Explicações de Filosofia

Para Aristoteles a filosofia é o conhecimento do primeiro grau, que vigia dia e noite a busca da verdade. A filosofia não brota por ser útil, mas tão-pouco pela ação irracional de um desejo veemente. É constitutivamente necessária ao intelectual.

A maturidade é tudo. Talvez que a filosofia nos dê, se lhe formos fiéis, uma sadia unidade de alma. Da unidade de espírito pode vir a unidade de caracter e propósitos que faz a personalidade e dá ordem à dignidade da vida.

Filosofia é conhecimento harmónico, criador, é disciplina que nos leva à serenidade e á liberdade.

Saber é poder, mas só a sabedoria é liberdade.

 Explicações de Filosofia para os alunos do ensino secundário, envolvendo as temáticas do conteúdo programático da disciplina:

  • Análise e compreensão do agir
  • Análise e compreensão da experiência valorativa
  • Dimensões da ação humana e valores
  •           A dimensão ético-política – Análise e compreensão da experiência convivencial
  •           A dimensão estética – Análise e compreensão da experiência estética
  •           A dimensão religiosa – Análise e compreensão da experiência religiosa
  • Racionalidade argumentativa e Filosofia
  •           Argumentação e lógica formal
  •           Argumentação e retórica
  • O conhecimento e a racionalidade ciêntífica e tecnológica
  • Desafios e horizontes da Filosofia

Consulte os nossos preços, temos respostas pedagógicas para si.

(1) Cientistas e pensadores que mudaram o mundo

“Ninguém é tão grande que não possa aprender, nem tão pequeno que não possa ensinar”

Píndaro (522 AC . 443 AC)

pindaro

Píndaro, também conhecido como Píndaro de Cinoscefale ou Píndaro de Beozia, foi um poeta Grego, autor de “Epinícios” ou “Odes Triunfais”, e autor também da célebre frase “Homem, torna-te no que és”.São, até hoje, conhecidos 45 epinícios, divididos em quatro livros, conforme o nome dos jogos que celebravam: Olímpicas, Píticas, Neméias e Ístmicas.

 

“Não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente, mas o que melhor se adapta às mudanças.”

Charles Darwin  (1809 – 1882)

Charles Robert Darwin, foi um Biólogo Inglês, que alcançou fama ao convencer a comunidade científica, de uma teoria explicativa da evolução dos seres vivos com base.na seleção natural e sexual. O desenvolvimento desta teoria permitiu, o que é agora, considerado o paradigma central para explicação de diversos fenómenos na Biologia.

darwin

Escreveu vários livros e artigos científicos, como ” A origem das espécies ” ( 1859 ) ), A descendência do Homem e seleção em relação ao sexo ” ( 1871), e a ” Expressão da emoção em Homens e animais ” (1872). Ingressou na Royal Society e recebeu diversos prémios na época.

 

“Duas coisas são infinitas: o universo e a estupidez humana. Mas, no que respeita ao universo, ainda não adquiri a certeza absoluta.”

Albert Einstein (1879 – 1955)

Albert Einstein , foi um físico alemão, nascido em Ulm, Baden-Württemberg ( capital de Estado – Estugarda) filho de uma família judaica e tornou-se mundialmente famoso pela sua formulação da teoria da relatividade. Foi prémio Nóbel da Física em 1921, pela precisão com que descreveu cientificamente o efeito fotomagnético.

O trabalho cientifico que realizou, possibilitou a criação da energia atómica e muitos outros desenvolvimentos científicos, posteriores.

Albert Einstein

É considerado um génio, tendo cem físicos de renome mundial, em 2009, considerado Albert Einstein como o mais memorável físico de todos os tempos.Embora tenha nascido na Alemanha, viveu em Itália ( Milão), na Suíça e nos Estados Unidos da América.Publicou muitos artigos em revistas cientificas, inicialmente, artigos sobre mecânica estatística.

Em 1905, Albert Einstein, submete quatro artigos cruciais o primeiro propondo a hipótese do quanta de luz, o segundo sobre o movimento Browniano, cujas leis contribuíram para a realidade física dos átomos, o terceiro sobre a electrodinâmica dos corpos em movimento, o qual introduz a teoria da relatividade restrita e por último sobre a consequência importante desta teoria, a inércia da energia ou E=mc2, talvez a equação mais conhecida da física.

A abordagem de Einstein em todos estes artigos tinha algo em comum: como ele explicou mais tarde, os seus trabalhos inseriam-se nas chamadas “teorias de princípio”.

 

“ Si cogito, ergo sum” (Se penso, logo existo)”

René Descartes (1596 – 1650)

René Descartes, foi um filósofo, físico e matemático Francês. Notabilizou-se sobretudo por seu trabalho revolucionário na filosofia, mas também obteve reconhecimento no âmbito da ciência matemática por sugerir a fusão da geometria com a álgebra, gerando a geometria analítica e o sistema de eixos coordenados, sistema, que hoje é conhecido pelo seu nome ( sistema de eixos cartesianos).

