10 cursos superiores a evitar neste momento

Com base nos dados do Forum Estudante, criou-se um ranking dos cursos com mais saída, até aos que têm menos. Estes são alguns dos cursos a evitar!

Engenharia Informática continua a liderar o top dos cursos com mais empregabilidade. Veja aqui algumas das licenciaturas com menos saída profissional.

 

  1. Filosofia. Por muito atrativo que seja estudar o pensamento de Aristóteles, Sócrates ou Platão, a verdade é que as saídas profissionais para os licenciados em Filosofia são cada vez mais estreitas. A ideia (errada) de que se trata de uma disciplina perfeitamente dispensável nos dias que correm afasta-a das preferências de muitos alunos. A taxa de empregabilidade entre os licenciados da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa nesta área está pouco acima dos 16%.

 

  1. Radiologia. Os cortes na saúde não são boa notícias para que escolheu Radiologia como via profissional. É que este é um dos cursos com mais alta taxa de desemprego pós-licenciatura. No curso do Instituto Politécnico de Coimbra, apenas 30% dos estudantes que terminaram o curso conseguiram colocação no mercado de trabalho.

    Empregabilidade

    Empregabilidade

 

  1. Relações Internacionais. Foi um curso muito popular durante os anos de 1990. A plena integração europeia e a internacionalização e globalização económica deram asas à licenciatura. Mas os tempos de ouro já lá vão há muito. Atualmente, o desemprego atinge cerca de 50% dos licenciados que tiram este curso na Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra.

 

  1. Ciências da Comunicação. Os cursos de comunicação social foram-se multiplicando à mesma velocidade que o mercado se ia contraindo e muitas publicações fechavam portas. O programa acabou por se ir alargando às assessorias mediáticas, permitindo mais algumas saídas profissionais. Mas, nos dias que correm, é uma escolha de alto risco, com altíssimas taxas de desemprego. No curso disponível na Escola Superior de Viseu, por exemplo, apenas 52% dos licenciados conseguiu começar a trabalhar. Mas desde então, o mercado estreitou-se ainda mais.

 

  1. História. Um dia vai ser preciso alguém para contar toda a história dos tempos conturbados que se vivem em Portugal. Mas atualmente, tirar o curso de História é um passo de gigante para o desemprego. Pelo menos para quem quiser exercer a atividade. A vertente do ensino está praticamente fechada e a investigação apresenta idênticas dificuldades de acesso. Aproximadamente metade (55%) dos formados em História pela Universidade de Lisboa não conseguem trabalho na área.

 

  1. Psicologia. Aqui está outra licenciatura que, eventualmente, poderá ainda vir a ser muito útil aos portugueses. No entanto, a realidade atual é de que se trata de um curso com cada vez menos saída profissional, com altas taxas de desemprego, sendo que só depois de terminar o mestrado é que os alunos podem exercer a profissão.

 

  1. Bioquímica. A Bioquímica, anteriormente chamada de química biológica ou fisiológica, é uma ciência interdisciplinar que estuda principalmente a química dos processos biológicos que ocorrem em todos os seres vivos. É voltada principalmente para o estudo e tecnologia da estrutura e função de componentes celulares. Mas não tem muita saída. A taxa de sucesso dos licenciados em Bioquímica na Universidade Nova de Lisboa anda pelos 15,3%.

    Cursos de baixa empregabilidade

    Cursos de baixa empregabilidade

 

  1. Línguas e Literaturas. Nem com o novo Acordo Ortográfico o curso de Línguas e Literaturas consegue ter mais saídas profissionais. Uma vez mais, a vertente ensino está completamente esgotada e a única hipótese para quem é formado nesta área parece ser mesmo sair da «zona de conforto». É que na Universidade de Lisboa, a título de exemplo, apenas 25% dos licenciados nesta área conseguiu emprego.

 

  1. Estudos Europeus. É verdade que nunca se falou tanto de Europa como atualmente, mas a verdade é que esta é uma licenciatura com pouquíssimas hipóteses de saída profissional. Na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, a taxa de licenciados nesta área a conseguir emprego era de 18%…

 

  1. Ciências Bioanalíticas. É o curso com menos possibilidades de saída profissional. Tem competências multidisciplinares com aplicação em áreas analíticas e pré-clínicas de controlo da qualidade alimentar, ambiental, agro-ambiental, de produtos farmacêuticos e cosméticos, de águas, efluentes e solos, bem como de análises químico-biológicas de aplicação ao diagnóstico clínico e toxicológico. Só existe da Universidade de Coimbra e a taxa de empregabilidade ronda os 15%.

Fonte: Forum Estudante

A razão de sermos ” Quantum-Explicações”

O conhecimento é uno e de certa forma indivisível, mas a melhor forma de o apreendermos leva-nos à sua

Quantum Explicacões

Quantum Explicacões

repartição por distintas categorias do saber. Por esse motivo as abordagens à realidade são e dizem-se multidisciplinares.Precisamos da matemática para formular problemas de física ou de química.Recorremos à sociologia ou psicologia para compreendermos fenómenos económicos .

Apoiamo-nos na história para estudarmos as relações jurídicas.

A “ Quantum-Explicações “ é um espaço de ciência e saber, que não de mera informação onde alunos e Professores interagem socialmente, tendo como pano de fundo o conhecimento ciêntífico e técnico, seja ela estritamente teórico ou tacitamente prático.

Escolhemos o nome quantum por ser uma descoberta ciêntifica ( fótons ) e por a palavra se associar por similitude a “ quanto “, dando uma ideia figurativa de quantidade no âmbito matemático.

Associamos assim uma ideia da ciência física com uma fonética proxima da ciência matemática.

Mas se os alunos se por um lado sabem diferenciar os aspectos quantitativos dos qualitativos , o que será então o “ quantum “ na perspectiva da física ?

