Podem os juízos filosóficos em particular os juízos morais, serem objetivos ?

Artigo de opinião    

“Tambêm aqui moram os Deuses” de João Carlos Silva

Talvez fosse útil, e mesmo filosoficamente conveniente, começar por definir de uma forma suficientemente rigorosa os conceitos de subjectividade e de objectividade que se tem em mente, a fim de evitar equívocos desnecessários que só podem atrapalhar a discussão e torná-la inconsequente por razões de ambiguidade conceptual. Assim, se definirmos a objectividade de um juízo ou conhecimento como a propriedade lógica ou epistémica que os torna verdadeiros ou válidos independentemente da subjectividade dos agentes que os concebem, isto é, dos seus gostos, interesses, opiniões, desejos ou crenças pessoais, enquanto definimos a subjectividade como a propriedade de um juízo ou conhecimento que faz depender a sua verdade ou validade desses mesmos agentes, ou seja, das suas opiniões, gostos, crenças, desejos ou interesses pessoais, então não vejo como se poderá considerar – e muito menos afirmar dogmaticamente, sem qualquer argumento digno desse nome, como foi o caso – que nem a lógica nem qualquer área da ciência ou da filosofia podem ser ou aspirar a ser epistemicamente neutrais ou objectivas. Se entendermos ambos os conceitos da forma acima referida, como é que se pode consistentemente afirmar que, por exemplo, o príncipio lógico da identidade, segundo o qual A= A, ou o princípio da implicação, segundo o qual se A implica B e B implica C, então A implica C, ou a famosa fórmula fisica que faz equivaler matematicamente a energia à massa x a velocidade da luz ao quadrado, são juízos ou conhecimentos subjectivos, próprios para boi dormir?! Só se entender por subjectivo o facto óbvio e indiscutível de serem descobertos, pensados, formulados e conhecidos por sujeitos, mas esse não é, seguramente, o sentido filosoficamente relevante do termo, pois é evidente que se não existissem sujeitos capazes de conhecer também não haveria, pura e simplesmente conhecimento, só que isso não prova que todos os pensamentos e conhecimentos produzidos ou alcançados por aqueles sejam em si mesmos subjectivos no sentido acima indicado, mas tão só no sentido trivial e irrelevante para o caso de haver um sujeito que os tem. Deste modo, as leis da lógica e as leis da física ou bem que são objectivamente válidas e verdadeiras ou bem que não são, conforme descrevam ou não adequadamente as regras que o raciocínio deve cumprir para poder ser considerado formalmente válido, no caso da lógica, ou as regras estruturais que presidem ao funcionamento básico da Natureza, no caso da física, sendo as verdadeiras completamente independentes do facto de haver ou não quem as conceba bem ou mal, pois mesmo que não existissem seres humanos dotados de subjectividade para o fazer (e mesmo aqui teriamos que distinguir a subjectividade transcendental própria da razão universal, comum a todos nós, das subjectividades individuais próprias de cada um), continuariam a existir as mesmas leis da lógica e da Natureza, apenas com a diferença de que não seriam conhecidas por nós.

João Carlos Silva – Escritor e professor de filosofia

 

Caso haja interesse em ler o artigo completo, aqui fica o link que lhe dá acesso:

http://www.goodreads.com/story/show/275641-podem-os-ju-zos-filos-ficos-ser-objectivos-em-particular-os-ju-zos-mora

A problemática dos Centros de Explicações

1. as explicações podem permitir (embora tal possa não acontecer sempre) um ensino individualizado, o que contrasta com o ensino massificado oferecido pelos sistemas educativos modernos;

2. as explicações podem apresentar-se como o espaço de realização dos trabalhos de casa, o que mostra mais uma dimensão da complementaridade que pode existir com o sistema regular de ensino;

3. as explicações podem ainda realizar a função (quiçá uma das mais apreciadas pelos clientes destes serviços) de preparação para os exames, cuja relevância máxima é atingida no caso do exame nacional;

4. as explicações podem cumprir ainda a função (mais social do que académica, reconheça-se) de apoio à família, oferecendo serviços de ocupação dos tempos livres vitais para uma família nuclear cada vez mais restrita e com elevados índices de ocupação laboral fora da esfera doméstica.

