Um ano de 2017 de sucesso para os estudantes Portugueses

O Quantum-Explicações deseja a todos os estudantes, seus familiares e amigos, um ano de sucesso, nas vossas vidas.Ano novo

Aos alunos, sugerimos que em 2017, levem a sério o que um dia Albert Eistein escreveu :

” O único local do mundo, em que o sucesso vem antes do trabalho, é no dicionário “

Portanto estudem com empenho, leiam aquele livro que sempre tiveram  vontade de ler e nunca arranjaram  um tempo para o fazer, saiam com a vossa família, divirtam-se com os vossos amigos e trabalhem com lealdade e afinco.

Indubitavelmente que o T de trabalho vem antes do S de sucesso, mas de facto só no dicionário.

Sejam felizes com a emoção do conhecimento e da cultura.

Explicações de ACED – Análise Complexa e Equações Diferenciais


Uma equação diferencial é uma equação cuja incógnita é uma função, que surge sob a forma das respectivas derivadas.     Dada uma variável x, função de uma variável y, a equação diferencial envolve, x, y, derivadas de y e eventualmente também derivadas de x.

As equações diferenciais têm inúmeras aplicações práticas em engenharia, física, biologia, economia, química entre outros domínios do conhecimento, sendo o seu estudo, de análise complexa e estando integrada num vasto campo na matemática pura e na matemática aplicada.

Equações diferenciais têm propriedades intrinsecamente interessantes como:

  • solução pode existir ou não.
  • caso exista, a solução é única ou não.

A ordem da equação diferencial é a ordem da derivada de maior grau que aparece na equação. A solução de uma equação diferencial de ordem n, conterá n constantes.

Os nossos professores explicarão o que necessita para o ajudar a atingir o conhecimento e a preparação para a resolução de equações diferenciais ordinárias ou equações diferenciais parciais.

Contacte-nos e consulte os nossos preços.

Explicações de Inglês

Desenvolver competências de produção textual e capacidades de comunicação verbal na língua Inglesa é um dos vários objetivos que o Ministério de Educação propõe no programa curricular da disciplina de Inglês, num contexto de uma Europa, no sentido estrito e no mundo ” latus sensu” pluricultural e plurilingue.

A capacidade de comunicação com os cidadãos deste mundo global, revela-se não só um requisito basilar como um fundamento inalienável de educação cívica, democrática e humana.

A língua Inglesa tendo vindo cada vez mais a ganhar o estatuto de principal língua de comunicação entre os povos: nas tecnologias de informação, na

comunicação ciêntifica, nos negócios ou mesmo simplesmente na atividade turística dos cidadãos.

O Quantum-Explicações propõe-se a ajudar os alunos a adquirir as ferramentas necessárias para utilizar  a língua Inglesa não só na perspetiva de facultar oportunidades de contacto com realidades linguísticas diversificadas, mas também preparar os estudantes para o seu sucesso escolar na língua Inglesa, ampliando assim a capacidade de absorver conhecimentos que muitas vezes só são expostos na língua de William Shakespeare.

Ler, ouvir, falar e escrever, integrando a dimensão sociocultural na interpretação e produção de texto, por parte do aluno na utilização da língua Inglesa ( a palavra, a frase, a prosódia ) e tendo como pano de fundo as macrofunções do discurso, os tipos de texto e as intenções de comunicação.

Para o ensino secundário em particular, no domínio da interpretação os alunos devem ler ( compreender diversos tipos de texto – textos curtos , extensos, literários ou não literários ) e ouvir ( compreender o discurso fluido e acompanhar linhas de argumentação ).

No domínio da produção os estudantes devem falar ( interagir com eficácia na língua Inglesa participando no diálogo e defendendo os seus pontos de vista ) e escrever ( elaborando textos de forma estruturada e com capacidade de síntese mobilizando conhecimentos adquiridos )

Consulte neste site os nossos preços e contacte-nos, pois temos respostas pedagógicas para si. 