Max Planck , em 14 de Dezembro de 1900, anuncia, na Sociedade Berlinense de Física, que a energia não é emitida e nem absorvida continuamente, mas sim na forma de muito pequenas porções discretas chamadas quantum ou fótons , cuja grandeza é proporcional à frequência da radiação.

Nascia a Física Quântica e consolidavam-se as mudanças de concepção que já vinham sendo anunciadas desde os fins do século XIX. Abandonava-se, assim, definitivamente, a ideia de que a Física devia ocupar-se da causalidade do movimento pela tarefa teórica, amadurecida com a obra de Newton, no século XVII, de descrever a ordem natural, “com experiências seguras […], com o auxílio da geometria” procurando, como escreveu Kant no século XVIII, “estabelecer as regras segundo as quais ocorrem certos fenómenos na natureza .

Sublinhe-se que a Física nasce com Aristóteles no século III , como teoria do movimento.

Em 1924, Louis de Broglie propôs uma teoria segundo a qual os elétrons possuem uma onda associada, que influenciaria as características do seu movimento. A tese de De Broglie foi aperfeiçoada por Erwin Schrödinger, que a utilizou para chegar, em 1926, ao que é hoje a mais usada formulação matemática da Mecânica Quântica ( a equação de Schrödinger). A teoria ondulatória conseguiu explicar como os elétrons dos átomos não podem possuir qualquer energia, e, conseqüentemente, não podem ocupar qualquer órbita ao redor do núcleo, mas apenas algumas pré-definidas.

Einstein e Infeld em “The Evolution of Physics”, anotando que fora necessária “uma corajosa imaginação científica para reconhecer que o fundamental para a ordenação e a compreensão dos acontecimentos podia não ser o comportamento dos corpos; mas o comportamento de alguma coisa que se interpõe entre eles, isto é, o campo -“, indicam de forma clara os problemas que a Física Relativista trazia para a pretensão da Física Clássica de realizar a descrição do curso dos fenómenos através da representação visual das partículas em movimento. A relação de Einstein com a Física Quântica é interessante. Ele foi o primeiro a afirmar que a teoria quântica era revolucionária. A sua ideia de luz quântica foi um corte com a Física clássica, tendo passado os últimos anos da sua vida a encontrar uma teoria que unificasse a mecânica quântica com a sua teoria da relatividade geral , mas através de uma argumentação determinista e não probabilística ( Deus , não joga dados, dizia Einstein).

O advento da Física Quântica causou e tem causado enormes transformações na vida de todos nós .Nem sempre e nem todos estamos conscientes dos modos pelos quais uma revolução científica iniciada há cem anos pode-nos afectar ainda hoje, mas provavelmente já ouvimos falar de seu impacto na evolução da própria Física e de toda controvérsia gerada pelas dificuldades conceptuais de interpretação dos fenômenos quânticos . Os seus efeitos, porém, estender-se para além da Física, com desdobramentos importantes na Química, com a teoria de orbitais quânticos e suas implicações para as ligações químicas, e na Biologia, com a descoberta da estrutura do DNA e a inauguração da genética molecular, apenas para citar dois exemplos.

Podiamos, pois, ter escolhido outro nome, tão ou mais sugestivo do que este, mas aqui está a razão, porque em nome da ciência, do saber cognitivo  e dos alunos somos “ Quantum-Explicações “.

Explicações Lisboa

Somos um grupo de professores licenciados ou mestres em diversas áreas de conhecimento multidisciplinar, com experiência no sucesso dos nossos alunos .

Damos explicações, de muitas disciplinas, ao ensino superior, ao ensino secundário e ao ensino básico , em sala de explicações com Professores qualificados  entre as quais realçamos as disciplinas no âmbito da matemática, física, química, economia, Português, contabilidade, estatística, Algebra, Inglês  … entre outras .

Apesar de apresentando-nos como Quantum – Centro de Explicações de Lisboa, preservamos uma relação muito pessoal com cada aluno, num ambiente quase familiar, como de explicações ao domicílio se tratasse .

O ano letivo começa a 1 de setembro com a preparação de turmas e horários para os professores e para a aquisição de manuais escolares e outros materiais para os alunos e encarregados de educação.

Um bom ano para todos os agentes educativos

 

 

Explicações

O Centro de Explicações de Lisboa, tem um vasto leque de disciplinas e professores ( licenciados, mestres, doutores e doutorandos) para ministrar explicações aos seus alunos.

Nunca cairemos, na perspetiva ” demagógica”, “falsa” ou ” hipócrita” de informar que ministramos todas as “disciplinas”, porque, simplesmente não existe em Portugal ou em qualquer parte do mundo, nenhuma escola, universidade e muito menos Centro de Explicações, que com dignidade e honestidade, possa afirmar essa realidade, que só pode ser virtual. As unidades curriculares em todo o sistema de ensino Português são imensas e são superiores a 1500.

   Dessa forma, é pretencioso, centros de explicações proclamarem que ministram todas as disciplinas, do universo educativo Português.

Isso pode revelar, o desconhecimento, da realidade educativa ou simplesmente “oportunismo comercial”.

A educação e a saúde, são as unicas atividades económicas em que os utentes são tratados respetivamente por alunos e doentes, sendo todos os outros de outras atividades, denominados clientes.

Não é por acaso, que a sociedade civil  considera com deferência e respeito social o ensino, a ciência e o conhecimento gerado no sistema de ensino.

Por esse facto, exige-se responsabilidade e bom senso aos agentes educativos, o que significa “verdade” e não uma atividade ” falaciosa” e “hipócrita”.

Afirmar que um Centro de Explicações ministra todas as disciplinas do ensino básico Português é plausível, a despeito de podermos questionar a veracidade desse anúncio.

No entanto, propanguandear que um Centro misnistra todas as disciplinas do ensino secundário é “mentir” e muito mais será quando se afirma que um Centro oferece explicações de todas as ” cadeiras ” de ensino superior.

