintas: educação em ciência, educação sobre a ciência e educação pela ciência.São objetivos centrais para o Ministério de Educação, entre outros, o reconhecimento do impacto do conhecimento físico e químico na sociedade, ( o qual, releve-se, que sofreu um espantoso desenvolvimento no último século e em particular na última metade do século XX), a distinção entre conhecimento ciêntifico e não ciêntifico ( conhecimento empírico,  conhecimento tradicional … ).Por outro lado, pretendem as autoridades educativas nacionais que se criem nos alunos do ensino secundário, no âmbito desta disciplina, competências processuais, conceptuais, sociais, atitudinais e axiológicas.Pois, serão essas as linhas mestras dos professores do Quantum-Centro de Explicações de Lisboa, ao ministrarem explicações de física e química, abordando temáticas como as leis da termodinâmica, os mecanismos de transferência de calor ( condução e convecção ), o atrito e a variação da energia mecânica, a energia cinética, os equilíbrios e desiquilíbrios químicos, a acidez e a basicidade do H2O, concentração hidrogiónica e o PH, auto-ionização da água … e muito mais.Consulte os nossos preços e solicite mais informações em Explicações de física e química.

Explicações de Análise Matemática

A análise matemática é o ramo da matemática que utiliza os conceitos introduzidos pelo cálculo diferencial e integral, e a sua ” génese ” emergiu pela necessidade de contribuir para a construção de fórmulas rigorosas às ideias de teor intuitivo do cálculo.

A disciplina de Análise Matemática, faz parte do ” curriculum” de muitas Instituições Universitárias e Politécnicas, estando presente em rigorosamente todos os cursos em que a matemática é a base dos mesmos ou a ciência matemática constitua ferramenta essencial para a resolução de problemas inter-correlacionados. São exemplos, todas as licenciaturas, mestrados e doutoramentos nas àreas da engenharia, da economia, da gestão empresarial, da matemática aplicada, da  física, da química, entre outras. A disciplina análise matemática, nem sempre tem o mesmo nome em todas as Universidades e Institutos Politécnicos, sendo apelidada também por cálculo ou cálculo infinitesimal ou cálculo diferencial e integral ou matemáticas gerais, mas ” latus sensus” corresponde a programas semelhantes, se considerarmos o conjunto alargado de disciplinas de análise e que integram a análise matemática I, a análise matemática II, e em algumas Instituições mesmo a análise matemática III e IV.

A análise matemática é a disciplina, juntamente com álgebra e estatística que mais alunos do ensino superior tem procurado apoio no nosso Centro de Explicações e face ao qual nos sentimos orgulhosos, já que dispomos de vários Professores com competência inequívoca para esse auxílio.

Os explicadores do nosso Centro de Explicações estão aptos a apoiá-lo para compreender, funções reais de variável real, estudo de funções com variáveis independentes, derivada da função composta, derivada da função inversa, derivada da função implícita e derivada de funções definidas paramétricamente, derivadas parciais, primitivas e cálculo integral em |R, integrais múltiplos e integrais duplos, equações diferenciais de ordem 1 e superior, Series ( critério de comparação, Alambert, Cauchy, convergência, somas… etc ), polinómio de Taylor para funções… etc.

O insucesso escolar é uma realidade, mas o sucesso também.

Consulte os nossos preços acessíveis, contacte-nos e venha receber explicações de Análise Matemática. Ajudamos a prepararar o seu sucesso.

Explicações – destinatários e localização

O serviço de explicações que oferecemos destinam-se a alunos a partir do 1º ano até ao ensino superior Universitário ou Politécnico.

As explicações são presenciais em sala, na Av. de Roma em Lisboa.