Quantum – Apoio Escolar

Para os pequenos alunos do 1º e 2º ciclos escolares

Para que as crianças iniciem a sua atividade escolar com uma progressão sólida, que se deseja longa, é necessário que a criança tenha desenvolvido competências no domínio psicomotor, cognitivo e afetivo.

A expressão corporal, a lateralidade a espacialidade, a leitura e a escrita, a razão porque se aprende, a relação com a família e a socialização geral, da criança, são fundamentais para absorção de raciocínios lógicos e matemáticos e são fatores  geradores de potenciação da atenção, concentração ao seu mundo individual e coletivo, provocando um melhor aquisição dos valores e dos saberes.

As alunos de tenra idade, por vezes, encontram dificuldades na aprenndizagem de certos temas, não porque não se encontram capacitadas para os compreender ou porque as suas bases, emocionais, cognitivas ou psicomotores, não estejam em crescimento, mas porque a estrutura do seu desnvolvimento não é linear e tanto fatores endógenos como exógenos, condicionam o aluno ( uma noite mal dormida, pode ser um exemplo de não absorver uma certa matéria e esse facto para estes alunos é muitas vezes inibidor de aprendizagens posteriores por falha na aprendizagem anterior que serviria de base para a evolução).

O Quantum-Explicações, criou para estes nossos pequenos alunos, dos seis primeiros anos de escolaridade, que necessitam de apoio escolar e explicações de todas as disciplinas (umas mais que a outras …) o Quantum – Apoio Escolar.

O que diferencia os alunos do Quantum – Apoio Escolar, dos restantes alunos ?

A partir do 7º ano de escolaridade até ao ensino superior, isto é, a partir do 3º ciclo de escolaridade as explicações são por disciplina e as explicações são ministradas para o aprofundamento dos conhecimentos da disciplina a que o aluno recebe aulas do explicador, sendo o acompanhamento dos TPC ou outras ajudas solicitadas, fatores secundários da explicação. Digamos, que as explicações a partir do 7º ano do ensino básico, são explicações em sentido clássico.

Todavia aos alunos do 1º, 2º, 3º, 4º, 5º e 6º anos, o mesmo explicador acompanhará os trabalhos de casa, transmitirá conhecimentos, elaborará exercícios, pedagógica e didáticamente sustentados, em todas as àreas cognitivas, nomeadamente:

1º Ciclo – Estudo do meio, Língua Portuguesa, Matemática e Inglês (ou Francês).

2º Ciclo – Ciências da natureza, Inglês (ou Francês), História e Geografia de Portugal, Língua Portuguesa e Matemática .

Contacte-nos e consulte os nossos preços. Temos respostas cognitivas globais para o seu filho.

Carta de agradecimento de alunos do ensino secundário

Esta é a oportunidade ideal para agradecer por tudo aquilo que fizeram por nós, por tudo o que nos ensinaram em aula e também por tudo de bom que as vossas posturas sérias, honestas e éticas sugeriam a todos nós.

Acreditamos que as vossas vidas sejam bastante complicadas, com tantas coisas a ensinar, com tantas provas para corrigir, com toda a preocupação em saber se os vossos ensinamentos foram assimilados e conjugar tudo isto com as vossas vidas pessoais, não é tarefa fácil.

Cremos que sejam poucas as profissões que exigem tanto de alguém como o ensino, pois a vossa tarefa não termina quando o sinal sonoro indica o fim da aula e isso torna a vossa função como um verdadeiro sacerdócio. Temos consciência que por vezes não sabemos reconhecer ou dar o devido valor ao enorme esforço e dedicação que tiveram para conosco.

Sabemos que a vida de professor é muito sacrificada, muito trabalho, muito stress, pouco respeito e muito pouco dinheiro. No entanto queremos que esta lembrança, fique na vossa memória, que sirva de inspirição e consolo, que seja como uma renovação da vossa esperança latente, de que todo o vosso trabalho não foi em vão. Somos fruto do vosso árduo, nobre e sagrado trabalho.

Muito obrigado a todos … Pelo vosso empenho, paciência e dedicação ao longo desta caminhada.