Nós no Quantum-Explicações, não ministramos algumas disciplinas do ensino secundário , nomeadamente disciplinas específicas dos cursos profissionais, como:  Área de Integração,  Qualidade, Segurança e Ambiente. Produção Pecuária, Nutrição, Reprodução e Melhoramento, Alemão, Latim e Grego, Modelagem, Técnicas de Comunicação em Acolhimento Turístico … etc

Tambêm, no que concerne ao ensino superior, não ministramos muitas disciplinas, pois afirmá-lo, seria uma enorme irresponsabilidade ( talvez um crime público).

Sertá que os Centros de Explicações, que dizem ministrar todas as disciplinas,  como antropologia, espelhologia, física quântica, física nuclear, direito marítimo, direito administrativo, engenharia textil, italiano, aerodinâmica só para falar de algumas ( poucas) disciplinas do universo do ensino superior ?

A honestidade, é o princípio do conhecimento e este requer qualidade interventiva e ” verdade”.

A verdade não tem preço e exige trabalho e empenhamento

É essa uma das  razões entre outras, que o Quantum-Explicações é considerado um dos melhores Centros de Explicações de Lisboa e de Portugal

Sistema de ensino em Portugal

A Educação engloba os processos de aprender e ensinar.

É um fenômeno inerente a qualquer sociedade e aos grupos que a constituem, sendo responsável pela sua manutenção e perpetuação transmissíveis, às gerações vindouras  de modos culturais de ser, estar e de estar indispensáveis à boa convivência humana. Enquanto processo de sociabilização, a educação é exercida nos diversos espaços de convívio social, seja para a adequação do indivíduo à sociedade, do indivíduo ao grupo ou dos grupos à sociedade. Nesse sentido, educação coincide com os conceitos de socialização e endoculturação, mas não se resume a estes.

Em Portugal o ensino básico está distribuído por três ciclos :

  • 1.º ciclo (1.º ano ao 4.º ano);
  • 2.º ciclo (5.º e 6.º ano);
  • 3.º ciclo (7.º ao 9.º ano).

As classificações dos alunos são fundamentalmente qualitativas e também quantitativas nos 2º e 3º ciclos.

A maior ênfase boa aprendizagem, centra-se na língua Portuguesa, na matemática e na compreensão do meio físico, sendo o 3º ciclo mais abrangente.

Instituto Superior de Economia e Gestão ( ISEG)

Torre Norte do Instituto Superior Técnico.

O ciclo seguinte é designado por Ensino Secundário – abrange os 10.º, 11.º e 12.º anos e tem um sistema de organização próprio, diferente dos restantes ciclos. A mudança de ciclo pode, em vários casos, ser marcada pela mudança de escola, sendo, por exemplo, as escolas que abrangem o 1.º ciclo mais pequenas que as restantes, tendo em média cerca de 200 alunos, enquanto que as do 2.º e 3.º ciclos e as secundárias podem facilmente atingir os 2000 alunos.

A taxa de alfabetização nos adultos situa-se nos 95%. As matrículas para a escola primária estão próximas dos 100%. Apenas 20% da população portuguesa em idade de frequentar um curso de ensino superior frequenta as instituições de ensino superior do país. Para além de ser um dos principais destinos para os estudantes internacionais, Portugal está também entre os principais locais de origem de estudantes internacionais. Todos os estudantes do ensino superior, tanto a estudar no país como no estrangeiro, totalizaram cerca de 380 mil alunos em 2005.

 

O ciclo seguinte é designado por Ensino Secundário – abrange os 10.º, 11.º e 12.º anos e tem um sistema de organização próprio, diferente dos restantes ciclos. A mudança de ciclo pode, em vários casos, ser marcada pela mudança de escola, sendo, por exemplo, as escolas que abrangem o 1.º ciclo mais pequenas que as restantes, tendo em média cerca de 200 alunos, enquanto que as do 2.º e 3.º ciclos e as secundárias podem facilmente atingir os 2000 alunos.

A taxa de alfabetização nos adultos situa-se nos 95%. As matrículas para a escola primária estão próximas dos 100%. Apenas 20% da população portuguesa em idade de frequentar um curso de ensino superior frequenta as instituições de ensino superior do país. Para além de ser um dos principais destinos para os estudantes internacionais, Portugal está também entre os principais locais de origem de estudantes internacionais. Todos os estudantes do ensino superior, tanto a estudar no país como no estrangeiro, totalizaram cerca de 380 mil alunos em 2005.

As Universidades Portuguesas existem desde 1290, sendo a primeira a Universidade de Coimbra, que, no entanto, estabeleceu-se primeiramente em Lisboa antes de se fixar definitivamente em Coimbra. As universidades são geralmente organizadas em faculdades, institutos e escolas. A Declaração de Bolonha foi adoptada desde 2006 pelas universidades e institutos politécnicos portugueses. Nas Universidades, as avaliações são feitas numa escala de 1 a 20 valores. Em média, os cursos demoram três anos, o que equivale a nove trimestres, sendo que no fim deste período (e depois dos exames finais), é efectuada a média final do aluno, e se conseguir, a partir daí o aluno está oficialmente formado na área que escolheu (porém, pode aumentar sempre a sua qualificação com um Mestrado, e posteriormente, com um doutoramento).

Existem ainda Institutos Politécnicos de ensino superior espalhados por quase todos os distritos de Portugal.

Centro de Explicações Lisboa

Promovemos  explicações individuais ou em grupo ( máximo de 3 alunos ), o que permite uma intervenção pedagógica diferenciada e personalizada, por forma a atingir a otimização dos resultados escolares.

Explicações em sala com professores licenciados, mestres, doutorandos ou doutorados, do 1º ano de nível de escolaridade ao ensino superior

– preparação para testes e exames do 9º ano
– preparação para testes e exames do 11º ano
– preparação para testes e exames do 12º ano
– preparação especial para acesso ao ensino superior para mais de 23 anos
– preparação para testes e exames ao ensino superior ( Universitário ou Politécnico )

Navegue no nosso site, solicite informações e contacte-nos.