Alexandre Ventura
António Neto-Mendes
Jorge Adelino Costa
Sara Azevedo
Universidade de Aveiro (Portugal)

Explicações de Álgebra Linear

A álgebra é o ramo da matemática que estuda as aplicações formais de equações, operações matemáticas, estruturas algébricas e polinómios e apresenta-se como uma disciplina (conhecimento) independente em muitos cursos do ensino superior, universitário e politécnico.

A álgebra surgiu no Egipto quase ao mesmo tempo que na Babilônia; mas faltavam à álgebra egípcia, segundo Papiro Moscou e o Papiro Rhind (documentos egípcios datados respetivamente de cerca de 1850 a.C. e 1650 a.C), os métodos sofisticados da álgebra babilônica, bem como a variedade de equações resolvidas.

O sistema de numeração egípcio, relativamente primitivo em comparação com o dos babilônios, ajuda a explicar a falta de sofisticação da álgebra egípcia. Os matemáticos europeus do século XVI tiveram de estender a noção indo-arábica de número antes de poderem avançar significativamente, para além dos resultados babilônios de resolução de equações.

A álgebra, lecionada,  introduz o conceito de variável como representação de números, utilizando expressões em que estas variáveis são manipuladas através de regras operatórias aplicáveis a números, como a multiplicação e a adição.

Estes conceitos permitem, nomeadamente resolver equações.

Contudo a adição e a multiplicação podem ser generalizadas, permitindo as suas  definições exactas conduzirem-nos a estruturas, nomeadamente os conhecidos anéis, grupos e corpos, que são estudados na álgebra abstrata.

Os professores do Centro de Explicações de Lisboa, tem respostas pedagógicas para si, ajudando-o a desvendar os segredos da álgebra, explicando conceitos e cálculos :

  • Matrizes, sistema de equações lineares e determinantes ( conceito de matriz, cálculo do deteminante, desenvolvimento de Laplace, matrizes adjuntas e inversas, matriz identidade, propriedades operatórias, fórmula de Gauss-Jordan … etc)
  • Espaços e subespaços vetoriais ( conbinações lineares, dependência e independência linear, base de um espaço vetorial, mudança de base …etc )
  • Transformações lineares ( conceitos e teoremas, transformações do plano no plano …etc)
  • Valores e vectores próprios ( polinómio característico, … diagonalização de operadores, produto interno, tipos especiais de operadores lineares ), entre outros …

O nosso quadro de professores licenciados, mestres e doutorados oferecem-lhe as condições ” sine qua none ” do seu sucesso na cadeira de Álgebra Linear.

Navegue neste site e contacte-nos

Explicações de Electromagnetismo e Óptica (EO)

Um dos conteúdos programáticos que os alunos, principalmente aqueles que  iniciam o ensino universitário,  sentem dificuldades, é sem dúvida o que se relaciona, com os programas da ciência física em particular a temática do eletromagnetismo.

Podendo estes conteúdos, serem inseridos em “cadeiras” com diversas denominações, podemos apelida-los, tomando como exemplo o Instituto Superior Técnico, ” Eletromagnetismo e Ótica “.

Esta unidade curricular exige a realização recorrente de cálculos matemáticos e o conhecimento teórico a par com a utilização cognitiva de leis físicas, das quais destacamos a Lei de Gauss, Lei de Joule, Lei de Ohm, Lei de Kirchoff, Lei de Ampére, Lei de Biot-Savart, Lei de Faraday, Lei de reflexão e refração, Lei de Coulomb, princípio de Fermat, entre outras.                                               eletromagnetismo

Os explicadores do Quantum-Explicações irão ajudá-lo a ultrapassar as suas dificuldades, explicando-lhe, entre outros …

O campo eletrostático no vácuo

Noção de campo e potencial

O campo eletrostático na matéria

A corrente elétrica estacionária

Densidade e intensidade da corrente

O campo magnético no vácuo

O campo magnético na matéria

As ondas eletromagnéticas, ondas planas monocromáticas

A indução eletromagnética

O carácter eletromagnético da luz

e a aplicar corretamente, os cálculos matemáticos inerentes à aplicação dos conhecimentos, utilizando a equação da continuidade de carga, as equações de Maxwell ou as equações de Fresnel e entre outras.

Solicite mais informações e consulte os nossos preços, para as explicações em sala no nosso Centro na Av. de Roma.

Feliz Natal e bom ano de 2018

Em “the philosophy of christmas”, Stephen Law fala-nos do “desembrulhar dos presentes de natal” e do egoísmo psicológico, da possibilidade de sermos generosos ou do nosso ato de oferecer  é ” um reflexo social condicionado”,  levantando aqui um interessante problema moral. Mas há mais problemas morais no desembrulhar das prendas de Natal ?