A localização preveligiada do nosso Centro de Explicações, encontrando-se no centro geográfico de Lisboa e numa das principais avenidas da cidade de Lisboa, servida por inúmeras carreiras de autocarro, pelo metro e ainda por linha de comboio confluente à linha do norte, linha de Sintra e linha da Fertagus ( margem sul), viabiliza uma mobilidade de excelência para os seus utentes, pela rapidez e facilidade da mesma. A localização do Quantum – Centro de Explicações de Lisboa permite, mesmo a deslocação dos seus utentes de modo pedestre, para muitos alunos, relativamente a escolas onde os alunos estudem.

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A grande proximidade  do Centro de Explicações do Instituto Superior Técnico ( IST), da cidade Universitária (Faculdade de Ciências, Faculdade de Psicologia, ISCTE, Faculdade de Direito, Faculdade de Medicina, Faculdade de Farmácia, … etc) da Universidade Lusófona, escolas secundárias ( Escola Secundária Rainha D. Leonor, Escola Secundária Filipa de Lencastre … etc)  e  de escolas do ensino básico como a Escola Eugénio dos Santos, entre outras, assim o comprovam.

A comunidade escolar a que oferecemos os nossos serviços em Lisboa, face à nossa localização, não se resume, pelo descrito acima,  às áreas limítrofes do Centro de Explicações : Areeiro, Olaias, Alvalade, Av. de Roma, Av. EUA, Av. João XXI, Praça de Londres, Alameda D. Afonso Henriques, Penha de França, Praça do Chile, Entre Campos, Campo Pequeno, Campo Grande, Av. do Brasil, Anjos, … etc, mas também a alunos que residem, estudem ou trabalham, na linha de Sintra ( Amadora, Queluz, Massamá … etc ), na margem Sul ( Almada, Corroios, Monte da Caparica, Feijó … etc) ou na linha norte ( Alverca, Parque da Nações … etc ) pela operacionalidade móvel concedida pelo metro e comboio.

Explicações de Química Orgânica

A química orgânica é um ramo da química, com génese no estudo das substâncias que constituem a matéria viva e dos compostos resultantes das suas transformações.

Em muitas das Instituições de Ensino Superior, a cadeira de Química Orgânica, revela-se com alguma dificuldade para muitos estudantes.

Há muitos anos atrás, tanto os Fenícios como os Egípcios utilizavam produtos e técnicas “ cientificas “ para tingir têxteis, respectivamente a utilização de um corante de cor púrpura obtido das glândulas branquiais do molusco “ Merex Trunculus “ e o índigo ( com origem no anil ) e a alizarina . Ainda hoje é utilizado o índigo para tingir calças e outras peças de vestuário de ganga, a despeito deste corante ser obtido actualmente, através de processos industriais, o que revela que o Homem possui um domínio da química orgânica desde os primórdios da civilização.

A utilização de vinho para produzir vinagre e a fermentação das uvas para gerar álcool etílico, está descrito na Bíblia. Em plena idade medieval conhecia-se as propriedades ácidas do limão e o alquimista Jabir Hayyan descobriu no século VIII o ácido cítrico (C6H8O7). Com o fim da química tradicional no século XVIII, o químico Sueco, Torben Olof Bergman, dividiu, a química, em:

Torbem Olof Bergman

  • Química Orgânica     – ( Química dos compostos existentes nos organismos vivos )
  • Química Inorgânica – ( Química dos compostos existentes no reino animal )

 

Inicialmente, pensava-se que a síntese de substâncias orgânicas, seria apenas verosímil com a interferência de organismos vivos, contudo, veio a demonstrar-se que estes compostos podiam ser sintetizados em laboratório. Daí, que a designação de compostos de carbono ter vindo a substituir a de compostos orgânicos, já que este elemento é “ denominador comum “ a todos eles.

 

A facilidade com que os átomos de carbono (6C 1s2 2s2 2p2, 4 electrões de valência) formam ligações covalentes (simples, duplas ou triplas)  com outros átomos de carbono ou com átomos de outros elementos explica o número e a variedade de compostos orgânicos. Os compostos orgânicos podem ser agrupados e classificados de acordo com a presença de determinados grupos de átomos nas suas moléculas (os grupos funcionais), grupos esses que são responsáveis pelo comportamento químico dessas famílias de compostos orgânicos. Qualquer composto orgânico é constituído por uma cadeia carbonada não reativa, “o esqueleto” e por uma parte reativa, o grupo funcional.

