Explicações de Física e Química

Explicações de  Física e Química aos alunos do ensino secundário.Preparação para os exames nacionais e explicações visando o acompanhamento a aluno durante os testes intermédios e outros ou durante o ano letivo.fisica e quimica

O programa nacional tem o objetivo de formar os alunos nesta formação específica, em três componentes distintas: educação em ciência, educação sobre a ciência e educação pela ciência.São objetivos centrais para o Ministério de Educação, entre outros, o reconhecimento do impacto do conhecimento físico e químico na sociedade, ( o qual, releve-se, que sofreu um espantoso desenvolvimento no último século e em particular na última metade do século XX), a distinção entre conhecimento ciêntifico e não ciêntifico ( conhecimento empírico,  conhecimento tradicional … ).Por outro lado, pretendem as autoridades educativas nacionais que se criem nos alunos do ensino secundário, no âmbito desta disciplina, competências processuais, conceptuais, sociais, atitudinais e axiológicas.Pois, serão essas as linhas mestras dos professores do Quantum-Centro de Explicações de Lisboa, ao ministrarem explicações de física e química, abordando temáticas como as leis da termodinâmica, os mecanismos de transferência de calor ( condução e convecção ), o atrito e a variação da energia mecânica, a energia cinética, os equilíbrios e desiquilíbrios químicos, a acidez e a basicidade do H2O, concentração hidrogiónica e o PH, auto-ionização da água … e muito mais.Consulte os nossos preços e solicite mais informações em Explicações de física e química.

Explicações de Português

Explicações de Português no Quantum-Explicações. Nas nossas salas na Av. de Roma, em Lisboa, preparamos os alunos para os exames nacionais das disciplinas de Português  e Língua Portuguesa ou para o sucesso nas provas de avaliação durante o ano letivo.

Os programas de Português do ensino secundário e de Língua Portuguesa do ensino básico, pretendem  não só dotar os alunos de competências específicas, mas também de competências gerais.

São eixos de atuação no ensino básico :

–  O eixo da experiência humana, onde se situa a tensão entre a individualidade e a  Comunidade.

–  O eixo da comunicação linguística, dominado pela interacção do sujeito linguístico com os outros, seja pela prática da oralidade, seja pela prática da escrita.

– O eixo do conhecimento translinguístico, remetendo para a relação da língua com a aquisição de outros saberes a que ela dá acesso e que por seu intermédio são representados.

No que concerne ao ensino secundário.

Para além dos textos literários estudados, o objetivo fulcral da disciplina de Português, seja ela o Português A ou Português B, é o de criar e desenvolver competências linguísticas.

São inerentes a estas competências, o desenvolvimento e o aprimoramento das capacidades de falar, escrever e compreender, quer sejam enunciados escritos quer orais.

   

O exame nacional de Português, no final do 12º ano, avalia as referidas competências e o conhecimento sobre os autores literários estudados neste ano. O percurso programático do 12º ano, incorpora o Realismo, a Geração de Setenta, Antero de Quental, Eça de Queirós- Os Maias, Cesário Verde, o Modernismo, Fernando Pessoa ortónimo, Heterónimo Alberto Caeiro, Heterónimo Álvaro de Campos, Heterónimo Ricardo Reis, Fernando Pessoa- Mensagem, Luís de Stau Monteiro- Felizmente há luar, Miguel Torga, Sophia de Melo Breyner, Eugénio de Andrade, Virgílio Ferreira-  Aparição ou José  Saramago- Memorial Do Convento

                

Explicações de Língua Portuguesa ao 1º Ciclo, ao 2º Ciclo, ao 3º Ciclo e de Português ao ensino secundário.

Consulte os nossos preços  sobre as Explicações de Português, em Lisboa                                              

 

                                                                     

Explicações de Electromagnetismo e Óptica (EO)

Um dos conteúdos programáticos que os alunos, principalmente aqueles que  iniciam o ensino universitário,  sentem dificuldades, é sem dúvida o que se relaciona, com os programas da ciência física em particular a temática do eletromagnetismo.

Podendo estes conteúdos, serem inseridos em “cadeiras” com diversas denominações, podemos apelida-los, tomando como exemplo o Instituto Superior Técnico, ” Eletromagnetismo e Ótica “.

