A razão de sermos ” Quantum-Explicações”

O conhecimento é uno e de certa forma indivisível, mas a melhor forma de o apreendermos leva-nos à sua

Quantum Explicacões

Quantum Explicacões

repartição por distintas categorias do saber. Por esse motivo as abordagens à realidade são e dizem-se multidisciplinares.Precisamos da matemática para formular problemas de física ou de química.Recorremos à sociologia ou psicologia para compreendermos fenómenos económicos .

Apoiamo-nos na história para estudarmos as relações jurídicas.

A “ Quantum-Explicações “ é um espaço de ciência e saber, que não de mera informação onde alunos e Professores interagem socialmente, tendo como pano de fundo o conhecimento ciêntífico e técnico, seja ela estritamente teórico ou tacitamente prático.

Escolhemos o nome quantum por ser uma descoberta ciêntifica ( fótons ) e por a palavra se associar por similitude a “ quanto “, dando uma ideia figurativa de quantidade no âmbito matemático.

Associamos assim uma ideia da ciência física com uma fonética proxima da ciência matemática.

Mas se os alunos se por um lado sabem diferenciar os aspectos quantitativos dos qualitativos , o que será então o “ quantum “ na perspectiva da física ?

Max Planck , em 14 de Dezembro de 1900, anuncia, na Sociedade Berlinense de Física, que a energia não é emitida e nem absorvida continuamente, mas sim na forma de muito pequenas porções discretas chamadas quantum ou fótons , cuja grandeza é proporcional à frequência da radiação.

Nascia a Física Quântica e consolidavam-se as mudanças de concepção que já vinham sendo anunciadas desde os fins do século XIX. Abandonava-se, assim, definitivamente, a ideia de que a Física devia ocupar-se da causalidade do movimento pela tarefa teórica, amadurecida com a obra de Newton, no século XVII, de descrever a ordem natural, “com experiências seguras […], com o auxílio da geometria” procurando, como escreveu Kant no século XVIII, “estabelecer as regras segundo as quais ocorrem certos fenómenos na natureza .

Sublinhe-se que a Física nasce com Aristóteles no século III , como teoria do movimento.

Em 1924, Louis de Broglie propôs uma teoria segundo a qual os elétrons possuem uma onda associada, que influenciaria as características do seu movimento. A tese de De Broglie foi aperfeiçoada por Erwin Schrödinger, que a utilizou para chegar, em 1926, ao que é hoje a mais usada formulação matemática da Mecânica Quântica ( a equação de Schrödinger). A teoria ondulatória conseguiu explicar como os elétrons dos átomos não podem possuir qualquer energia, e, conseqüentemente, não podem ocupar qualquer órbita ao redor do núcleo, mas apenas algumas pré-definidas.

Einstein e Infeld em “The Evolution of Physics”, anotando que fora necessária “uma corajosa imaginação científica para reconhecer que o fundamental para a ordenação e a compreensão dos acontecimentos podia não ser o comportamento dos corpos; mas o comportamento de alguma coisa que se interpõe entre eles, isto é, o campo -“, indicam de forma clara os problemas que a Física Relativista trazia para a pretensão da Física Clássica de realizar a descrição do curso dos fenómenos através da representação visual das partículas em movimento. A relação de Einstein com a Física Quântica é interessante. Ele foi o primeiro a afirmar que a teoria quântica era revolucionária. A sua ideia de luz quântica foi um corte com a Física clássica, tendo passado os últimos anos da sua vida a encontrar uma teoria que unificasse a mecânica quântica com a sua teoria da relatividade geral , mas através de uma argumentação determinista e não probabilística ( Deus , não joga dados, dizia Einstein).