Os hidrocarbonetos são substâncias moleculares binárias, pois são apenas formadas por carbono e hidrogénio. Quando na cadeia carbonada só existem ligações covalentes simples, trata-se de um hidrocarboneto saturado, caso existam ligações covalentes duplas ou triplas, entre os átomos de carbono, trata-se de um hidrocarboneto insaturado. Há dois grandes grupos de hidrocarbonetos: os hidrocarbonetos aromáticos (contêm, pelo menos, um anel benzénico) e os hidrocarbonetos alifáticos (não contêm nenhum anel benzénico e as suas cadeias carbonadas, podem ser abertas ou fechadas e qualquer delas pode ser ramificada (C3 ou C4) ou linear (C1 ou C2)).

Os explicadores do Quantum – Centro de Explicações de Lisboa, ajudarão os alunos a compreender estes conceitos e outros, como as nomenclaturas dos alcanos, dos alcenos e dos alcinos, esteres, aminas, polímeros e muito mais …

Peça informações e consulte os nossos preços, temos respostas pedagógicas para si …

O que é afinal a matemática

O que é afinal a matemática e qual a sua relação com o mundo físico? Será apenas um instrumento útil criado por nós, uma linguagem artificial que nos permite descrever, prever e construir objectos e fenómenos? Ou, como pensavam os pitagóricos, Platão, Galileu, Kepler, Newton, Einstein e boa parte da física contemporânea, haverá uma conexão mais profunda entre a matemática e o Universo, sendo este intrinsecamente matemático na sua essência última e sendo assim a matemática o próprio código segundo o qual o próprio Cosmos se encontra escrito? Será essa a verdadeira explicação para o facto de a matemática funcionar tão bem e ser tão universal, tanto em termos da pura ciência teórica como relativamente às suas aplicações tecnológicas? Será essa a razão que justifica que todas as leis da Natureza, todos os padrões, regularidades e constantes que descobrimos no Universo e na Arte possuam uma estrutura matemática? Eis o Grande Mistério da Matemática.

10 cursos superiores a evitar neste momento

Com base nos dados do Forum Estudante, criou-se um ranking dos cursos com mais saída, até aos que têm menos. Estes são alguns dos cursos a evitar!

Engenharia Informática continua a liderar o top dos cursos com mais empregabilidade. Veja aqui algumas das licenciaturas com menos saída profissional.

 

  1. Filosofia. Por muito atrativo que seja estudar o pensamento de Aristóteles, Sócrates ou Platão, a verdade é que as saídas profissionais para os licenciados em Filosofia são cada vez mais estreitas. A ideia (errada) de que se trata de uma disciplina perfeitamente dispensável nos dias que correm afasta-a das preferências de muitos alunos. A taxa de empregabilidade entre os licenciados da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa nesta área está pouco acima dos 16%.

 

  1. Radiologia. Os cortes na saúde não são boa notícias para que escolheu Radiologia como via profissional. É que este é um dos cursos com mais alta taxa de desemprego pós-licenciatura. No curso do Instituto Politécnico de Coimbra, apenas 30% dos estudantes que terminaram o curso conseguiram colocação no mercado de trabalho.

    Empregabilidade

    Empregabilidade

 

  1. Relações Internacionais. Foi um curso muito popular durante os anos de 1990. A plena integração europeia e a internacionalização e globalização económica deram asas à licenciatura. Mas os tempos de ouro já lá vão há muito. Atualmente, o desemprego atinge cerca de 50% dos licenciados que tiram este curso na Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra.