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Como é que um consequencialista vê o problema? E um deontologista? O autor discorre sobre o problema de deus e a sua relação na época natalícia, expondo, para tal, alguns dos principais argumentos em torno do problema da filosofia, da religião e da existência de deus. O autor centra-se nos argumentos cosmológico e do desígnio.Claro que a sociologia do natal tem muito que se diga. Do ponto de vista da filosofia, os problemas são outros.

Desejamos um feliz natal, e um bom ano de 2018, a todos os alunos, professores e suas famílias, sejam quem forem.

 

Explicações de Matemática

A matemática continua a ser uma disciplina em que grande parte dos alunos enfrenta dificuldades acrescidas.

Este fenómeno não é apenas, sensível no universo escolar Português e abrange genéricamente os alunos das escolas de quase todo o mundo (embora no nosso país esse fenómeno seja mais marcante), nomeadamente, nos paises desnvolvidos ou em vias de desenvolvimento.

Segundo as estatísticas oficiais, na União Europeia,  23% dos alunos do ensino básico, 68% dos alunos do ensino secundário e 31% dos estudantes do ensino superior, nos grandes centros urbanos, recebem explicações clássicas ou algum apoio complementar, no âmbito dos conhecimentos matemáticos.

As explicações presenciais e individuais em sala, são a melhor forma de ajudar os alunos a assimilarem com crítérios consolidados e pedagógicos, o conjunto de conceitos abstratos, porque numéricos, que refletem realidades insofismáveis.

A matemática requer por parte do aluno a apreensão sólida de conhecimentos teóricos que devem ser posteriormente testados ( cimentados ) em utilizações   práticas, isto é, a matemática necessita de pesquisa “laboratorial”.

Uma das formas erróneas, inscritas na pedagogia oficial do ensino da matemática a alguns anos a esta parte,  tem sido a  ” facilitação ” dos raciocínios, nomeadamente os raciocínios lógicos, enquadrando as experiências de jogos, meramente como interpretações de realidades, muito valorativas dos comportamentos e pouco adaptadas ao raciocínios em  contextos ciêntifico-sociais.

Por outro lado, esta facilitação do ensino de matemática, levaram os professores a utilizarem metodologias que repeliam e persistem ainda um pouco a repelir, o exercício de memorização, quando o treino de memorização, também, é essencial à nossa realidade objetiva.

Neste domínio, é exemplificativo, a permissão em sala de aula e fora dela, das máquinas de calcular, para resolução de problemas matemáticos, logo em tenra idade, como acontecia no 1º ciclo e 2º ciclo ( calculos aritméticos) ou mesmo já no 3º ciclo ( para ajuda a calculos matemáticos ).

A despeito da situação ter melhorado um pouco nos últimos anos, estamos longe, de um ensino-aprendizagem da matemática eficiente.

Essa realidade é ainda mais visível, quando alunos do 9º ano, com notas relativamente satisfatórias, ao passarem para o 10º ano de escolaridade, tem abruptamente classificações  negativas.

De facto a partir do ensino secundário o conteúdo programático e a exigência de conhecimentos da ciência matemática já não é tão facilitador e o impacto na consistência das bases de matemática (que deveriam estar cimentadas no ensino básico) é muito forte.

As explicações de matemática tem um papel muito importante na aquisição dos saberes, pois substituem (em todo o mundo), um ensino massificado na escola por um ensino personalizado e atendível às necessidades de competência específicas de um aluno concreto ( que não de uma turma).

O Quantum-explicações, ministra explicações de matemática, no sentido clássico e com excelente sucesso dos seus explicandos, por isso dizemos que temos respostas pedagógicas para si. Contacte-nos e informe-se sobre os nossos preços acessíveis para explicações de matemática do 1º ciclo, 2º ciclo, 3º ciclo e ensino secundário.

Explicações de Filosofia

Para Aristoteles a filosofia é o conhecimento do primeiro grau, que vigia dia e noite a busca da verdade. A filosofia não brota por ser útil, mas tão-pouco pela ação irracional de um desejo veemente. É constitutivamente necessária ao intelectual.

A maturidade é tudo. Talvez que a filosofia nos dê, se lhe formos fiéis, uma sadia unidade de alma. Da unidade de espírito pode vir a unidade de caracter e propósitos que faz a personalidade e dá ordem à dignidade da vida.