Temos respostas pedagógicas para si …

Realização de trabalhos a alunos do ensino superior

A razão porque o Quantum-Explicações não realiza trabalhos aos alunos

Alguns estudantes do ensino superior contactam-nos a solicitar a realização de trabalhos específicos a certas “cadeiras”, os quais são elementos básicos de avaliação das mesmas.

Algumas das Instituições Universitárias e Politécnicas privadas, utilizam o trabalho individual e mais raramente trabalho de grupo, para aquilatar as competências cognitivas dos seus alunos.

Alguns Centros de Explicações, quando tem nos seus quadros explicadores com capacidade de os efetuar ( e são poucos com essa competência ), realizam-nos,  exigindo valores muito elevados.

Com efeito, estes valores justificam-se, já que o trabalho adquirido como o de um ” bem de consumo” se tratasse, deve ser entregue ” imaculado” e sem qualquer erro, nos conceitos, nas definições ou nos cálculos se for o caso.

Alguns desses trabalhos poderão mesmo, consumir ao explicador várias horas para os realizar, de forma competente.

Do ponto de vista comercial, poderia ser interessante, mas o Quantum-Explicações, não realiza esse serviço.

 

Passamos a explicar porquê … !

Não é por acaso, que, aos doentes e aos alunos, a sociedade civil e o próprio Estado, não chama de clientes. Os alunos são  estudantes e os doentes são  pacientes, mesmo quando pagam um serviço. No entanto, em qualquer outra atividade económica, o pagador é denominado de cliente, ao consumir um bem ou um serviço.

A sociedade tem uma “etiqueta” especial, para os alunos e os doentes, pelo respeito que a educação e a saúde, merecem e que os diferencia de outras atividades.

Uma sociedade é tanto mais culta e mais apta, quanto maior for o conhecimento e os saberes dos seus cidadãos.

A feitura de trabalhos, em nome do aluno, é uma fraude, pois substitui aquilo que o aluno deveria saber, decorrente do seu estudo, por uma compra direta e não assimilada, dos saberes de um professor.

Isto é, a facilitação, que conduz ao nosso empobrecimento coletivo, o qual é “per si” iníquio, pois separa aqueles que pagam conhecimentos que não tem, daqueles que assimilam conhecimentos, através do seu esforço.

Nunca nenhum aluno das Universidades Públicas, da Universidade Católica ou da Universidade Lusíada, para falar de algumas Instituições, entre outras, nos pediram este serviço, mas temos a certeza que os professores das Instituições politécnicas ou universitária que possibilitam a avaliação através de trabalhos não tem em mente, avaliar trabalhos realizados por outrem, pois são os conhecimento dos seus alunos a fonte da sua avaliação.

No nosso quadro de colaboradores existem quatro professores Universitários que se sentiriam defraudados se os seus alunos se socorrecem à compra trabalhos.

Estaremos no Quantum-Explicações, sempre dispostos, com muito orgulho e empenhamento a ajudar os alunos a realizar os seus trabalhos ou exercícios ( metodologias, conceitos, definições, cálculos, raciocínios lógicos e abstratos), mesmo aqueles que contem diretamente para a avaliação, mas não nos substituiremos ao aluno na realização final do seu trabalho.

Desta forma, garantimos que o aluno, adquiriu conhecimentos, não os comprou.

O primeiro terá no final um curso com conhecimentos para praticar o segundo terá um ” canudo” que não lhe sevirá para nada na vida real.

Preservamos a qualidade do ensino, ministrando explicações de qualidade.

” o único local onde o sucesso vem antes do trabalho é no dicionário”

Albert Einstein 

Explicações de Inglês

Desenvolver competências de produção textual e capacidades de comunicação verbal na língua Inglesa é um dos vários objetivos que o Ministério de Educação propõe no programa curricular da disciplina de Inglês, num contexto de uma Europa, no sentido estrito e no mundo ” latus sensu” pluricultural e plurilingue.

A capacidade de comunicação com os cidadãos deste mundo global, revela-se não só um requisito basilar como um fundamento inalienável de educação cívica, democrática e humana.

A língua Inglesa tendo vindo cada vez mais a ganhar o estatuto de principal língua de comunicação entre os povos: nas tecnologias de informação, na

comunicação ciêntifica, nos negócios ou mesmo simplesmente na atividade turística dos cidadãos.

O Quantum-Explicações propõe-se a ajudar os alunos a adquirir as ferramentas necessárias para utilizar  a língua Inglesa não só na perspetiva de facultar oportunidades de contacto com realidades linguísticas diversificadas, mas também preparar os estudantes para o seu sucesso escolar na língua Inglesa, ampliando assim a capacidade de absorver conhecimentos que muitas vezes só são expostos na língua de William Shakespeare.

Ler, ouvir, falar e escrever, integrando a dimensão sociocultural na interpretação e produção de texto, por parte do aluno na utilização da língua Inglesa ( a palavra, a frase, a prosódia ) e tendo como pano de fundo as macrofunções do discurso, os tipos de texto e as intenções de comunicação.

Para o ensino secundário em particular, no domínio da interpretação os alunos devem ler ( compreender diversos tipos de texto – textos curtos , extensos, literários ou não literários ) e ouvir ( compreender o discurso fluido e acompanhar linhas de argumentação ).

No domínio da produção os estudantes devem falar ( interagir com eficácia na língua Inglesa participando no diálogo e defendendo os seus pontos de vista ) e escrever ( elaborando textos de forma estruturada e com capacidade de síntese mobilizando conhecimentos adquiridos )

Consulte neste site os nossos preços e contacte-nos, pois temos respostas pedagógicas para si. 