Esta unidade curricular exige a realização recorrente de cálculos matemáticos e o conhecimento teórico a par com a utilização cognitiva de leis físicas, das quais destacamos a Lei de Gauss, Lei de Joule, Lei de Ohm, Lei de Kirchoff, Lei de Ampére, Lei de Biot-Savart, Lei de Faraday, Lei de reflexão e refração, Lei de Coulomb, princípio de Fermat, entre outras.                                               eletromagnetismo

Os explicadores do Quantum-Explicações irão ajudá-lo a ultrapassar as suas dificuldades, explicando-lhe, entre outros …

O campo eletrostático no vácuo

Noção de campo e potencial

O campo eletrostático na matéria

A corrente elétrica estacionária

Densidade e intensidade da corrente

O campo magnético no vácuo

O campo magnético na matéria

As ondas eletromagnéticas, ondas planas monocromáticas

A indução eletromagnética

O carácter eletromagnético da luz

e a aplicar corretamente, os cálculos matemáticos inerentes à aplicação dos conhecimentos, utilizando a equação da continuidade de carga, as equações de Maxwell ou as equações de Fresnel e entre outras.

Solicite mais informações e consulte os nossos preços, para as explicações em sala no nosso Centro na Av. de Roma.

Explicações Geometria Descritiva Lisboa

O Centro de Explicações de Lisboa, em Alvalade, possui no seu quadro, Professores para lhe dar explicações de Geometria Descritiva. 

Geometria Descritiva

A geometria mongeana, correntemente denominada por geometria descritiva é um ramo da geometria que tem como objetivo representar objetos de três dimensões num plano bidimensional. Esse método foi desenvolvido por Gaspard Monge e teve grande impacto no desenvolvimento tecnológico sendo considerada, no início da sua sistematização, como segredo de Estado.  

A Geometria Descritiva serve de base teórica ao desenho técnico, permitindo a construção de vistas auxiliares, cortes, secções, rebatimentos, rotações, interseções de planos e sólidos, mudança de planos de projeção, determinação de verdadeiras grandezas  de distâncias, ângulos e superfícies, bem como o cálculo de volumes a partir dos dados extraídos das projecções ortogonais.

Para a arquitetura, engenharia ou o design de produtos ou equipamentos o conhecimento da geometria descritiva é essencial. A existência de um mais profundo conhecimento do método de Monge, permite utilizar com maior adequação, todo o potencial dos programas de CAD e das modelagens em 3D, que exigem o domínio de medidas, curvaturas e ângulos exatos.

A modelagem tridimensional comporta  no seu entendimento e construção os conceitos da Geometria Descritiva. É insuficiente o entendimento, para gerar maquetes virtuais de qualidade, sem o conhecimento de conteúdos específicos da mesma, como por exemplo, a localização de pontos através de coordenadas (X, Y, Z) nas suas formas absolutas ou relativas.

Também no domínio das artes, nomeadamente na Geometria Descritiva, os explicadores da Quantum-Explicações, estão disponíveis e motivados, no nosso Centro em Alvalade ( Av. de Roma) em ajudar os alunos a ultrapassar as dificuldades, como o fazemos em muitas  àreas do conhecimento, como na matemática, física, química, biologia, economia e no domínio das ciências humanas.

Consulte os nossos preços ou solicite mais informação sobre as Explicações de Geometria Descritiva em Lisboa

 

(2) Ciêntistas e artistas que mudaram o mundo

“Todos os efeitos da natureza não passam de resultados matemáticos de um número restrito de leis imutáveis”

Pierre Simon Laplace ( 1749 – 1827)

Pierre Laplace

Pierre Simon, Marquis de Laplace, nasceu em Paris, e foi um matemático, físico e astrónomo Francès, que deu corpo à sistematizaçãoe ampliação  da astronomia matemática. A obra-prima “Mecànica Celeste”, que escreveu, traduziu o estudo geométrico da mecânica clássica utilizada por Newton para um estudo baseado em cálculo matemático, conhecido como física mecânica.Recebeu o seu nome, a regra de Laplace, no domínio do cálculo da probabilidade ( em que relaciona o número dos casos favoráveis de um acontecimento, com o número de casos possíveis, cuja a aprendizagema os alunos em Portugal é transmitida no ensino secundário).Pierre Laplace, também formulou a equação de Laplace e a transformada de Laplace que é utilizada em todos os ramos da matemática e física, bem como o operador diferencial de Laplace, contributo muito importante na matemática aplicada.

