Explicações de Cálculo Financeiro

Nas explicações de Cálculo Financeiro os professores do nosso Centro de Explicações, irão transmitir aos seus explicandos técnicas de cálculo financeiro, por forma a que os alunos possam tomar decisões fundamentadas, quando o valor temporal dos fluxos financeiros se mostrem relevantes, como são os casos dentro outros, das aplicações financeiras ou da avaliação de projetos de investimento.

 Para se desenvolverem competências no   âmbito do cálculo financeiro, os nossos   explicadores abordarão os principais regimes   de capitalização ( simples , composta … ) e as   regras de equivalência de capitais e de taxas,   contemplando ainda o estudo das rendas e das   regras para amortizar empréstimos quer   obrigacionistas, quer de empréstimos   clássicos. A resolução de exercícios que   viabilize a aplicação prática dos conhecimentos    teóricos adquiridos revela-se na unidade curricular de cálculo financeiro essencial, para a sua consolidação cognitiva, em definitivo. No plano teórico-prático deverão os professores e os alunos abordar as diversas temáticas da “cadeira” de cálculo financeiro nas quias pautamos a título indicativo, alguns exemplos como, capital, juro e tempo, caracterização de regimes de capitalização, diferentes conceitos de taxa de juro, taxas nominais, efetivas, equivalentes, proporcionais, liquidas e ilíquidas, correntes e reais, regimes de equivalência,  regimes de taxas de juro simples e composto, capitalização contínua, capitalização e atualização, rendas temporárias de termos constantes e de termos variáveis ( a variar em progressão aritmética e geométrica ), amortização de empréstimos, noções de avaliação de investimentos aspetos específicos de amortização de empréstimos obrigacionistas …

Consulte os nossos preços e modalidades de explicações e contacte-nos. Temos respostas pedagógicas para si e para o seu sucesso na ” cadeira ” de Cálculo Financeiro.

Explicações de Macroeconomia

Explicações de macroeconomia. O QuantumCentro de Explicações de Lisboa,  possui um corpo de explicadores, competente para o ajudar a entender os conteúdos das unidades curriculares de macroeconomia; consumo, poupança e investimento, procura e oferta agregadas, inflação, desemprego, modelos abertos e fechados, modelo multiplicador, câmbios, oferta de moeda, politica monetária, modelo IS/LM, politica orçamental e Crowding-out, crescimento endógeno  e … muito mais, quer no contexto da macroeconomia do curto prazo, quer do longo prazo. A Macroeconomia (do grego: lei ou administração do lar) é um dos ramos da ciência económica, dedicado ao estudo, medida e observação do comportamento dos agentes económicos (Estado, Instituições Financeiras, Empresas, Famílias e Exterior) de uma economia nacional, local ou regional, considerada como um conjunto de interacções reciprocas de fluxos económicos (circuito económico). Um conceito fundamental à macroeconomia é o de sistema económico, ou seja, uma organização que envolva recursos produtivos. Muitos autores consideram que foi a partir do lançamento do livro de Adam Smith “ A riqueza das nações” em 1776 que se deu início à ciência económica. Todavia, é a partir da década de 1930 que a expressão macroeconomia ganhou ênfase, sendo a primeira grande obra literária sobre macroeconomia o livro do economista Inglês John Maynard Keynes “ Teoria Geral do Emprego, Juro e da Moeda” obra que tem a sua génese no estudo da grande depressão de 1929 nos Estados Unidos da América e que fez emergir, a denominada Teoria Keynesiana em oposição à teoria clássica até então vigente. São variadas as correntes do pensamento económico Os clássicos defensores da livre concorrência Adam Smith, David Ricardo, John Stuart Mil ou Jean Baptiste Say). Adam Smith, defensor do liberalismo económico o mercado é a “mão invisível” que harmoniza a procura do interesse individual com o interesse colectivo. Os neoclássicos (dos quais Robert Lucas, Prémio Nobel da Economia em 1955, é o mais importante), defendem  a teoria das antecipações racionais e a “ economia do ciclo real “ que lançou as bases de uma análise microeconómica da macroeconomia. Esta teoria teve uma grande implantação nos anos 80, do século XX. Keynes e os Keynesianos que dominaram o pensamento económico entre 1950 e 1970. Para estes, o “ Agente económico Estado, deveria intervir na economia, para suprir as deficiências do mercado”. Dentro destes, existem dois grupos distintos; aqueles que são apelidados de síntese neoclássica (J.Hicks, Paul Samuelson, P. Solow) que tentaram a fusão das teorias Keynesianas com  a teoria neoclássica e os fieis  a um Keynes anti-clássico (  O. Blanchard, J. Stiglitz, S. Fischer, D. Romer). Marx e os Marxistas, que fundaram uma teoria geral das crises do capitalismo que levariam à sua destruição. Os Marxistas propuseram uma teoria do imperialismo (Lenine, Rosa Luxemburgo, S. Amin), a teoria  do neocapitalismo (P. Baran, Sweezy) e a teoria dos ciclos e crises ( Ernest Mandel). Os Monetaristas, liderada por Milton Friedman ( prémio Nobel em 1976 ), que opondo-se ao Keynesianismo desenvolveu na década de 1960, “ a teoria quatitativa da moeda “ que se consubstanciava na tese que a quantidade de moeda em circulação tem um efeito direto sobre os preços devendo o Estado limitar a criação monetária. Os Intitucionalistas, Heterodoxos,  Socioeconomistas e Economia da Oferta  Não  se poderão considerar como escolas bem definidas, mas um conjunto de autores  de correntes heterogéneas  cujo denominador comum é pensar a economia de forma institucional  e a partir das forças sociais que a compõem. Releve-se neste particular Schumpeter entre outros (Veblen, Commons, F. Perroux, J. Galbraith …) e no domínio da economia da oferta, Arthur Laffer que inspirou a politica de Ronald Reagan. Para este “guru da economia”, demasiado imposto mata o imposto, isto é, uma taxa de imposto demasiado elevada desencoraja o investimento e a atividade económica.

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