Explicações individuais ou em grupo. Como escolher ?

AlunosAs explicações a alunos que frequentam o ensino educativo,  são como conceito  “clássico”, uma atividade em que um professor ajuda um estudante, de forma individual e personalizada, a recuperar conteúdos programáticos, a explicar matérias não apreendidas corretamente em sala de aula e a preparar testes, frequências ou exames.Portanto, o conceito genérico de explicações é o da explicação individual.

No entanto a crescente procura de explicações particulares em todo o mundo e também em Portugal, engendrou a necessidade de conferir ao universo estudantil a possibilidade de acesso a este tipo de serviços, não hostilizando aqueles cuja capacidade económica fosse mais débil.

Os Centros de Explicações, viabilizaram o acesso dos alunos de uma forma “democrática”  às explicações, criando explicações em grupo, a um preço mais acessível.

Lição em sala de aula

Lição em sala de aula

A questão que se poderá colocar é a de que ” será a explicação em grupo, tão rentável em termos de aquisição de conhecimentos como a explicação individual ?

Na maioria dos casos as explicações individuais são mais rentáveis que as explicações em grupo, apesar destas, em certas condições muito específicas poderem ser tão rentáveis como as individuais, dependendo da caracteristica dos alunos do grupo e portanto, com alguma aleatórieadade.

Explicações individuais

Releve-se, neste particular, que o grau de rentabilidade, das explicações em grupo, em termos gerais, vai diminuindo com o nível de escolaridade.

Se, ao nível do 1º e 2º ciclos de ensino as explicações em grupo assumem uma rentabilidade  muito satisfatória, e por vezes muito boa, quando alcançamos as explicações para alunos do ensino superior a probabilidade de queda da qualidade das explicações pode ser acentuado.

Explicações em grupo

 

 

 

 

De facto, os alunos tem um ensino massificado nas escolas que frequentam, sejam elas dos ensinos básico, secundário ou universitário, nas quais as turmas podem atingir 30 alunos, sendo impossível os professores poderem dissipar dúvidas a muitos alunos em aulas de duração inferior a 2 horas.

As denominadas, aulas de apoio, ministradas nas escolas básicas e secundárias, tem-se revelado com uma produtividade abaixo da média, principalmente quando os alunos a apoiar são em número superior a três ou quatro, pois o professor não dispõe de tempo suficiente para explicar todas as dúvidas a todos os alunos presentes, quanto muito uma ou duas a cada um deles, ficando por dissipar muitas das dificuldades dos estudantes.

As explicações permitem o ensino individualizado, o que contrasta com o ensino massificado oferecido pelos sistemas educativos, por isso, aconselhamos os estudantes a escolherem as explicações individuais e no caso das condições económicas não possibilitarem essa escolha, a opção de explicações em grupo deve ser, em grupos de 3 alunos no máximo.

É isso que propomos e que praticamos no Quantum-Explicações.

Início do ano letivo 2022-2023

O início do ano letivo, será, para o ensino básico e secundário entre o dia 12 e 16 de setembro.

1º Período – 3ª semana de setembro a 16 dezembro de 2022.

2º Período – de 3 de janeiro a 31 de março de 2023.

3º Período – de 17 de abril a entre 7 e 30 de junho de 2023.

A todos os alunos do ensino básico, secundário e superior, o Quantum – Centro de Explicações de Lisboa, deseja a todos os estudantes um ano de sucesso.

Educação hoje …

A tarefa da educação é delicada porque supõe em princípio, amor, desprendimento, doçura, firmeza, paciência e decisão.

Educar é como ensinar alguém a andar ( nada de metafórico existe nesta comparação ). Andar verticalmente e falar é a educação mais fundamental do modo de ser quem somos: humanos. Aprender a ler, a fazer contas e a dominar a técnica, o conhecimento científico e o processo de desenvolvimento de mais e mais conhecimentos no âmbito de uma comunidade em que estamos imersos é a mesma coisa que aprender a falar.