 

  1. Ciências da Comunicação. Os cursos de comunicação social foram-se multiplicando à mesma velocidade que o mercado se ia contraindo e muitas publicações fechavam portas. O programa acabou por se ir alargando às assessorias mediáticas, permitindo mais algumas saídas profissionais. Mas, nos dias que correm, é uma escolha de alto risco, com altíssimas taxas de desemprego. No curso disponível na Escola Superior de Viseu, por exemplo, apenas 52% dos licenciados conseguiu começar a trabalhar. Mas desde então, o mercado estreitou-se ainda mais.

 

  1. História. Um dia vai ser preciso alguém para contar toda a história dos tempos conturbados que se vivem em Portugal. Mas atualmente, tirar o curso de História é um passo de gigante para o desemprego. Pelo menos para quem quiser exercer a atividade. A vertente do ensino está praticamente fechada e a investigação apresenta idênticas dificuldades de acesso. Aproximadamente metade (55%) dos formados em História pela Universidade de Lisboa não conseguem trabalho na área.

 

  1. Psicologia. Aqui está outra licenciatura que, eventualmente, poderá ainda vir a ser muito útil aos portugueses. No entanto, a realidade atual é de que se trata de um curso com cada vez menos saída profissional, com altas taxas de desemprego, sendo que só depois de terminar o mestrado é que os alunos podem exercer a profissão.

 

  1. Bioquímica. A Bioquímica, anteriormente chamada de química biológica ou fisiológica, é uma ciência interdisciplinar que estuda principalmente a química dos processos biológicos que ocorrem em todos os seres vivos. É voltada principalmente para o estudo e tecnologia da estrutura e função de componentes celulares. Mas não tem muita saída. A taxa de sucesso dos licenciados em Bioquímica na Universidade Nova de Lisboa anda pelos 15,3%.

    Cursos de baixa empregabilidade

    Cursos de baixa empregabilidade

 

  1. Línguas e Literaturas. Nem com o novo Acordo Ortográfico o curso de Línguas e Literaturas consegue ter mais saídas profissionais. Uma vez mais, a vertente ensino está completamente esgotada e a única hipótese para quem é formado nesta área parece ser mesmo sair da «zona de conforto». É que na Universidade de Lisboa, a título de exemplo, apenas 25% dos licenciados nesta área conseguiu emprego.

 

  1. Estudos Europeus. É verdade que nunca se falou tanto de Europa como atualmente, mas a verdade é que esta é uma licenciatura com pouquíssimas hipóteses de saída profissional. Na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, a taxa de licenciados nesta área a conseguir emprego era de 18%…

 

  1. Ciências Bioanalíticas. É o curso com menos possibilidades de saída profissional. Tem competências multidisciplinares com aplicação em áreas analíticas e pré-clínicas de controlo da qualidade alimentar, ambiental, agro-ambiental, de produtos farmacêuticos e cosméticos, de águas, efluentes e solos, bem como de análises químico-biológicas de aplicação ao diagnóstico clínico e toxicológico. Só existe da Universidade de Coimbra e a taxa de empregabilidade ronda os 15%.

Fonte: Forum Estudante

O(s) Milagre(s) do teísmo

Para começo de conversa, em princípio, que eu saiba, até agora nenhum acontecimento ou fenómeno que os fiéis declaram como milagrosos e que invocam como provas directas ou evidências indirectas da verdade da sua fé religiosa (de qual religião, já agora, visto haverem tantas, há quem diga cerca de 10 mil…) foi cientificamente atestado como tal de molde a reunir o consenso ou, pelo menos, a aceitação de boa parte da comunidade científica competente para o determinar para além de qualquer dúvida razoável – admitindo ser esta a melhor forma de o determinar, face à natureza empírica dos fenómenos e às provas dadas pela ciência nesse domínio. Pelo contrário, a esmagadora maioria desses fenómenos ou acontecimentos, à semelhança de muitos outros de natureza idêntica ou similar que envolvam igualmente a crença em forças ou entidades sobrenaturais, tais como anjos e demónios, fadas e duendes, bruxas, vampiros ou lobisomens, deuses ou monstros, tém vindo a ser sistemáticamente compreendidos e denunciados como ilusões humanas sem qualquer realidade objectiva desde há alguns séculos a esta parte por parte da filosofia e da ciência quando estas são exercidas de forma racional e criticamente imparcial, e não instrumentalmente em apoio de uma qualquer fé religiosa, como sucedeu durante séculos e ainda sucede em muitos lugares por esse mundo fora.