A problemática dos Centros de Explicações

1. as explicações podem permitir (embora tal possa não acontecer sempre) um ensino individualizado, o que contrasta com o ensino massificado oferecido pelos sistemas educativos modernos;

2. as explicações podem apresentar-se como o espaço de realização dos trabalhos de casa, o que mostra mais uma dimensão da complementaridade que pode existir com o sistema regular de ensino;

3. as explicações podem ainda realizar a função (quiçá uma das mais apreciadas pelos clientes destes serviços) de preparação para os exames, cuja relevância máxima é atingida no caso do exame nacional;

4. as explicações podem cumprir ainda a função (mais social do que académica, reconheça-se) de apoio à família, oferecendo serviços de ocupação dos tempos livres vitais para uma família nuclear cada vez mais restrita e com elevados índices de ocupação laboral fora da esfera doméstica.

Alexandre Ventura
António Neto-Mendes
Jorge Adelino Costa
Sara Azevedo
Universidade de Aveiro (Portugal)

Educação hoje …

A tarefa da educação é delicada porque supõe em princípio, amor, desprendimento, doçura, firmeza, paciência e decisão.

Educar é como ensinar alguém a andar ( nada de metafórico existe nesta comparação ). Andar verticalmente e falar é a educação mais fundamental do modo de ser quem somos: humanos. Aprender a ler, a fazer contas e a dominar a técnica, o conhecimento científico e o processo de desenvolvimento de mais e mais conhecimentos no âmbito de uma comunidade em que estamos imersos é a mesma coisa que aprender a falar.

Todos esses aspetos que enquanto adultos nos envolvem são distinções no âmbito do processo crucial que nós próprios somos: um erguer e um puxar, um indicar de possibilidades, um mostrar de mundos, um incentivar e ajudar, um responsabilizar, autonomizar e cuidar.

Assim, quem ensina deve dominar uma maior massa de informações e tê-la sempre pronta a ser utilizada, mas mais do que isso, ensinar requer algo muito mais difícil, complexo e poderoso: deixar aprender.

Apresentação

Dispomos , para além de explicações individuais e/ou em pequenos grupos de 2 ou 3 alunos ( não é preciso trazer colega para formar um grupo ), sala de estudo com um ambiente simples, familiar e com bastante luz propiciando aos nossos alunos as condições físicas, envolventes, indispensáveis pela apetência pelo estudo e pelo conhecimento e onde não descuramos a boa relação humana e inter pessoal , entre alunos e entre professores e alunos .

Regemo-nos, por critérios de rigor e exigência, por forma a proporcionarmos qualidade nos serviços que prestamos, única forma de garantir o sucesso escolar e humano dos nossos alunos .

Para esse objectivo, contamos com Professores , todos com Licenciatura ou Mestrado ou doutoramento, sempre empenhados no sucesso, única forma de marcarmos a diferença .

“ O nosso sucesso é o sucesso dos nossos alunos “

Podem os juízos filosóficos em particular os juízos morais, serem objetivos ?

Artigo de opinião    

“Tambêm aqui moram os Deuses” de João Carlos Silva

Talvez fosse útil, e mesmo filosoficamente conveniente, começar por definir de uma forma suficientemente rigorosa os conceitos de subjectividade e de objectividade que se tem em mente, a fim de evitar equívocos desnecessários que só podem atrapalhar a discussão e torná-la inconsequente por razões de ambiguidade conceptual. Assim, se definirmos a objectividade de um juízo ou conhecimento como a propriedade lógica ou epistémica que os torna verdadeiros ou válidos independentemente da subjectividade dos agentes que os concebem, isto é, dos seus gostos, interesses, opiniões, desejos ou crenças pessoais, enquanto definimos a subjectividade como a propriedade de um juízo ou conhecimento que faz depender a sua verdade ou validade desses mesmos agentes, ou seja, das suas opiniões, gostos, crenças, desejos ou interesses pessoais, então não vejo como se poderá considerar – e muito menos afirmar dogmaticamente, sem qualquer argumento digno desse nome, como foi o caso – que nem a lógica nem qualquer área da ciência ou da filosofia podem ser ou aspirar a ser epistemicamente neutrais ou objectivas. Se entendermos ambos os conceitos da forma acima referida, como é que se pode consistentemente afirmar que, por exemplo, o príncipio lógico da identidade, segundo o qual A= A, ou o princípio da implicação, segundo o qual se A implica B e B implica C, então A implica C, ou a famosa fórmula fisica que faz equivaler matematicamente a energia à massa x a velocidade da luz ao quadrado, são juízos ou conhecimentos subjectivos, próprios para boi dormir?! Só se entender por subjectivo o facto óbvio e indiscutível de serem descobertos, pensados, formulados e conhecidos por sujeitos, mas esse não é, seguramente, o sentido filosoficamente relevante do termo, pois é evidente que se não existissem sujeitos capazes de conhecer também não haveria, pura e simplesmente conhecimento, só que isso não prova que todos os pensamentos e conhecimentos produzidos ou alcançados por aqueles sejam em si mesmos subjectivos no sentido acima indicado, mas tão só no sentido trivial e irrelevante para o caso de haver um sujeito que os tem. Deste modo, as leis da lógica e as leis da física ou bem que são objectivamente válidas e verdadeiras ou bem que não são, conforme descrevam ou não adequadamente as regras que o raciocínio deve cumprir para poder ser considerado formalmente válido, no caso da lógica, ou as regras estruturais que presidem ao funcionamento básico da Natureza, no caso da física, sendo as verdadeiras completamente independentes do facto de haver ou não quem as conceba bem ou mal, pois mesmo que não existissem seres humanos dotados de subjectividade para o fazer (e mesmo aqui teriamos que distinguir a subjectividade transcendental própria da razão universal, comum a todos nós, das subjectividades individuais próprias de cada um), continuariam a existir as mesmas leis da lógica e da Natureza, apenas com a diferença de que não seriam conhecidas por nós.

João Carlos Silva – Escritor e professor de filosofia

 

Caso haja interesse em ler o artigo completo, aqui fica o link que lhe dá acesso:

http://www.goodreads.com/story/show/275641-podem-os-ju-zos-filos-ficos-ser-objectivos-em-particular-os-ju-zos-mora

A revolução ideológica do Estado – a direita política

Artigo de opinião

 

Quantos pobres são necessários para se produzir um rico? 