Com admiração e gratidão.

Dos vossos alunos do CSH 2010/2011/2012

 

 

 

 

 

 

” Carta de Agradecimento ” de alunos  a um dos explicadores ( e a todos os professores ) do Quantum-Explicações, na qualidade de professor da turma dos mesmos, que aqui reproduzimos

 

10 cursos superiores a evitar neste momento

Com base nos dados do Forum Estudante, criou-se um ranking dos cursos com mais saída, até aos que têm menos. Estes são alguns dos cursos a evitar!

Engenharia Informática continua a liderar o top dos cursos com mais empregabilidade. Veja aqui algumas das licenciaturas com menos saída profissional.

 

  1. Filosofia. Por muito atrativo que seja estudar o pensamento de Aristóteles, Sócrates ou Platão, a verdade é que as saídas profissionais para os licenciados em Filosofia são cada vez mais estreitas. A ideia (errada) de que se trata de uma disciplina perfeitamente dispensável nos dias que correm afasta-a das preferências de muitos alunos. A taxa de empregabilidade entre os licenciados da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa nesta área está pouco acima dos 16%.

 

  1. Radiologia. Os cortes na saúde não são boa notícias para que escolheu Radiologia como via profissional. É que este é um dos cursos com mais alta taxa de desemprego pós-licenciatura. No curso do Instituto Politécnico de Coimbra, apenas 30% dos estudantes que terminaram o curso conseguiram colocação no mercado de trabalho.

    Empregabilidade

    Empregabilidade

 

  1. Relações Internacionais. Foi um curso muito popular durante os anos de 1990. A plena integração europeia e a internacionalização e globalização económica deram asas à licenciatura. Mas os tempos de ouro já lá vão há muito. Atualmente, o desemprego atinge cerca de 50% dos licenciados que tiram este curso na Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra.

 

  1. Ciências da Comunicação. Os cursos de comunicação social foram-se multiplicando à mesma velocidade que o mercado se ia contraindo e muitas publicações fechavam portas. O programa acabou por se ir alargando às assessorias mediáticas, permitindo mais algumas saídas profissionais. Mas, nos dias que correm, é uma escolha de alto risco, com altíssimas taxas de desemprego. No curso disponível na Escola Superior de Viseu, por exemplo, apenas 52% dos licenciados conseguiu começar a trabalhar. Mas desde então, o mercado estreitou-se ainda mais.

 

  1. História. Um dia vai ser preciso alguém para contar toda a história dos tempos conturbados que se vivem em Portugal. Mas atualmente, tirar o curso de História é um passo de gigante para o desemprego. Pelo menos para quem quiser exercer a atividade. A vertente do ensino está praticamente fechada e a investigação apresenta idênticas dificuldades de acesso. Aproximadamente metade (55%) dos formados em História pela Universidade de Lisboa não conseguem trabalho na área.

 

  1. Psicologia. Aqui está outra licenciatura que, eventualmente, poderá ainda vir a ser muito útil aos portugueses. No entanto, a realidade atual é de que se trata de um curso com cada vez menos saída profissional, com altas taxas de desemprego, sendo que só depois de terminar o mestrado é que os alunos podem exercer a profissão.

 

  1. Bioquímica. A Bioquímica, anteriormente chamada de química biológica ou fisiológica, é uma ciência interdisciplinar que estuda principalmente a química dos processos biológicos que ocorrem em todos os seres vivos. É voltada principalmente para o estudo e tecnologia da estrutura e função de componentes celulares. Mas não tem muita saída. A taxa de sucesso dos licenciados em Bioquímica na Universidade Nova de Lisboa anda pelos 15,3%.

    Cursos de baixa empregabilidade

    Cursos de baixa empregabilidade

 

  1. Línguas e Literaturas. Nem com o novo Acordo Ortográfico o curso de Línguas e Literaturas consegue ter mais saídas profissionais. Uma vez mais, a vertente ensino está completamente esgotada e a única hipótese para quem é formado nesta área parece ser mesmo sair da «zona de conforto». É que na Universidade de Lisboa, a título de exemplo, apenas 25% dos licenciados nesta área conseguiu emprego.