Filosofia é conhecimento harmónico, criador, é disciplina que nos leva à serenidade e á liberdade.

Saber é poder, mas só a sabedoria é liberdade.

 Explicações de Filosofia para os alunos do ensino secundário, envolvendo as temáticas do conteúdo programático da disciplina:

  • Análise e compreensão do agir
  • Análise e compreensão da experiência valorativa
  • Dimensões da ação humana e valores
  •           A dimensão ético-política – Análise e compreensão da experiência convivencial
  •           A dimensão estética – Análise e compreensão da experiência estética
  •           A dimensão religiosa – Análise e compreensão da experiência religiosa
  • Racionalidade argumentativa e Filosofia
  •           Argumentação e lógica formal
  •           Argumentação e retórica
  • O conhecimento e a racionalidade ciêntífica e tecnológica
  • Desafios e horizontes da Filosofia

Consulte os nossos preços, temos respostas pedagógicas para si.

Explicações de Microeconomia

Explicações de microeconomia para estudantes do ensino superior.

O Quantum-Explicações oferece um serviço de explicações que lhe irá possibilitar compreender os fenómenos económicos dos mercados de concorrência perfeita, imperfeita e de monopólio.

Compreenda a teoria elementar do consumidor e da procura, a teoria do produtor e da oferta, elasticidades, a teoria das vantagens comparativas, a teoria da utilidade marginal, a estrutura de custos na oferta no curto e longo prazos e muito mais …

 

Considere  que  a  função  de  custos  total   de  produção  de  uma  empresa  é   a  seguinte:   CT = 0,04y3 – 0,9y2 + 10y + 5,   e  que  o  preço  de  um  certo bem  X  seja   Px = € 4,00.

Encontre o  nível  de  produção  que  maximiza  o  lucro  desta  empresa.

Em  seguida  estime  a  receita  e  custos  finais  da  empresa,  bem  como,  o  seu  lucro  total  e  unitário, ( Y= nível da produção ).

Resolução :

Consulte os nossos preços, para o ensino superior e peça informações adicionais se necessário.

Um ano de 2017 de sucesso para os estudantes Portugueses

O Quantum-Explicações deseja a todos os estudantes, seus familiares e amigos, um ano de sucesso, nas vossas vidas.Ano novo

Aos alunos, sugerimos que em 2017, levem a sério o que um dia Albert Eistein escreveu :

” O único local do mundo, em que o sucesso vem antes do trabalho, é no dicionário “

Portanto estudem com empenho, leiam aquele livro que sempre tiveram  vontade de ler e nunca arranjaram  um tempo para o fazer, saiam com a vossa família, divirtam-se com os vossos amigos e trabalhem com lealdade e afinco.

Indubitavelmente que o T de trabalho vem antes do S de sucesso, mas de facto só no dicionário.

Sejam felizes com a emoção do conhecimento e da cultura.

Exames Nacionais 2016

Quando se aproximam os exames nacionais há um sentimento nos Estudantes, Professores e Encarregados de Educação, de que o ano letivo está em ” jogo ” .
De facto, o sucesso do ano lectivo, preparara-se no início do ano e não no fim .
No entanto, é verdade que existe uma maior pressão psicológica quando nos aproximamos da data da sua realização. ajuda
As explicações tem, neste contexto, um contributo por vezes decisivo nos objetivos dos alunos.
Para alguns alunos as explicações permitem ajudá-los a recuperar conteúdos programáticos que não estudaram ou não entenderam. Para outros as explicações, são essenciais para enfrentarem o exame nacional com confiança rumo ao sucesso, e  para outros, que exigem a si próprios, classificações de excelência por forma a colocarem-se em boas posições de acesso a  cursos superiores, as explicações permitem cobrir totalmente as expectativas de cada um.
O Quantum-Explicações, permite-lhe em todas estas vertentes de escolha ajudá-lo a atingir os objectivos que procura alcançar, seja em MatemáticaFísica, Química, Biologia e Geologia, EconomiaPortuguês, História entre muitas outras disciplinas com exame nacional.

Quantum-Centro de Explicações de Lisboa, deseja-lhe sucesso nas suas provas e isso vai consegui-lo com estudo e dedicação.

” O único local, onde o sucesso vem antes do trabalho é no dicionário

Albert Einstein

Navegue no nosso site e consulte as informações nele inseridas. Temos respostas pedagógicas para o seu sucesso nos exames nacionais.