O advento da Física Quântica causou e tem causado enormes transformações na vida de todos nós .Nem sempre e nem todos estamos conscientes dos modos pelos quais uma revolução científica iniciada há cem anos pode-nos afectar ainda hoje, mas provavelmente já ouvimos falar de seu impacto na evolução da própria Física e de toda controvérsia gerada pelas dificuldades conceptuais de interpretação dos fenômenos quânticos . Os seus efeitos, porém, estender-se para além da Física, com desdobramentos importantes na Química, com a teoria de orbitais quânticos e suas implicações para as ligações químicas, e na Biologia, com a descoberta da estrutura do DNA e a inauguração da genética molecular, apenas para citar dois exemplos.

Podiamos, pois, ter escolhido outro nome, tão ou mais sugestivo do que este, mas aqui está a razão, porque em nome da ciência, do saber cognitivo  e dos alunos somos “ Quantum-Explicações “.

Explicações Lisboa

Somos um grupo de professores licenciados ou mestres em diversas áreas de conhecimento multidisciplinar, com experiência no sucesso dos nossos alunos .

Damos explicações, de muitas disciplinas, ao ensino superior, ao ensino secundário e ao ensino básico , em sala de explicações com Professores qualificados  entre as quais realçamos as disciplinas no âmbito da matemática, física, química, economia, Português, contabilidade, estatística, Algebra, Inglês  … entre outras .

Apesar de apresentando-nos como Quantum – Centro de Explicações de Lisboa, preservamos uma relação muito pessoal com cada aluno, num ambiente quase familiar, como de explicações ao domicílio se tratasse .

O ano letivo começa a 1 de setembro com a preparação de turmas e horários para os professores e para a aquisição de manuais escolares e outros materiais para os alunos e encarregados de educação.

Um bom ano para todos os agentes educativos

 

 

Carta de agradecimento de alunos do ensino secundário

Esta é a oportunidade ideal para agradecer por tudo aquilo que fizeram por nós, por tudo o que nos ensinaram em aula e também por tudo de bom que as vossas posturas sérias, honestas e éticas sugeriam a todos nós.

Acreditamos que as vossas vidas sejam bastante complicadas, com tantas coisas a ensinar, com tantas provas para corrigir, com toda a preocupação em saber se os vossos ensinamentos foram assimilados e conjugar tudo isto com as vossas vidas pessoais, não é tarefa fácil.

Cremos que sejam poucas as profissões que exigem tanto de alguém como o ensino, pois a vossa tarefa não termina quando o sinal sonoro indica o fim da aula e isso torna a vossa função como um verdadeiro sacerdócio. Temos consciência que por vezes não sabemos reconhecer ou dar o devido valor ao enorme esforço e dedicação que tiveram para conosco.

Sabemos que a vida de professor é muito sacrificada, muito trabalho, muito stress, pouco respeito e muito pouco dinheiro. No entanto queremos que esta lembrança, fique na vossa memória, que sirva de inspirição e consolo, que seja como uma renovação da vossa esperança latente, de que todo o vosso trabalho não foi em vão. Somos fruto do vosso árduo, nobre e sagrado trabalho.

Muito obrigado a todos … Pelo vosso empenho, paciência e dedicação ao longo desta caminhada.

Com admiração e gratidão.

Dos vossos alunos do CSH 2010/2011/2012

 

 

 

 

 

 

” Carta de Agradecimento ” de alunos  a um dos explicadores ( e a todos os professores ) do Quantum-Explicações, na qualidade de professor da turma dos mesmos, que aqui reproduzimos

 

Pedagogia, Educação e Explicações

Philippe Meirieu ( Pedagogo )

” A escola é o único lugar do mundo onde aqueles que sabem as respostas é que fazem as perguntas.”  (Philippe Meirieu)

No Quantum-Explicações quem faz as perguntas são os alunos e nós tentamos não dar as respostas, mas a ajudar o aluno a descobrir a solução.

Esta é uma diferença entre o ensino tradicional e as explicações.

Não ensinamos para 20 ou mais alunos de uma turma ( massificação educativa ), mas centramo-nos num só aluno ou no máximo três, isto é, promovemos a indivualidade do conhecimento. da informação e da aprendizagem, por forma a que cada aluno atinja os seus objetivos académicos.