 

“Um verdadeiro conservacionista é um homem que sabe que o mundo não é dado pelos seus pais, mas emprestado de seus filhos”

John James Audubon (1785- 1851)

 

John James Audubon, foi um naturalista Americano, com origem Francesa que promoveu a ilustração científica de aves. Realizou vários trabalhos nesse

John Audubon

contexto ciêntifico, sendo o mais conhecido o ” The Birds of America”. que alcançou, durante a sua vida, um indejével sucesso comercial e trouxe-lhe enorme popularidade junto do público. O prestígio científico alcançado pela obra valeu-lhe elogios rasgados dos seus pares e permitiu-lhe tornar-se o segundo americano a ser incluido na prestigiante Royal Society britânica para as ciências.

 

 

“A verdade é que antes a física era mais simples, harmônica e, portanto, mais satisfatória!”

( A física determinista até Newton e depois de Newton )

Max Plank  (1858 – 1947)

Max Karl Ernst Ludwig Planck, nasceu na Alemanha e foi o físico considerado o pai da física quântica, ao descobrir o ” buraco negro”. Max Plank é um dos cientistas mais importantes do século XX, tendo sido agraciado com o prémio Nobel da física em 1918, pela sua contribuição para a física quântica.

Max Plank, desenvolveu trabalhos sobre a teoria do calor, tendo descoberto em seguida o formalismo termodinâmico.

Em fins do século XVIII, uma das dificuldades da física consistia na interpretação das leis que governam a emissão de radiação por parte dos corpos negros. Tais corpos são dotados de alto coeficiente de absorção de radiações; por isso, parecem negros para a vista humana.

Ao pesquisar as radiações eletromagnéticas descobriu a nova cosnatante fundamental, a “constante de Plank”, que é utilizada para calular a energia do fóton ( quantum) e a lei da radiação térmica, chamada a “lei de Plank da radiação”.

Essa foi a base da teoria quântica, também com a colaboração de Albert Einstein e de Niels Bohr, os quais trabalharam juntos na Universidade de Berlim.

Max Plank

Einstein  foi o primeiro a afirmar que a teoria quântica era revolucionária. Em 1909, Einstein sugeriu numa conferência que era necessário encontrar uma forma de entender em conjunto ondas e partículas. No entanto, na década de 1920, quando a teoria quântica original foi substituída pela nova mecânica quântica, Einstein discordou da interpretação de Copenhaga, porque ela defendia que a realidade era probabilística e aleatória. Einstein concordava que a mecânica quântica era a melhor teoria disponível, mas procurou sempre uma explicação determinista, isto é não-probabilística

É deste período de investigação a famosa frase de Einstein ” Deus não joga dados “.

As descobertas de Planck, que mais tarde viriam a ser confirmadas por outros cientistas, foram o nascimento de um campo totalmente novo na física moderna (pós Newton), conhecidos como mecânica quântica, e que forneceram a base para a investigação de áreas pouco exploradas até então, como a energia nuclear.

Um homem a quem foi dada a oportunidade de abençoar o mundo com uma grande idéia criativa não precisa do louvor da posteridade. Sua própria façanha já lhe conferiu uma dádiva maior!”               Albert Einstein, sobre Max Planck

” Na vida, os blocos de granito afundam, já as cascas das àrvores continuam flutuando”

Pierre-Auguste Renoir (1841-1919)

Pierre Auguste Renoir, de naturalidade Frnacesa, foi um dos mais célebres pintores e um dos mais emblemáticos nomes do movimento artístico impressionista.

Apesar de sua técnica ser essencialmente impressionista, Pierre Renoir nunca deixou de dar importância à forma – de fato, teve um período de rebeldia diante das obras de seus amigos, no qual se voltou para uma pintura mais figurativa, evidente na longa série Banhistas. Mais tarde retomaria a plenitude da cor e recuperaria sua pincelada enérgica e ligeira, com motivos de beleza e sensualidade, como ” A adormecida”.

Pierre Renoir

A sua obra de maior impacto é Le Moulin de la Galette, em que conseguiu elaborar uma atmosfera de vivacidade e alegria à sombra refrescante de algumas árvores, aqui e ali intensamente azuis. Percebendo que traço firme e riqueza de colorido eram coisas incompatíveis, Renoir concentrou-se em combinar o que tinha aprendido sobre cor, durante o seu período impressionista, com métodos tradicionais de aplicação de tinta. O resultado foi uma série de obras-primas, conhecidas em todo o mundo.