Todos esses aspetos que enquanto adultos nos envolvem são distinções no âmbito do processo crucial que nós próprios somos: um erguer e um puxar, um indicar de possibilidades, um mostrar de mundos, um incentivar e ajudar, um responsabilizar, autonomizar e cuidar.

Assim, quem ensina deve dominar uma maior massa de informações e tê-la sempre pronta a ser utilizada, mas mais do que isso, ensinar requer algo muito mais difícil, complexo e poderoso: deixar aprender.

Realização de trabalhos a alunos do ensino superior

A razão porque o Quantum-Explicações não realiza trabalhos aos alunos

Alguns estudantes do ensino superior contactam-nos a solicitar a realização de trabalhos específicos a certas “cadeiras”, os quais são elementos básicos de avaliação das mesmas.

Algumas das Instituições Universitárias e Politécnicas privadas, utilizam o trabalho individual e mais raramente trabalho de grupo, para aquilatar as competências cognitivas dos seus alunos.

Alguns Centros de Explicações, quando tem nos seus quadros explicadores com capacidade de os efetuar ( e são poucos com essa competência ), realizam-nos,  exigindo valores muito elevados.

Com efeito, estes valores justificam-se, já que o trabalho adquirido como o de um ” bem de consumo” se tratasse, deve ser entregue ” imaculado” e sem qualquer erro, nos conceitos, nas definições ou nos cálculos se for o caso.

Alguns desses trabalhos poderão mesmo, consumir ao explicador várias horas para os realizar, de forma competente.

Do ponto de vista comercial, poderia ser interessante, mas o Quantum-Explicações, não realiza esse serviço.

 

Passamos a explicar porquê … !

Não é por acaso, que, aos doentes e aos alunos, a sociedade civil e o próprio Estado, não chama de clientes. Os alunos são  estudantes e os doentes são  pacientes, mesmo quando pagam um serviço. No entanto, em qualquer outra atividade económica, o pagador é denominado de cliente, ao consumir um bem ou um serviço.

A sociedade tem uma “etiqueta” especial, para os alunos e os doentes, pelo respeito que a educação e a saúde, merecem e que os diferencia de outras atividades.

Uma sociedade é tanto mais culta e mais apta, quanto maior for o conhecimento e os saberes dos seus cidadãos.

A feitura de trabalhos, em nome do aluno, é uma fraude, pois substitui aquilo que o aluno deveria saber, decorrente do seu estudo, por uma compra direta e não assimilada, dos saberes de um professor.

Isto é, a facilitação, que conduz ao nosso empobrecimento coletivo, o qual é “per si” iníquio, pois separa aqueles que pagam conhecimentos que não tem, daqueles que assimilam conhecimentos, através do seu esforço.

Nunca nenhum aluno das Universidades Públicas, da Universidade Católica ou da Universidade Lusíada, para falar de algumas Instituições, entre outras, nos pediram este serviço, mas temos a certeza que os professores das Instituições politécnicas ou universitária que possibilitam a avaliação através de trabalhos não tem em mente, avaliar trabalhos realizados por outrem, pois são os conhecimento dos seus alunos a fonte da sua avaliação.

No nosso quadro de colaboradores existem quatro professores Universitários que se sentiriam defraudados se os seus alunos se socorrecem à compra trabalhos.

Estaremos no Quantum-Explicações, sempre dispostos, com muito orgulho e empenhamento a ajudar os alunos a realizar os seus trabalhos ou exercícios ( metodologias, conceitos, definições, cálculos, raciocínios lógicos e abstratos), mesmo aqueles que contem diretamente para a avaliação, mas não nos substituiremos ao aluno na realização final do seu trabalho.

Desta forma, garantimos que o aluno, adquiriu conhecimentos, não os comprou.

O primeiro terá no final um curso com conhecimentos para praticar o segundo terá um ” canudo” que não lhe sevirá para nada na vida real.

Preservamos a qualidade do ensino, ministrando explicações de qualidade.

” o único local onde o sucesso vem antes do trabalho é no dicionário”

Albert Einstein