É verdade, como se costuma dizer, que ausência de provas não é prova de ausência, mas se aceitarmos como metodologicamente razoável a velha regra de exigir provas ou evidências extraordinárias de afirmações extraordinárias – e o que poderia ser mais extraordinário, para padrões humanos e naturais conhecidos, que um homem nascer por inseminação espiritual de uma virgem, ressuscitar mortos ou morrer e ressuscitar ele próprio dos mortos, não é verdade? -, então as alegações de milagre precisam ser extraordinariamente justificadas por todos os meios conhecidos e de reconhecida garantia para o fazer, como sejam todos os meios empíricos e racionais usados na ciência e na filosofia, a fim de eliminar qualquer outra explicação como impossível, ou, pelo menos, como altamente improvável face aos factos e a outras explicações alternativas, pois, como dizia o Rei dos detectives, o Grande Sherlock, “Uma vez eliminado o impossível, aquilo que restar, por muito improvável que seja, deve ser verdade”. Ora, como, por definição, os próprios milagres parecem desafiar a noção lógica, física e metafísica de impossibilidade, ou pelo menos a física, dado serem supostamente violações ou transgressões às leis da Natureza, portanto impossibilidades físicas que somente seriam possíveis graças à intervenção de uma qualquer entidade sobrenatural, por maioria de razão se deve exigir provas ou evidências absolutamente extraodinárias que não deixem subsistir qualquer dúvida razoável sobre outras alternativas de explicação de carácter, digamos, mais terra-a-terra, isto é, naturais ou humanas, demasiado humanas, como sejam a fraude, a ilusão, a mentira, a pura e simples ignorância, a vontade de acreditar ou quaisquer outros fenómenos naturais ou psicológicos conhecidos ou desconhecidos que possam originar tal crença, razões que parecem mais do que suficientes para deixar claro de que lado está ou deve estar o ónus da prova.

Por outro lado, parece legitimo especular que, caso o Deus do teísmo clássico existisse, então a probabilidade de ocorrência de um milagre relativamente à sua intenção de realizá-lo seria de 100%”. O problema é que, usando o mesmo direito epistémico que justifica tal especulação, também se pode especular razoavelmente em sentido contrário e dizer: caso não exista o Deus do teísmo clássico, a probabilidade de ocorrência de um milagre relativamente à sua intenção de realizá-lo é de 0%. É que pressupor, ainda que hipoteticamente, a existência de Deus como forma de explicar os milagres e, ao mesmo tempo, usar os milagres para provar a existência de Deus, ainda que hipoteticamente, parece um argumento estranhamente circular que se aproxima perigosamente da petição de princípio, uma vez que a existência de ambos é precisamente o que está em causa.

Quanto à objecção que alguns teístas fazem, com certa razão, a alguns ateus, invertendo a acusação clássica que estes costumam fazer quanto à vontade de acreditar daqueles – a qual explicaria, em última instância, a sua crença -, acusando-os simetricamente de não acreditarem por vontade de não acreditar, embora reconhecendo que ela é pertinente por ser vulgar em muitos ateus, devo dizer que não só não é o meu caso, como eu até gostaria que Deus existisse, que houvesse milagres e que houvesse vida depois da morte. O problema é que desde muito cedo aprendi que que o mundo não gira à volta dos meus desejos e que não é por eu querer ou precisar muito que algo seja verdade que esse algo passa a ser magicamente verdade, só porque isso me consolaria muito, me garantiria uma segurança vital ou existencial sem falhas, me daria uma razão moral para viver e morrer, conferiria um sentido justo a tudo isto, me daria paz de espírito e me tornaria muito feliz, que são basicamente os motivos gerais de natureza psicológica e antropológica que me parecem explicar a universalidade da religião.