Explicações de Cálculo Diferencial e Integral

Algumas Instituições do ensino superior denominam de Cálculo, ou mais apropriadamente de Cálculo Diferencial e Integral, como é o caso do IST – Instituto Superior Técnico,  a unidades curriculares cujos conteúdos programáticos são semelhantes, em outras Instituições universitárias e politécnicas, a despeito dos nomes desta ” cadeira ” divergirem para  mais vulgarmente, Análise Matemática I ou com menos frequência Matemática I. calculo integral

Números reais e números naturais, a utilização do método indutivo para demonstrações, sucessões, limite de sucessões, sucessão de Cauchy, estudo das funções reais de variável real, incluindo limites e continuidades das mesmas, diferenciabilidade, fórmula de Taylor, cálculo de primitivas, cálculo integral em R, integral de Riemenn, fórmulas de integração imediatas, por substituição, por partes, funções hiperbólicas, séries de potência, séries geométricas, critérios de comparação, séries divergentes e absolutamente convergentes, são entre outras ” matérias ” associadas às cadeiras de Cálculo Diferencial e Integral, Análise Matemática I ou Matemática I, as quais os estudantes terão que ultrapassar nos primeiros anos dos cursos de licenciatura que frequentam no ensino superior.

Os nossos explicadores já prepararam com êxito, imensos estudantes na realização da ” cadeira ” de Cálculo Diferencial e Integral, pois no nosso quadro integramos explicadores com experiência científica e pedagógica para tal.

Se deseja ser ajudado a ultrapassar as dificuldades inerentes ao Cálculo Diferencial e Integral, não perca tempo e solicite mais informações e consulte os nossos preços.

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Feliz Natal e bom ano de 2018

Em “the philosophy of christmas”, Stephen Law fala-nos do “desembrulhar dos presentes de natal” e do egoísmo psicológico, da possibilidade de sermos generosos ou do nosso ato de oferecer  é ” um reflexo social condicionado”,  levantando aqui um interessante problema moral. Mas há mais problemas morais no desembrulhar das prendas de Natal ?

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Como é que um consequencialista vê o problema? E um deontologista? O autor discorre sobre o problema de deus e a sua relação na época natalícia, expondo, para tal, alguns dos principais argumentos em torno do problema da filosofia, da religião e da existência de deus. O autor centra-se nos argumentos cosmológico e do desígnio.Claro que a sociologia do natal tem muito que se diga. Do ponto de vista da filosofia, os problemas são outros.

Desejamos um feliz natal, e um bom ano de 2018, a todos os alunos, professores e suas famílias, sejam quem forem.

 

