(1) Cientistas e pensadores que mudaram o mundo

“Ninguém é tão grande que não possa aprender, nem tão pequeno que não possa ensinar”

Píndaro (522 AC . 443 AC)

pindaro

Píndaro, também conhecido como Píndaro de Cinoscefale ou Píndaro de Beozia, foi um poeta Grego, autor de “Epinícios” ou “Odes Triunfais”, e autor também da célebre frase “Homem, torna-te no que és”.São, até hoje, conhecidos 45 epinícios, divididos em quatro livros, conforme o nome dos jogos que celebravam: Olímpicas, Píticas, Neméias e Ístmicas.

 

“Não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente, mas o que melhor se adapta às mudanças.”

Charles Darwin  (1809 – 1882)

Charles Robert Darwin, foi um Biólogo Inglês, que alcançou fama ao convencer a comunidade científica, de uma teoria explicativa da evolução dos seres vivos com base.na seleção natural e sexual. O desenvolvimento desta teoria permitiu, o que é agora, considerado o paradigma central para explicação de diversos fenómenos na Biologia.

darwin

Escreveu vários livros e artigos científicos, como ” A origem das espécies ” ( 1859 ) ), A descendência do Homem e seleção em relação ao sexo ” ( 1871), e a ” Expressão da emoção em Homens e animais ” (1872). Ingressou na Royal Society e recebeu diversos prémios na época.

 

“Duas coisas são infinitas: o universo e a estupidez humana. Mas, no que respeita ao universo, ainda não adquiri a certeza absoluta.”

Albert Einstein (1879 – 1955)

Albert Einstein , foi um físico alemão, nascido em Ulm, Baden-Württemberg ( capital de Estado – Estugarda) filho de uma família judaica e tornou-se mundialmente famoso pela sua formulação da teoria da relatividade. Foi prémio Nóbel da Física em 1921, pela precisão com que descreveu cientificamente o efeito fotomagnético.

O trabalho cientifico que realizou, possibilitou a criação da energia atómica e muitos outros desenvolvimentos científicos, posteriores.

Albert Einstein

É considerado um génio, tendo cem físicos de renome mundial, em 2009, considerado Albert Einstein como o mais memorável físico de todos os tempos.Embora tenha nascido na Alemanha, viveu em Itália ( Milão), na Suíça e nos Estados Unidos da América.Publicou muitos artigos em revistas cientificas, inicialmente, artigos sobre mecânica estatística.

Em 1905, Albert Einstein, submete quatro artigos cruciais o primeiro propondo a hipótese do quanta de luz, o segundo sobre o movimento Browniano, cujas leis contribuíram para a realidade física dos átomos, o terceiro sobre a electrodinâmica dos corpos em movimento, o qual introduz a teoria da relatividade restrita e por último sobre a consequência importante desta teoria, a inércia da energia ou E=mc2, talvez a equação mais conhecida da física.

A abordagem de Einstein em todos estes artigos tinha algo em comum: como ele explicou mais tarde, os seus trabalhos inseriam-se nas chamadas “teorias de princípio”.

 

“ Si cogito, ergo sum” (Se penso, logo existo)”

René Descartes (1596 – 1650)

René Descartes, foi um filósofo, físico e matemático Francês. Notabilizou-se sobretudo por seu trabalho revolucionário na filosofia, mas também obteve reconhecimento no âmbito da ciência matemática por sugerir a fusão da geometria com a álgebra, gerando a geometria analítica e o sistema de eixos coordenados, sistema, que hoje é conhecido pelo seu nome ( sistema de eixos cartesianos).

René Descartes

Descartes, por vezes chamado de “o fundador da matemática e filosofia modernas” é considerado um dos mais importantes e influentes pensadores da História do Pensamento Ocidental.

 

 

 

“Não há nada na nossa inteligência que não tenha passado pelos sentidos.”

Aristóteles (384 AC – 322 AC)

 

Aristóteles

Aristóteles, foi um filósofo Grego, aluno de Platão e professor de Alexandre, o Grande.Aristóteles é considerado como um dos fundadores da filosofia moderna e tem escritos que abrangem temas, como a física, a metafísica, a música, as leis da poesia e do drama, a retórica, a ética, o governo, a biologia e a zoologia.