 

«E eu pergunto aos economistas, políticos, aos moralistas, se já calcularam o número de indivíduos que é forçoso condenar à miséria, ao trabalho desproporcionado, à desmoralização, à infâmia, à ignorância crapulosa, à desgraça invencível, à penúria absoluta, para produzir um rico?»

Almeida Garret

 

Passaram tantos anos, mas a descrição dos nossos intelectuais mais contemporâneos, sobre a nossa praxis e o nosso ” ser” continua, estranhamente atual.

Basta ler, Eça de Queiroz, Fernando Pessoa ou Almeida Garret, por exemplo, para sentirmos que estruturalmente nada mudou e que as suas mensagens atravessam o tempo.

Desde a mesquinhez ou inveja que caracteriza muitos dos Portugueses, à tristeza na “alma” quando tudo corre mal ou à euforia desmedida nos momentos de sucesso ( em qualquer dos casos excessivos) até à economia política e à moral social que reina, comandando este povo raramente bem governado.

Vem isto, a propósito das medidas anunciadas pelo nosso primeiro- ministro, Dr Passos Coelho, na passada semana, as quais se integrarão no “ orçamento do estado Português “ para o ano civil de 2013.

Jamais, os nossos governantes tiveram a ousadia (mesmos aqueles que se encontram à direita do espectro político), de forma brutal, diria mesmo selvagem, de desqualificar e ofender o factor trabalho e concomitantemente proteger o factor capital.

A crise económica que vivemos, não teve génese em Portugal, e o seu nascimento centrou-se nos Estados Unidos da América, com a grave crise financeira provocada inicialmente pelo “ sub-prime”, cujas responsabilidades são totalmente atribuídas a muitas Instituições Financeiras Americanas, sem escrúpulos, cuja ânsia de lucro não tem limites no universo.

Da crise financeira à crise económica e monetária foi um pequeno passo à escala mundial, com maior enfase para a Europa e para parte do continente Americano.

E aqui estamos, com uma das maiores crises de dívida pública, de dívida externa, de desequilíbrio orçamental, de desemprego e de crescimento económico que há memória nos tempos mais recentes, sem que possamos afirmar da inculpabilidade de governos de centro de direita ou de esquerda.

Mas quem paga, essa crise?

Há uns anos atrás estruturas políticas da esquerda mais radical, tinham um slogan “ os ricos que paguem a crise “, hoje a direita não utiliza slogan, mas apenas o comportamento de  “ser muito forte com os fracos e muito fraco com os fortes “ .

Se esta direita que se instalou no poder pelo poder, que em campanha eleitoral “ gritou “ que não tocaria nos salários, não levou muito tempo a fazer tudo o que tinha negado.

Para chegar ao poder tudo vale e a isso chamamos hipócrisia e pessoas sem escrúpulos e talvez o povo seja mais simples chamando-os de mentirosos ….

O slogan desta direita insensível às pessoas e ao sofrimento humano, se fosse apregoado,  seria outro : ” a classe média e os trabalhadores que paguem a crise, proteja-se os ricos “.

Não está, nem nunca esteve em causa, o esforço coletivo de defender a nossa soberania, o que engendra quer queiramos ou não, politicas económicas, orçamentais, sociais, regionais ( esqueçamo-nos das politicas câmbiais e monetárias das quais já não somos soberanos ) e outras, que implicitamente nos coagem à austeridade económica, social e cultural.

O que está em causa é a equidade ( ekwiddád ) do latim equitas, átis – justiça natural; virtude daqueles que nos seus atos e julgamentos reconhece igual ou com imparcialidade o direito de cada um.

E não apenas a equidade entre trabalhadores ( factor trabalho ), mas também aquela que concerne ao esforço que deveria ser implementado no factor capital.

Estranhamente colegas meus, vem a público afirmar que os salários pagos na função pública são ligeiramente superiores ao setor privado, sem proceder a uma análise mais fina do que afirmam.

Sem dúvida que os profissionais menos qualificados da função pública serão relativamente melhor pagos que o setor privado, o que não é muito difícil, pois mesmo ganhando  pouco, tem remunerações um pouco superiores ao salário mínimo nacional, cujo patronato privado  ( e não digo empresariado ), teima em pagar o mínimo legal, para engordar os seus lucros ou para suportar a sua atividade de pouco valor acrescentado e portanto de pouco valor económico.

Mas a função pública não são só trabalhadores pouco ou não qualificados. No setor empresarial do Estado e no setor publico administrativo, trabalham profissionais altamente qualificados, ciêntistas, gestores, investigadores, professores, médicos, biólogos, veterenários, geólogos, arquitetos, economistas, agrónomos, químicos, físicos, sociólogos, juristas etc, e a maioria desses profissionais tem vencimentos inferiores ao setor privado, para funções semelhantes .

Portanto, tomar o todo pela parte, não é uma prática muito ciêntifica e só pode ser justificada pela miopia que o desejo de argumento ideológico produz.

Há economistas e economistas.

Há correntes ideológicas na ciência económica ( classicos, néo-classicos e novos clássicos, os Keynesianos, marxistas, intitucionalistas, monetaristas entre outros ).

Arthur Laffer, o guru da  economia da oferta, que inspirou a política de Ronald Reagan nos anos 80 afirmava que “demasiado imposto mata o imposto”.

 Uma taxa de imposto demasiado elevada desencoraja o investimento e a atividade económica.

Se o esforço requerido aos trabalhadores da função pública e aos trabalhadores do setor empresarial do estado é já se si iníquo,  muito mais o é quando comparado com o esforço de participação nacional dos outros trabalhadores do setor privado e muitíssimo, mais ainda quando confrontado com esforço quase inexistente dos rendimentos do  factor capital ( rendas, juros e lucros).