 

  1. Estudos Europeus. É verdade que nunca se falou tanto de Europa como atualmente, mas a verdade é que esta é uma licenciatura com pouquíssimas hipóteses de saída profissional. Na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, a taxa de licenciados nesta área a conseguir emprego era de 18%…

 

  1. Ciências Bioanalíticas. É o curso com menos possibilidades de saída profissional. Tem competências multidisciplinares com aplicação em áreas analíticas e pré-clínicas de controlo da qualidade alimentar, ambiental, agro-ambiental, de produtos farmacêuticos e cosméticos, de águas, efluentes e solos, bem como de análises químico-biológicas de aplicação ao diagnóstico clínico e toxicológico. Só existe da Universidade de Coimbra e a taxa de empregabilidade ronda os 15%.

Fonte: Forum Estudante

A revolução ideológica do Estado – a direita política

Artigo de opinião

 

Quantos pobres são necessários para se produzir um rico? 

 

«E eu pergunto aos economistas, políticos, aos moralistas, se já calcularam o número de indivíduos que é forçoso condenar à miséria, ao trabalho desproporcionado, à desmoralização, à infâmia, à ignorância crapulosa, à desgraça invencível, à penúria absoluta, para produzir um rico?»

Almeida Garret

 

Passaram tantos anos, mas a descrição dos nossos intelectuais mais contemporâneos, sobre a nossa praxis e o nosso ” ser” continua, estranhamente atual.

Basta ler, Eça de Queiroz, Fernando Pessoa ou Almeida Garret, por exemplo, para sentirmos que estruturalmente nada mudou e que as suas mensagens atravessam o tempo.

Desde a mesquinhez ou inveja que caracteriza muitos dos Portugueses, à tristeza na “alma” quando tudo corre mal ou à euforia desmedida nos momentos de sucesso ( em qualquer dos casos excessivos) até à economia política e à moral social que reina, comandando este povo raramente bem governado.

Vem isto, a propósito das medidas anunciadas pelo nosso primeiro- ministro, Dr Passos Coelho, na passada semana, as quais se integrarão no “ orçamento do estado Português “ para o ano civil de 2013.

Jamais, os nossos governantes tiveram a ousadia (mesmos aqueles que se encontram à direita do espectro político), de forma brutal, diria mesmo selvagem, de desqualificar e ofender o factor trabalho e concomitantemente proteger o factor capital.

A crise económica que vivemos, não teve génese em Portugal, e o seu nascimento centrou-se nos Estados Unidos da América, com a grave crise financeira provocada inicialmente pelo “ sub-prime”, cujas responsabilidades são totalmente atribuídas a muitas Instituições Financeiras Americanas, sem escrúpulos, cuja ânsia de lucro não tem limites no universo.

Da crise financeira à crise económica e monetária foi um pequeno passo à escala mundial, com maior enfase para a Europa e para parte do continente Americano.

E aqui estamos, com uma das maiores crises de dívida pública, de dívida externa, de desequilíbrio orçamental, de desemprego e de crescimento económico que há memória nos tempos mais recentes, sem que possamos afirmar da inculpabilidade de governos de centro de direita ou de esquerda.

Mas quem paga, essa crise?

Há uns anos atrás estruturas políticas da esquerda mais radical, tinham um slogan “ os ricos que paguem a crise “, hoje a direita não utiliza slogan, mas apenas o comportamento de  “ser muito forte com os fracos e muito fraco com os fortes “ .

Se esta direita que se instalou no poder pelo poder, que em campanha eleitoral “ gritou “ que não tocaria nos salários, não levou muito tempo a fazer tudo o que tinha negado.

Para chegar ao poder tudo vale e a isso chamamos hipócrisia e pessoas sem escrúpulos e talvez o povo seja mais simples chamando-os de mentirosos ….