No que diz respeito às ciências físicas influenciou profundamente o cenário intelectual medieval, e esteve presente até o Renascimento – embora eventualmente tenha vindo a ser substituído pela física newtoniana. Nas ciências biológicas, a precisão de algumas de suas observações foi confirmada apenas no século XIX. Nas suas obras pode ser encontrado o primeiro estudo formal conhecido da lógica, que foi incorporado posteriormente à lógica formal. Na metafísica, o aristotelismo teve uma influência profunda no pensamento filosófico e teológico nas tradições judaico-islâmicas durante a Idade Média, e continua a influenciar a teologia cristã, especialmente a ortodoxa oriental, e a tradição escolástica da Igreja Católica. O seu estudo da ética, embora sempre tenha continuado a ser influente, conquistou um interesse renovado com o advento moderno da ética da virtude.

Explicações de macroeconomia em Lisboa

O Centro de Explicações de Lisboa, Quantum, possui um corpo de explicadores, competente para o ajudar a entender os conteúdos das unidades curriculares de macroeconomia; consumo, poupança e investimento, procura e oferta agregadas, inflação, desemprego, modelos abertos e fechados, modelo multiplicador, câmbios, oferta de moeda, politica monetária, modelo IS/LM, politica orçamental e Crowding-out, crescimento endógeno  e … muito mais, quer no contexto da macroeconomia do curto prazo, quer do longo prazo. A Macroeconomia (do grego: lei ou administração do lar) é um dos ramos da ciência económica, dedicado ao estudo, medida e observação do comportamento dos agentes económicos (Estado, Instituições Financeiras, Empresas, Famílias e Exterior) de uma economia nacional, local ou regional, considerada como um conjunto de interacções reciprocas de fluxos económicos (circuito económico). Um conceito fundamental à macroeconomia é o de sistema económico, ou seja, uma organização que envolva recursos produtivos. Muitos autores consideram que foi a partir do lançamento do livro de Adam Smith “ A riqueza das nações” em 1776 que se deu início à ciência económica. Todavia, é a partir da década de 1930 que a expressão macroeconomia ganhou ênfase, sendo a primeira grande obra literária sobre macroeconomia o livro do economista Inglês John Maynard Keynes “ Teoria Geral do Emprego, Juro e da Moeda” obra que tem a sua génese no estudo da grande depressão de 1929 nos Estados Unidos da América e que fez emergir, a denominada Teoria Keynesiana em oposição à teoria clássica até então vigente. São variadas as correntes do pensamento económico Os clássicos defensores da livre concorrência Adam Smith, David Ricardo, John Stuart Mil ou Jean Baptiste Say). Adam Smith, defensor do liberalismo económico o mercado é a “mão invisível” que harmoniza a procura do interesse individual com o interesse colectivo. Os neoclássicos (dos quais Robert Lucas, Prémio Nobel da Economia em 1955, é o mais importante), defendem  a teoria das antecipações racionais e a “ economia do ciclo real “ que lançou as bases de uma análise microeconómica da macroeconomia. Esta teoria teve uma grande implantação nos anos 80, do século XX. Keynes e os Keynesianos que dominaram o pensamento económico entre 1950 e 1970. Para estes, o “ Agente económico Estado, deveria intervir na economia, para suprir as deficiências do mercado”. Dentro destes, existem dois grupos distintos; aqueles que são apelidados de síntese neoclássica (J.Hicks, Paul Samuelson, P. Solow) que tentaram a fusão das teorias Keynesianas com  a teoria neoclássica e os fieis  a um Keynes anti-clássico (  O. Blanchard, J. Stiglitz, S. Fischer, D. Romer). Marx e os Marxistas, que fundaram uma teoria geral das crises do capitalismo que levariam à sua destruição. Os Marxistas propuseram uma teoria do imperialismo (Lenine, Rosa Luxemburgo, S. Amin), a teoria  do neocapitalismo (P. Baran, Sweezy) e a teoria dos ciclos e crises ( Ernest Mandel). Os Monetaristas, liderada por Milton Friedman ( prémio Nobel em 1976 ), que opondo-se ao Keynesianismo desenvolveu na década de 1960, “ a teoria quatitativa da moeda “ que se consubstanciava na tese que a quantidade de moeda em circulação tem um efeito direto sobre os preços devendo o Estado limitar a criação monetária. Os Intitucionalistas, Heterodoxos,  Socioeconomistas e Economia da Oferta  Não  se poderão considerar como escolas bem definidas, mas um conjunto de autores  de correntes heterogéneas  cujo denominador comum é pensar a economia de forma institucional  e a partir das forças sociais que a compõem.Releve-se neste particular Schumpeter entre outros (Veblen, Commons, F. Perroux, J. Galbraith …) e no domínio da economia da oferta, Arthur Laffer que inspirou a politica de Ronald Reagan. Para este “guru da economia”, demasiado imposto mata o imposto, isto é, uma taxa de imposto demasiado elevada desencoraja o investimento e a actividade económica.