Por outro lado, não são apenas os alegados milagres que historicamente e todos os dias se reivindicam por esse mundo fora que estão em causa: é que, se Deus realmente existisse, fosse como o imaginamos e usasse os milagres como forma priveligiada de intervenção para dar a conhecer aos homens a sua presença e manifestar a sua vontade no mundo, então porque é que ele não os faz de uma forma inequívoca e com maior critério a fim de que não subsistissem quaisquer dúvidas sobre a sua existência e sobre a sua infinita bondade, justiça, poder e sabedoria? Porque é que ele não impediu milagrosamente o Holocausto, só para dar um exemplo clássico? Porque é que não impediu milagrosamente a 1ª e 2ª guerras mundiais? Porque é que ele não impediu, de forma inequivocamente milagrosa, a morte de todos os inocentes nessas guerras? Porque é que ele milagrosamente não impediu a escravatura, os gulags, os genocídios? Porque é que ele milagrosamente não impede a Sida (Aids), o cancro (cancer) ou o Alzheimer de causar tanto sofrimento desnecessário e ceifar a vida de milhões de pessoas que nada fizerem para merecer tal sorte segundo quaisquer padrões humanos de moralidade? Porque é que ele permitiu a perseguição aos cristãos e aos judeus, que eram supostamente o seu povo eleito e os seus filhos dilectos? Porque é que ele permitiu que os cristãos, uma vez chegados ao poder, fizessem com os os adeptos de outras religiões precisamente o mesmo que estes tinham feitos com eles? Porque é que ele permitiu e continua a permitir as “guerras santas” entre povos e religiões? Porque é que ele permitiu a caça às bruxas e aos hereges em seu nome? Porque é que ele não desviou milagrosamente os aviões antes de chocarem contra as torres do World Trade Center em 11 de Setembro de 2001? Porque é que ele não impede milagrosamente os fanáticos do Estado Islâmico de decapitarem pessoas inocentes que só tentavam ajudar os outros e fazerem o bem, se é isso que ele supostamente diz que devemos fazer? Porque é que ele não impede milagrosamente o sofrimento de milhões de animais não-humanos que todos os dias sofrem desnecessessariamente às nossas mão, supostamente feitas à sua imagem e semelhança? Porque não pode? Porque não quer? Porque não quer nem pode? Ou porque simplesmente não existe e não passa de uma invenção nossa, criada à nossa imagem e semelhança, isto é, à imagem e semelhança das nossas necessidades e desejos? Face a tudo isto e a um número potencialmente infinito de outros exemplos, confesso-vos com franqueza que, face a estas duas alternativas, mesmo na ausência de uma prova empírica ou racional indisputavelmente sólida ou cogente, não tenho grandes dúvidas em considerar a segunda hipótese como racionalmente mais plausível para além de qualquer dúvida razoável. Em suma, e para encerrar o meu caso, se Deus existisse e fizesse milagres, porque diabo perderia ele tempo em fazer girar o Sol, ou em exibir aparições da Virgem Maria para uma multidão, ou em fazer chorar sangue a estátuas de santinhos, ou fazer aparecer estigmas nas mãos de algumas pessoas, ou em conservar incorruptíveis os corpos de pessoas mortas há centenas de anos, quando poderia perfeitamente dar uma prova indiscutível da sua existência, poder, bondade e amor infinitos evitando milagrosamente uma quantidade infinita de mal e fazendo uma quantidade verdadeiramente milagrosa de bem por esse mundo fora? Isso sim, seria um verdadeiro milagre! E estou convencido de que não haveria ateus, por mais irredutíveis que fossem ou por mais vontade de não acreditar que tivessem – e sim, também estou a pensar em Dawkins e companhia – que não se rendessem às evidências e não gritassem em uníssono: Aleluia! Pray to the LORD! The LORD is my Shepherd!

 

João Carlos Silva

Professor de filosofia