Existem dois paises económicos, por um lado, um formado pelos agentes económicos, Estado e Instituições Financeiras que se protegem mutuamente, porque vivem em “osmose”  ( a estes ainda se podem juntar algumas grandes empresas, que vivem em quase monopólio ) e por outro lado, os outros agentes económicos, a maioria das empresas e as famílias condenados a pagar a crise, que  outros criaram.

O aumento da taxa social única agora separada com a contibuição igualitária de 18% , tanto para o beneficiário ( trabalhador ) como para o contribuinte ( empresas ) faz aumentar  a favor do estado a comparticipação para 36%, contra os 34,75% anteriores ( aumento arrecadado pelo estado de 1,25%) aumentando  ” cetaris paribus ” a carga contributiva de quem trabalha, aliviando as empresas.

O estado arrecadará , assim, aos trabalhadores, mais :

  • 2800 milhoes de euros ao trabalhadores do setor privado
  • 1800 milhões de euros à função pública e ao setor empresarial do estado
  • 1260 milhões de euros aos pensionistas

Isto é, o Estado retira aos trabalhadores mais 6860 milhões de euros em 2013.

Em contrapartida alivia as empresas e as Intituições Financeiras em  – 2300 milhões de euros

Em resumo, o agente económico estado, continua a olhar para o seu ” umbigo” tirando ao fator trabalho, e distribuindo o que cobra a estes, por si e pelo fator capital.

A revolução ideológica, está em marcha. A direita política, está a realizar  em meses aquilo que sonhava há anos : facilitar os despedimentos, diminuir o rendimento disponivel de quem trabalha por conta doutrem, fingir desconhecer existência de uma constituição e de qualquer decisão do tribunal constitucional, proteger a Banca e os grandes grupos económicos, não tomando medidas anti-monopolistas para que a economia de mercado funcione, o que é ” per si” politicamente criminoso.

Não conhecemos medidas relevantes de renegociação das parcerias público privadas (PPP), nem no corte daquilo que dizem ser as “gorduras do estado”, nem do corte aos beneficios às mais de 800 fundações que proliferam no país, nem medidas relevantes para taxar as transações financeiras, etc.

Para o nosso Governo renegociar contratos com o fator capital ( PPP e outros ) é muito difícil, porque os contratos são complexos e porque o Estado deve cumprir e respeitar o que assinou.

Mas os contratos de trabalho, esses sim ! O Estado assume o papel de rasgar qualquer contrato e desresponsabiliza-se de cumprir o que acordou.

Nunca foi tão claro que este governo é ” forte com os fracos e fraco com os fortes “.

Com estas medidas vamos criar mais ricos ou ajudar a enriquecer mais aqueles que já o são, à custa da classe média e daqueles que vivem do trabalho por conta doutrem, verdadeiro objetivo da direita “provinciana” que se veio instalar em Lisboa, cercando os ministérios e cedendo  favores do estado ( que é de todos nós ) a alguns poderosos interesses económicos e financeiros.

As micro, pequenas e médias empresas, são as responsáveis por 97% do emprego em Portugal, que agora serão aliviadas em 5,75%  da remuneração dos seus funcionários, relativos à contribuição para a segurança social, mas como o consumo interno terá uma redução muito relevante, em função da diminuição do rendimento líquido das famílias, muitas destas empresas irão descer as suas vendas e na maior parte delas a aflição e incapacidade de sobrevivência, ditará a sua insolvência,  jamais criando emprego.

Só as grandes empresas lucrarão e sem criar emprego.

As empresas que não concorrem, oligopóleos, monopólios ou quase monopólios, trusts (escondidos), essas sim, toda a politica fiscal e não só, as fortalecerá.

Confesso que não sou adepto da escola monetarista.

Milton Friedman, percursor do liberalismo económico ( laissez faire laissez passé ), nunca teve uma ideia para a defesa de mercado de livre concorrência.

O liberalismo económico transforma a grande virtude da economia de mercado, que só funciona bem, em concorrência perfeita, numa economia de concorrência imperfeita a caminho do caplitalismo selvagem.

É por isso, que a intervenção do estado é essencial, nomeadamente através de medidas anti-monopolisticas.

Prometo para outra oportunidade, se a Direção do Quantum-Explicações me autorizar, escrever neste site, sobre a temática do favorecimento do Estado, (ideológicamente de direita) aos poderosos grupos económicos desprotegendo quase completamente aqueles que funcionam em concorrência perfeita e as famílias, que são a ” fortaleza” da economia de mercado e da própria democracia.

 Quantos pobres são necessários para se produzir um rico?

Almeida Garret

Nuno Mendes Lopes

Economista – Professor e Administrador de Empresas

Ser docente no contexto atual

ARTIGO DE OPINIÃO

Mesmo quem não atue como docente, um dia passou por uma escola e tornou-se o que você é hoje !

Sou professora do Estado do Paraná e fiquei indignada com a reportagem da jornalista Roberta de Abreu Lima “Aula Cronometrada”.  É com grande pesar que vejo quão distante estão seus argumentos sobre as causas do mau desempenho escolar com as VERDADEIRAS  razões que  geram este panorama desalentador. Não há necessidade de cronômetros, nem de especialistas  para diagnosticar as falhas da educação.  Há necessidade de todos os que pensam que: “os professores é que são incapazes de atrair a atenção de alunos repletos de estímulos e inseridos na era digital” entrem numa sala de aula e observem a realidade brasileira. Que alunos são esses “repletos de estímulos” que muitas vezes não têm o que comer em suas casas quanto mais inseridos na era digital?  Em que  pais de famílias oriundas da pobreza  trabalham tanto que não têm como acompanhar os filhos  em suas atividades escolares, e pior em orientá-los para a vida?  Isso sem falar nas famílias impregnadas pelas drogas e destruídas pela ignorância e violência, causas essas que infelizmente são trazidas para dentro da maioria das escolas brasileiras. Está na hora dos professores se rebelarem contra as acusações que lhes são impostas. Problemas da sociedade deverão ser resolvidos pela sociedade e não somente pela escola. Não gosto de comparar épocas, mas quando penso na minha infância, onde pai e mãe, tios e avós estavam presentes e onde era inadmissível faltar com o respeito aos mais velhos, quanto mais aos professores e não cumprir as obrigações fossem escolares ou simplesmente caseiras, faço comparações com os alunos de hoje “repletos de estímulos”. Estímulos de quê?  De passar o dia na rua, não fazer as tarefas, ficar em frente ao computador, alguns até altas horas da noite, (quando o têm), brincando no Orkut, ou, o que é ainda pior, envolvidos nas drogas. Sem disciplina seguem perdidos na vida.