O FENÓMENO DAS EXPLICAÇÕES VISTO ATRAVÉS DE UMA ANÁLISE COMPARADA

Pode afirmar-se, sem grandes margens para erro, que as explicações são um daqueles fenómenos cuja difusão à escala global não merece contestação. Aliás, pensamos não ser forçado dizer-se que a “difusão mundial da escola” (matéria que tem sido estudada, entre outros, por John W. Meyer e que já mereceu, em Portugal, honras de antologia organizada ( por Nóvoa e Schriewer, 2000) tem como correlato a difusão mundial das explicações. Ainda que a história das explicações esteja em grande parte por fazer (ao invés do que se passa, como sabemos, com a história da escola), parece-nos plausível admitir que o desenvolvimento dos modernos sistemas educativos e a consolidação da “gramática da escola” (Tyack e Tobin, 1994; Nóvoa, 1995), nomeadamente a centralidade conquistada quer pela pedagogia colectiva (“ensinar a todos como se fossem um só”) quer pelos exames, criaram o ambiente propício para o aparecimento de respostas educativas “alternativas” através das explicações. Sem pretendermos ser exaustivos, apresentamos de seguida alguns argumentos em que nos baseamos para fazermos a afirmação anterior:

1. as explicações podem permitir (embora tal possa não acontecer sempre) um ensino individualizado, o que contrasta com o ensino massificado oferecido pelos sistemas educativos modernos;

2. as explicações podem apresentar-se como o espaço de realização dos trabalhos de casa, o que mostra mais uma dimensão da complementaridade que pode existir com o sistema regular de ensino;

3. as explicações podem ainda realizar a função (quiçá uma das mais apreciadas pelos clientes destes serviços) de preparação para os exames, cuja relevância máxima é atingida no caso do exame nacional;

4. as explicações podem cumprir ainda a função (mais social do que académica, reconheça-se) de apoio à família, oferecendo serviços de ocupação dos tempos livres vitais para uma família nuclear cada vez mais restrita e com elevados índices de ocupação laboral fora da esfera doméstica.

Sublinhar a importância das explicações no contexto educacional das sociedades parece ser um daqueles lugares comuns que aparentemente ninguém contesta. E, no entanto, essa importância não permitiu ainda que o tema conquistasse o espaço que mereceria, seja sob o ponto de vista académico, político, social ou económico. O epíteto de “actividade na sombra” parece ser revelador do que queremos afirmar. Nós próprios já demos conta destas preocupações em trabalhos anteriores (Costa, Ventura e Neto-Mendes, 2003; Costa, Neto-Mendes e Ventura, 2006), ainda que privilegiando enfoques diferentes daqueles que nos movem no presente, não dispomos ainda de evidências empíricas que permitam sustentar uma avaliação deste tipo relativamente à realidade portuguesa.

 

Alexandre Ventura

António Neto-Mendes

Jorge Adelino Costa

Sara Azevedo

 

Universidade de Aveiro (Portugal)

Explicações

O Centro de Explicações de Lisboa, tem um vasto leque de disciplinas e professores ( licenciados, mestres, doutores e doutorandos) para ministrar explicações aos seus alunos.

Nunca cairemos, na perspetiva ” demagógica”, “falsa” ou ” hipócrita” de informar que ministramos todas as “disciplinas”, porque, simplesmente não existe em Portugal ou em qualquer parte do mundo, nenhuma escola, universidade e muito menos Centro de Explicações, que com dignidade e honestidade, possa afirmar essa realidade, que só pode ser virtual. As unidades curriculares em todo o sistema de ensino Português são imensas e são superiores a 1500.

   Dessa forma, é pretencioso, centros de explicações proclamarem que ministram todas as disciplinas, do universo educativo Português.

Isso pode revelar, o desconhecimento, da realidade educativa ou simplesmente “oportunismo comercial”.