Explicações de macroeconomia em Lisboa

O Centro de Explicações de Lisboa, Quantum, possui um corpo de explicadores, competente para o ajudar a entender os conteúdos das unidades curriculares de macroeconomia; consumo, poupança e investimento, procura e oferta agregadas, inflação, desemprego, modelos abertos e fechados, modelo multiplicador, câmbios, oferta de moeda, politica monetária, modelo IS/LM, politica orçamental e Crowding-out, crescimento endógeno  e … muito mais, quer no contexto da macroeconomia do curto prazo, quer do longo prazo. A Macroeconomia (do grego: lei ou administração do lar) é um dos ramos da ciência económica, dedicado ao estudo, medida e observação do comportamento dos agentes económicos (Estado, Instituições Financeiras, Empresas, Famílias e Exterior) de uma economia nacional, local ou regional, considerada como um conjunto de interacções reciprocas de fluxos económicos (circuito económico). Um conceito fundamental à macroeconomia é o de sistema económico, ou seja, uma organização que envolva recursos produtivos. Muitos autores consideram que foi a partir do lançamento do livro de Adam Smith “ A riqueza das nações” em 1776 que se deu início à ciência económica. Todavia, é a partir da década de 1930 que a expressão macroeconomia ganhou ênfase, sendo a primeira grande obra literária sobre macroeconomia o livro do economista Inglês John Maynard Keynes “ Teoria Geral do Emprego, Juro e da Moeda” obra que tem a sua génese no estudo da grande depressão de 1929 nos Estados Unidos da América e que fez emergir, a denominada Teoria Keynesiana em oposição à teoria clássica até então vigente. São variadas as correntes do pensamento económico Os clássicos defensores da livre concorrência Adam Smith, David Ricardo, John Stuart Mil ou Jean Baptiste Say). Adam Smith, defensor do liberalismo económico o mercado é a “mão invisível” que harmoniza a procura do interesse individual com o interesse colectivo. Os neoclássicos (dos quais Robert Lucas, Prémio Nobel da Economia em 1955, é o mais importante), defendem  a teoria das antecipações racionais e a “ economia do ciclo real “ que lançou as bases de uma análise microeconómica da macroeconomia. Esta teoria teve uma grande implantação nos anos 80, do século XX. Keynes e os Keynesianos que dominaram o pensamento económico entre 1950 e 1970. Para estes, o “ Agente económico Estado, deveria intervir na economia, para suprir as deficiências do mercado”. Dentro destes, existem dois grupos distintos; aqueles que são apelidados de síntese neoclássica (J.Hicks, Paul Samuelson, P. Solow) que tentaram a fusão das teorias Keynesianas com  a teoria neoclássica e os fieis  a um Keynes anti-clássico (  O. Blanchard, J. Stiglitz, S. Fischer, D. Romer). Marx e os Marxistas, que fundaram uma teoria geral das crises do capitalismo que levariam à sua destruição. Os Marxistas propuseram uma teoria do imperialismo (Lenine, Rosa Luxemburgo, S. Amin), a teoria  do neocapitalismo (P. Baran, Sweezy) e a teoria dos ciclos e crises ( Ernest Mandel). Os Monetaristas, liderada por Milton Friedman ( prémio Nobel em 1976 ), que opondo-se ao Keynesianismo desenvolveu na década de 1960, “ a teoria quatitativa da moeda “ que se consubstanciava na tese que a quantidade de moeda em circulação tem um efeito direto sobre os preços devendo o Estado limitar a criação monetária. Os Intitucionalistas, Heterodoxos,  Socioeconomistas e Economia da Oferta  Não  se poderão considerar como escolas bem definidas, mas um conjunto de autores  de correntes heterogéneas  cujo denominador comum é pensar a economia de forma institucional  e a partir das forças sociais que a compõem.Releve-se neste particular Schumpeter entre outros (Veblen, Commons, F. Perroux, J. Galbraith …) e no domínio da economia da oferta, Arthur Laffer que inspirou a politica de Ronald Reagan. Para este “guru da economia”, demasiado imposto mata o imposto, isto é, uma taxa de imposto demasiado elevada desencoraja o investimento e a actividade económica.

Explicações de Análise Complexa e Equações Diferenciais

Uma equação diferencial é aquela em que a função incógnita surge sob a forma da sua respetiva derivada. Os fundamentos das equações diferenciais estão tão dominados pelas contribuições do matemático Leonhard Euler, que sentimos quase um impulso em afirmar que a história desta temática começa e termina com ele. Mas obviamente que isso, seria uma simplificação grosseira do seu desenvolvimento. Existem vários contribuintes importantes, e aqueles que vieram antes de Euler foram necessários para que ele pudesse entender o cálculo e a análise, necessários para desenvolver muitas das ideias fundamentais.

Análise Complexa e Equações Diferenciais

Com efeito, as equações diferenciais começaram com os inventores do cálculo, Newton, Fermat e Leibniz, já que são estes os brilhantes matemáticos que procederam à descoberta para a derivada, que de forma subsequente apareceu em equações. No entanto as equações diferenciais, se exceptuarmos as equações separáveis eram e ainda hoje são difíceis de resolver se não dominarmos técnicas próprias de resolução. O método de separação das variáveis foi desenvolvido por Jakob Bernoulli e generalizado por Leibniz a partir da integral ( antiderivada).

Outros matemáticos deram contribuições relevantes nesta área, como são os exemplos de Joseph Lagrange ( mostrou que a solução geral de uma equação diferencial linear homogénea de grau n é uma combinação linear de n soluções independentes), joseph Fourrier ( resolve a equação diferencial parcial – series de Fourrier), Legrende. Hankel, Bessel, Chebyshev, Hermite ( resolução de equações diferenciais ordinárias), Gauss e Cauchy ( desenvolvimento do conceito de funções de variáveis complexas), Laplace ( melhor entendimento das técnicas numéricas e da integração), etc .

Muitos dos alunos , apresentam  algumas dificuldades no entendimento do conteúdo programático desta unidade curricular .