Realmente, nada está bom.  Porque o que essas crianças e jovens procuram é amor, atenção, orientação e disciplina.

Rememorando, o que tínhamos nós, os mais velhos,  há uns anos atrás de estímulos? Simplesmente: responsabilidade, esperança, alegria. Esperança que se estudássemos teríamos uma profissão, seríamos realizados na vida. Hoje os jovens constatam que se venderem drogas vão ganhar mais. Para quê o estudo? Por que numa época com tantos estímulos não vemos olhos brilhantes nos jovens? Quem, dos mais velhos, não lembra a emoção de somente brincar com os amigos,  de ir aos piqueniques, subir em árvores?

E, nas aulas, havia respeito, amor pela pátria.. Cantávamos o hino nacional diariamente, tínhamos aulas “chatas” só na lousa e sabíamos ler, escrever e fazer contas com fluência.

Se não soubéssemos não iríamos para a 5ª. Série. Precisávamos passar pelo terrível, mas eficiente, exame de admissão. E tínhamos motivação para isso.

Hoje, professores “incapazes” dão aulas na lousa, levam filmes, trabalham com tecnologia, trazem livros de literatura juvenil para leitura em sala-de-aula (o que às vezes resulta em uma revolução),  levam alunos à biblioteca e a outros locais educativos (benza, Deus, só os mais corajosos!) e, algumas escolas públicas onde a renda dos pais comporta, até a passeios interessantes, planejados minuciosamente, como ir ao Beto Carrero.

E, mesmo, assim, a indisciplina está presente, nada está bom. Além disso, esses mesmos professores “incapazes”, elaboram atividades escolares como provas, planejamentos, correções nos fins-de-semana, tudo sem remuneração;

Todos os profissionais têm direito a um intervalo que não é cronometrado quando estão cansados. Professores têm 10 minutos de intervalo, quando têm de escolher entre ir ao banheiro ou tomar às pressas o cafezinho. Todos os profissionais têm direito ao vale alimentação, professor tem que se sujeitar a um lanchinho, pago do próprio bolso, mesmo que trabalhe 40 h.semanais. E a saúde? É a única profissão que conheço que embora apresente atestado médico tem que repor as aulas. Plano de saúde? Muito precário.

Há de se pensar, então, que  são bem remunerados… Mera ilusão! Por isso, cada vez vemos menos profissionais nessa área, só permanecem os que realmente gostam de ensinar, os que estão aposentando-se e estão perplexos com as mudanças havidas no ensino nos últimos tempos e os que aguardam uma chance de “cair fora”.Todos devem ter vocação para Madre Teresa de Calcutá, porque por mais que  esforcem-se em ministrar boas aulas, ainda ouvem alunos chamá-los de “vaca”,”puta”, “gordos “, “velhos” entre outras coisas. Como isso é motivante e temos ainda que ter forças para motivar. Mas, ainda não é tão grave.

Temos notícias, dia-a-dia,  até de agressões a professores por alunos. Futuramente, esses mesmos alunos, talvez agridam seus pais e familiares.

Lembro de um artigo lido, na revista Veja, de Cláudio de Moura Castro, que dizia que um país sucumbe quando o grau de incivilidade de seus cidadãos ultrapassa um certo limite.

E acho que esse grau já ultrapassou. Chega de passar alunos que não merecem. Assim, nunca vão saber porque devem estudar e comportar-se na sala de aula; se passam sem estudar mesmo, diante de tantas chances, e com indisciplina… E isso é um crime! Vão passando série após série, e não sabem escrever nem fazer contas simples. Depois a sociedade os exclui, porque não passa a mão na cabeça. Ela é cruel e eles já são adultos.

Por que os alunos do Japão estudam? Por que há cronômetros? Os professores são mais capacitados? Talvez, mas o mais importante é  porque há disciplina. E é isso que precisamos e não de cronômetros.  Lembrando: o professor estadual só percorre sua íngreme carreira mediante cursos, capacitações que são realizadas, preferencialmente aos sábados. Portanto, a grande maioria dos professores está constantemente estudando e aprimorando-se. Em vez de cronômetros, precisamos de carteiras escolares, livros, materiais, quadras-esportivas cobertas (um luxo para a grande maioria de nossas escolas), e de lousas, sim, em melhores condições e em maior quantidade..

Existem muitos colégios nesse Brasil afora que nem cadeiras possuem para os alunos sentarem. E é essa a nossa realidade!  E, precisamos, também, urgentemente de educação para que tudo que for fornecido ao aluno não seja destruído por ele mesmo

Em plena era digital, os professores ainda são obrigados a preencher os tais livros de chamada, à mão: sem erros, nem borrões  (ô, coisa arcaica!), e ainda assim se ouve falar em cronômetros. Francamente!!!

Passou da hora de todos abrirem os olhos  e fazerem algo para evitar uma calamidade no país, futuramente. Os professores não são culpados de uma sociedade incivilizada e de banditismo, e finalmente, se os professores  até agora  não responderam a todas as acusações de serem despreparados e  “incapazes” de prender a atenção do aluno com aulas motivadoras é porque não tiveram TEMPO.

Responder a essa reportagem custou-me metade do meu domingo, e duas turmas sem as provas corrigidas.

 

Vanessa Storrer – professora da rede Municipal de Curitiba