A educação e a saúde, são as unicas atividades económicas em que os utentes são tratados respetivamente por alunos e doentes, sendo todos os outros de outras atividades, denominados clientes.

Não é por acaso, que a sociedade civil  considera com deferência e respeito social o ensino, a ciência e o conhecimento gerado no sistema de ensino.

Por esse facto, exige-se responsabilidade e bom senso aos agentes educativos, o que significa “verdade” e não uma atividade ” falaciosa” e “hipócrita”.

Afirmar que um Centro de Explicações ministra todas as disciplinas do ensino básico Português é plausível, a despeito de podermos questionar a veracidade desse anúncio.

No entanto, propanguandear que um Centro misnistra todas as disciplinas do ensino secundário é “mentir” e muito mais será quando se afirma que um Centro oferece explicações de todas as ” cadeiras ” de ensino superior.

Nós no Quantum-Explicações, não ministramos algumas disciplinas do ensino secundário , nomeadamente disciplinas específicas dos cursos profissionais, como:  Área de Integração,  Qualidade, Segurança e Ambiente. Produção Pecuária, Nutrição, Reprodução e Melhoramento, Alemão, Latim e Grego, Modelagem, Técnicas de Comunicação em Acolhimento Turístico … etc

Tambêm, no que concerne ao ensino superior, não ministramos muitas disciplinas, pois afirmá-lo, seria uma enorme irresponsabilidade ( talvez um crime público).

Sertá que os Centros de Explicações, que dizem ministrar todas as disciplinas,  como antropologia, espelhologia, física quântica, física nuclear, direito marítimo, direito administrativo, engenharia textil, italiano, aerodinâmica só para falar de algumas ( poucas) disciplinas do universo do ensino superior ?

A honestidade, é o princípio do conhecimento e este requer qualidade interventiva e ” verdade”.

A verdade não tem preço e exige trabalho e empenhamento

É essa uma das  razões entre outras, que o Quantum-Explicações é considerado um dos melhores Centros de Explicações de Lisboa e de Portugal

Sistema de ensino em Portugal

A Educação engloba os processos de aprender e ensinar.

É um fenômeno inerente a qualquer sociedade e aos grupos que a constituem, sendo responsável pela sua manutenção e perpetuação transmissíveis, às gerações vindouras  de modos culturais de ser, estar e de estar indispensáveis à boa convivência humana. Enquanto processo de sociabilização, a educação é exercida nos diversos espaços de convívio social, seja para a adequação do indivíduo à sociedade, do indivíduo ao grupo ou dos grupos à sociedade. Nesse sentido, educação coincide com os conceitos de socialização e endoculturação, mas não se resume a estes.

Em Portugal o ensino básico está distribuído por três ciclos :

  • 1.º ciclo (1.º ano ao 4.º ano);
  • 2.º ciclo (5.º e 6.º ano);
  • 3.º ciclo (7.º ao 9.º ano).

As classificações dos alunos são fundamentalmente qualitativas e também quantitativas nos 2º e 3º ciclos.

A maior ênfase boa aprendizagem, centra-se na língua Portuguesa, na matemática e na compreensão do meio físico, sendo o 3º ciclo mais abrangente.

Instituto Superior de Economia e Gestão ( ISEG)

Torre Norte do Instituto Superior Técnico.

O ciclo seguinte é designado por Ensino Secundário – abrange os 10.º, 11.º e 12.º anos e tem um sistema de organização próprio, diferente dos restantes ciclos. A mudança de ciclo pode, em vários casos, ser marcada pela mudança de escola, sendo, por exemplo, as escolas que abrangem o 1.º ciclo mais pequenas que as restantes, tendo em média cerca de 200 alunos, enquanto que as do 2.º e 3.º ciclos e as secundárias podem facilmente atingir os 2000 alunos.