René Descartes

Descartes, por vezes chamado de “o fundador da matemática e filosofia modernas” é considerado um dos mais importantes e influentes pensadores da História do Pensamento Ocidental.

 

 

 

“Não há nada na nossa inteligência que não tenha passado pelos sentidos.”

Aristóteles (384 AC – 322 AC)

 

Aristóteles

Aristóteles, foi um filósofo Grego, aluno de Platão e professor de Alexandre, o Grande.Aristóteles é considerado como um dos fundadores da filosofia moderna e tem escritos que abrangem temas, como a física, a metafísica, a música, as leis da poesia e do drama, a retórica, a ética, o governo, a biologia e a zoologia.

No que diz respeito às ciências físicas influenciou profundamente o cenário intelectual medieval, e esteve presente até o Renascimento – embora eventualmente tenha vindo a ser substituído pela física newtoniana. Nas ciências biológicas, a precisão de algumas de suas observações foi confirmada apenas no século XIX. Nas suas obras pode ser encontrado o primeiro estudo formal conhecido da lógica, que foi incorporado posteriormente à lógica formal. Na metafísica, o aristotelismo teve uma influência profunda no pensamento filosófico e teológico nas tradições judaico-islâmicas durante a Idade Média, e continua a influenciar a teologia cristã, especialmente a ortodoxa oriental, e a tradição escolástica da Igreja Católica. O seu estudo da ética, embora sempre tenha continuado a ser influente, conquistou um interesse renovado com o advento moderno da ética da virtude.

Podem os juízos filosóficos em particular os juízos morais, serem objetivos ?

Artigo de opinião    

“Tambêm aqui moram os Deuses” de João Carlos Silva

Talvez fosse útil, e mesmo filosoficamente conveniente, começar por definir de uma forma suficientemente rigorosa os conceitos de subjectividade e de objectividade que se tem em mente, a fim de evitar equívocos desnecessários que só podem atrapalhar a discussão e torná-la inconsequente por razões de ambiguidade conceptual. Assim, se definirmos a objectividade de um juízo ou conhecimento como a propriedade lógica ou epistémica que os torna verdadeiros ou válidos independentemente da subjectividade dos agentes que os concebem, isto é, dos seus gostos, interesses, opiniões, desejos ou crenças pessoais, enquanto definimos a subjectividade como a propriedade de um juízo ou conhecimento que faz depender a sua verdade ou validade desses mesmos agentes, ou seja, das suas opiniões, gostos, crenças, desejos ou interesses pessoais, então não vejo como se poderá considerar – e muito menos afirmar dogmaticamente, sem qualquer argumento digno desse nome, como foi o caso – que nem a lógica nem qualquer área da ciência ou da filosofia podem ser ou aspirar a ser epistemicamente neutrais ou objectivas. Se entendermos ambos os conceitos da forma acima referida, como é que se pode consistentemente afirmar que, por exemplo, o príncipio lógico da identidade, segundo o qual A= A, ou o princípio da implicação, segundo o qual se A implica B e B implica C, então A implica C, ou a famosa fórmula fisica que faz equivaler matematicamente a energia à massa x a velocidade da luz ao quadrado, são juízos ou conhecimentos subjectivos, próprios para boi dormir?! Só se entender por subjectivo o facto óbvio e indiscutível de serem descobertos, pensados, formulados e conhecidos por sujeitos, mas esse não é, seguramente, o sentido filosoficamente relevante do termo, pois é evidente que se não existissem sujeitos capazes de conhecer também não haveria, pura e simplesmente conhecimento, só que isso não prova que todos os pensamentos e conhecimentos produzidos ou alcançados por aqueles sejam em si mesmos subjectivos no sentido acima indicado, mas tão só no sentido trivial e irrelevante para o caso de haver um sujeito que os tem. Deste modo, as leis da lógica e as leis da física ou bem que são objectivamente válidas e verdadeiras ou bem que não são, conforme descrevam ou não adequadamente as regras que o raciocínio deve cumprir para poder ser considerado formalmente válido, no caso da lógica, ou as regras estruturais que presidem ao funcionamento básico da Natureza, no caso da física, sendo as verdadeiras completamente independentes do facto de haver ou não quem as conceba bem ou mal, pois mesmo que não existissem seres humanos dotados de subjectividade para o fazer (e mesmo aqui teriamos que distinguir a subjectividade transcendental própria da razão universal, comum a todos nós, das subjectividades individuais próprias de cada um), continuariam a existir as mesmas leis da lógica e da Natureza, apenas com a diferença de que não seriam conhecidas por nós.

João Carlos Silva – Escritor e professor de filosofia

 

Caso haja interesse em ler o artigo completo, aqui fica o link que lhe dá acesso:

http://www.goodreads.com/story/show/275641-podem-os-ju-zos-filos-ficos-ser-objectivos-em-particular-os-ju-zos-mora