Os professores ( mestres , doutorandos e doutorados ) do nosso Centro de Explicações, poderão ser uma

Leonhard Euler

 

ajuda relevante para o seu sucesso na  “cadeira“  de Análise Complexa e Equações Diferenciais, permitindo a compreensão das coordenadas polares, séries numéricas e de potência, funções harmónicas e núcleo de Poisson, integrais de linha,  funções  C  diferenciáveis, regra de derivação, fórmulas integrais de Cauchy, fórmula de Taylor, integrais de variável real, integrais impróprios, transformada de Laplace e a resolver equações e muito mais …

Contacte-nos, temos respostas pedagógicas para si.

Equação diferencial

 

ORDEM DE UMA EQUAÇÃO DIFERENCIALé a ordem da mais alta derivada que nela aparece.

GRAU DE UMA EQUAÇÃO DIFERENCIAL: considerando as derivadas como um polinómio, é o grau da derivada de mais alta ordem que nela aparece.

SOLUÇÃO OU INTEGRAL GERAL: é toda a função que verifica, identicamente, a equação diferencial e vem expressa em termos de n constantes arbitrárias. Se a equação é de primeira ordem, aparece uma constante, se é de segunda ordem, duas constantes, etc..

Explicações de Matemática

A matemática continua a ser uma disciplina em que grande parte dos alunos enfrenta dificuldades acrescidas.

Este fenómeno não é apenas, sensível no universo escolar Português e abrange genéricamente os alunos das escolas de quase todo o mundo (embora no nosso país esse fenómeno seja mais marcante), nomeadamente, nos paises desnvolvidos ou em vias de desenvolvimento.

Segundo as estatísticas oficiais, na União Europeia,  23% dos alunos do ensino básico, 68% dos alunos do ensino secundário e 31% dos estudantes do ensino superior, nos grandes centros urbanos, recebem explicações clássicas ou algum apoio complementar, no âmbito dos conhecimentos matemáticos.

As explicações presenciais e individuais em sala, são a melhor forma de ajudar os alunos a assimilarem com crítérios consolidados e pedagógicos, o conjunto de conceitos abstratos, porque numéricos, que refletem realidades insofismáveis.

A matemática requer por parte do aluno a apreensão sólida de conhecimentos teóricos que devem ser posteriormente testados ( cimentados ) em utilizações   práticas, isto é, a matemática necessita de pesquisa “laboratorial”.

Uma das formas erróneas, inscritas na pedagogia oficial do ensino da matemática a alguns anos a esta parte,  tem sido a  ” facilitação ” dos raciocínios, nomeadamente os raciocínios lógicos, enquadrando as experiências de jogos, meramente como interpretações de realidades, muito valorativas dos comportamentos e pouco adaptadas ao raciocínios em  contextos ciêntifico-sociais.

Por outro lado, esta facilitação do ensino de matemática, levaram os professores a utilizarem metodologias que repeliam e persistem ainda um pouco a repelir, o exercício de memorização, quando o treino de memorização, também, é essencial à nossa realidade objetiva.

Neste domínio, é exemplificativo, a permissão em sala de aula e fora dela, das máquinas de calcular, para resolução de problemas matemáticos, logo em tenra idade, como acontecia no 1º ciclo e 2º ciclo ( calculos aritméticos) ou mesmo já no 3º ciclo ( para ajuda a calculos matemáticos ).

A despeito da situação ter melhorado um pouco nos últimos anos, estamos longe, de um ensino-aprendizagem da matemática eficiente.

Essa realidade é ainda mais visível, quando alunos do 9º ano, com notas relativamente satisfatórias, ao passarem para o 10º ano de escolaridade, tem abruptamente classificações  negativas.

De facto a partir do ensino secundário o conteúdo programático e a exigência de conhecimentos da ciência matemática já não é tão facilitador e o impacto na consistência das bases de matemática (que deveriam estar cimentadas no ensino básico) é muito forte.

As explicações de matemática tem um papel muito importante na aquisição dos saberes, pois substituem (em todo o mundo), um ensino massificado na escola por um ensino personalizado e atendível às necessidades de competência específicas de um aluno concreto ( que não de uma turma).

O Quantum-explicações, ministra explicações de matemática, no sentido clássico e com excelente sucesso dos seus explicandos, por isso dizemos que temos respostas pedagógicas para si. Contacte-nos e informe-se sobre os nossos preços acessíveis para explicações de matemática do 1º ciclo, 2º ciclo, 3º ciclo e ensino secundário.