A taxa de alfabetização nos adultos situa-se nos 95%. As matrículas para a escola primária estão próximas dos 100%. Apenas 20% da população portuguesa em idade de frequentar um curso de ensino superior frequenta as instituições de ensino superior do país. Para além de ser um dos principais destinos para os estudantes internacionais, Portugal está também entre os principais locais de origem de estudantes internacionais. Todos os estudantes do ensino superior, tanto a estudar no país como no estrangeiro, totalizaram cerca de 380 mil alunos em 2005.

 

O ciclo seguinte é designado por Ensino Secundário – abrange os 10.º, 11.º e 12.º anos e tem um sistema de organização próprio, diferente dos restantes ciclos. A mudança de ciclo pode, em vários casos, ser marcada pela mudança de escola, sendo, por exemplo, as escolas que abrangem o 1.º ciclo mais pequenas que as restantes, tendo em média cerca de 200 alunos, enquanto que as do 2.º e 3.º ciclos e as secundárias podem facilmente atingir os 2000 alunos.

A taxa de alfabetização nos adultos situa-se nos 95%. As matrículas para a escola primária estão próximas dos 100%. Apenas 20% da população portuguesa em idade de frequentar um curso de ensino superior frequenta as instituições de ensino superior do país. Para além de ser um dos principais destinos para os estudantes internacionais, Portugal está também entre os principais locais de origem de estudantes internacionais. Todos os estudantes do ensino superior, tanto a estudar no país como no estrangeiro, totalizaram cerca de 380 mil alunos em 2005.

As Universidades Portuguesas existem desde 1290, sendo a primeira a Universidade de Coimbra, que, no entanto, estabeleceu-se primeiramente em Lisboa antes de se fixar definitivamente em Coimbra. As universidades são geralmente organizadas em faculdades, institutos e escolas. A Declaração de Bolonha foi adoptada desde 2006 pelas universidades e institutos politécnicos portugueses. Nas Universidades, as avaliações são feitas numa escala de 1 a 20 valores. Em média, os cursos demoram três anos, o que equivale a nove trimestres, sendo que no fim deste período (e depois dos exames finais), é efectuada a média final do aluno, e se conseguir, a partir daí o aluno está oficialmente formado na área que escolheu (porém, pode aumentar sempre a sua qualificação com um Mestrado, e posteriormente, com um doutoramento).

Existem ainda Institutos Politécnicos de ensino superior espalhados por quase todos os distritos de Portugal.

Centro de Explicações Lisboa

Promovemos  explicações individuais ou em grupo ( máximo de 3 alunos ), o que permite uma intervenção pedagógica diferenciada e personalizada, por forma a atingir a otimização dos resultados escolares.

Explicações em sala com professores licenciados, mestres, doutorandos ou doutorados, do 1º ano de nível de escolaridade ao ensino superior

– preparação para testes e exames do 9º ano
– preparação para testes e exames do 11º ano
– preparação para testes e exames do 12º ano
– preparação especial para acesso ao ensino superior para mais de 23 anos
– preparação para testes e exames ao ensino superior ( Universitário ou Politécnico )

Navegue no nosso site, solicite informações e contacte-nos.

Temos respostas pedagógicas para si …

Realização de trabalhos a alunos do ensino superior

A razão porque o Quantum-Explicações não realiza trabalhos aos alunos

Alguns estudantes do ensino superior contactam-nos a solicitar a realização de trabalhos específicos a certas “cadeiras”, os quais são elementos básicos de avaliação das mesmas.

Algumas das Instituições Universitárias e Politécnicas privadas, utilizam o trabalho individual e mais raramente trabalho de grupo, para aquilatar as competências cognitivas dos seus alunos.

Alguns Centros de Explicações, quando tem nos seus quadros explicadores com capacidade de os efetuar ( e são poucos com essa competência ), realizam-nos,  exigindo valores muito elevados.

Com efeito, estes valores justificam-se, já que o trabalho adquirido como o de um ” bem de consumo” se tratasse, deve ser entregue ” imaculado” e sem qualquer erro, nos conceitos, nas definições ou nos cálculos se for o caso.

Alguns desses trabalhos poderão mesmo, consumir ao explicador várias horas para os realizar, de forma competente.

Do ponto de vista comercial, poderia ser interessante, mas o Quantum-Explicações, não realiza esse serviço.

 

Passamos a explicar porquê … !

Não é por acaso, que, aos doentes e aos alunos, a sociedade civil e o próprio Estado, não chama de clientes. Os alunos são  estudantes e os doentes são  pacientes, mesmo quando pagam um serviço. No entanto, em qualquer outra atividade económica, o pagador é denominado de cliente, ao consumir um bem ou um serviço.

A sociedade tem uma “etiqueta” especial, para os alunos e os doentes, pelo respeito que a educação e a saúde, merecem e que os diferencia de outras atividades.

Uma sociedade é tanto mais culta e mais apta, quanto maior for o conhecimento e os saberes dos seus cidadãos.

A feitura de trabalhos, em nome do aluno, é uma fraude, pois substitui aquilo que o aluno deveria saber, decorrente do seu estudo, por uma compra direta e não assimilada, dos saberes de um professor.

Isto é, a facilitação, que conduz ao nosso empobrecimento coletivo, o qual é “per si” iníquio, pois separa aqueles que pagam conhecimentos que não tem, daqueles que assimilam conhecimentos, através do seu esforço.

Nunca nenhum aluno das Universidades Públicas, da Universidade Católica ou da Universidade Lusíada, para falar de algumas Instituições, entre outras, nos pediram este serviço, mas temos a certeza que os professores das Instituições politécnicas ou universitária que possibilitam a avaliação através de trabalhos não tem em mente, avaliar trabalhos realizados por outrem, pois são os conhecimento dos seus alunos a fonte da sua avaliação.

No nosso quadro de colaboradores existem quatro professores Universitários que se sentiriam defraudados se os seus alunos se socorrecem à compra trabalhos.

Estaremos no Quantum-Explicações, sempre dispostos, com muito orgulho e empenhamento a ajudar os alunos a realizar os seus trabalhos ou exercícios ( metodologias, conceitos, definições, cálculos, raciocínios lógicos e abstratos), mesmo aqueles que contem diretamente para a avaliação, mas não nos substituiremos ao aluno na realização final do seu trabalho.

Desta forma, garantimos que o aluno, adquiriu conhecimentos, não os comprou.

O primeiro terá no final um curso com conhecimentos para praticar o segundo terá um ” canudo” que não lhe sevirá para nada na vida real.

Preservamos a qualidade do ensino, ministrando explicações de qualidade.

” o único local onde o sucesso vem antes do trabalho é no dicionário”

Albert Einstein 

Ciência Matemática

A palavra “Matemática” tem origem na palavra grega “máthema” que significa Ciência, conhecimento ou aprendizagem, derivando daí “mathematikós”, que significa o prazer de aprender. É comum definir a Matemática como o estudo de tópicos como quantidades, formas, espaço e mudança, através do método dedutivo, no qual se pressupõe um conjunto de axiomas e regras de inferência como forma de obter propriedades das entidades em estudo.

A  Matemática tendo ” per si” uma linguagem universal permite-nos conceder um conjunto vasto de ferramentas passíveis para a compreensão  do mundo e contribuir tácita ou explicitamente para a sua mudança. Estas ferramentas incluem o raciocínio lógico, técnicas de resolução de problemas, e a capacidade de pensar em termos abstractos.

Funções

A Matemática é também uma disciplina criativa. Ela pode estimular momentos de admiração e satisfação quando se resolve um problema pela primeira vez, quando se encontra uma solução mais elegante para esse ou para outro problema, ou, de repente, se descobrem relações escondidas entre temas aparentemente diversos.

A ciência matemática é admirável e nós no Quantum- Centro de Explicações de Lisboa, temos o prazer em explicar matemática e um prazer redobrado quando o aluno ganha o mesmo prazer que nós.