O slogan desta direita insensível às pessoas e ao sofrimento humano, se fosse apregoado,  seria outro : ” a classe média e os trabalhadores que paguem a crise, proteja-se os ricos “.

Não está, nem nunca esteve em causa, o esforço coletivo de defender a nossa soberania, o que engendra quer queiramos ou não, politicas económicas, orçamentais, sociais, regionais ( esqueçamo-nos das politicas câmbiais e monetárias das quais já não somos soberanos ) e outras, que implicitamente nos coagem à austeridade económica, social e cultural.

O que está em causa é a equidade ( ekwiddád ) do latim equitas, átis – justiça natural; virtude daqueles que nos seus atos e julgamentos reconhece igual ou com imparcialidade o direito de cada um.

E não apenas a equidade entre trabalhadores ( factor trabalho ), mas também aquela que concerne ao esforço que deveria ser implementado no factor capital.

Estranhamente colegas meus, vem a público afirmar que os salários pagos na função pública são ligeiramente superiores ao setor privado, sem proceder a uma análise mais fina do que afirmam.

Sem dúvida que os profissionais menos qualificados da função pública serão relativamente melhor pagos que o setor privado, o que não é muito difícil, pois mesmo ganhando  pouco, tem remunerações um pouco superiores ao salário mínimo nacional, cujo patronato privado  ( e não digo empresariado ), teima em pagar o mínimo legal, para engordar os seus lucros ou para suportar a sua atividade de pouco valor acrescentado e portanto de pouco valor económico.

Mas a função pública não são só trabalhadores pouco ou não qualificados. No setor empresarial do Estado e no setor publico administrativo, trabalham profissionais altamente qualificados, ciêntistas, gestores, investigadores, professores, médicos, biólogos, veterenários, geólogos, arquitetos, economistas, agrónomos, químicos, físicos, sociólogos, juristas etc, e a maioria desses profissionais tem vencimentos inferiores ao setor privado, para funções semelhantes .

Portanto, tomar o todo pela parte, não é uma prática muito ciêntifica e só pode ser justificada pela miopia que o desejo de argumento ideológico produz.

Há economistas e economistas.

Há correntes ideológicas na ciência económica ( classicos, néo-classicos e novos clássicos, os Keynesianos, marxistas, intitucionalistas, monetaristas entre outros ).

Arthur Laffer, o guru da  economia da oferta, que inspirou a política de Ronald Reagan nos anos 80 afirmava que “demasiado imposto mata o imposto”.

 Uma taxa de imposto demasiado elevada desencoraja o investimento e a atividade económica.

Se o esforço requerido aos trabalhadores da função pública e aos trabalhadores do setor empresarial do estado é já se si iníquo,  muito mais o é quando comparado com o esforço de participação nacional dos outros trabalhadores do setor privado e muitíssimo, mais ainda quando confrontado com esforço quase inexistente dos rendimentos do  factor capital ( rendas, juros e lucros).

Existem dois paises económicos, por um lado, um formado pelos agentes económicos, Estado e Instituições Financeiras que se protegem mutuamente, porque vivem em “osmose”  ( a estes ainda se podem juntar algumas grandes empresas, que vivem em quase monopólio ) e por outro lado, os outros agentes económicos, a maioria das empresas e as famílias condenados a pagar a crise, que  outros criaram.

O aumento da taxa social única agora separada com a contibuição igualitária de 18% , tanto para o beneficiário ( trabalhador ) como para o contribuinte ( empresas ) faz aumentar  a favor do estado a comparticipação para 36%, contra os 34,75% anteriores ( aumento arrecadado pelo estado de 1,25%) aumentando  ” cetaris paribus ” a carga contributiva de quem trabalha, aliviando as empresas.

O estado arrecadará , assim, aos trabalhadores, mais :

  • 2800 milhoes de euros ao trabalhadores do setor privado
  • 1800 milhões de euros à função pública e ao setor empresarial do estado
  • 1260 milhões de euros aos pensionistas

Isto é, o Estado retira aos trabalhadores mais 6860 milhões de euros em 2013.

Em contrapartida alivia as empresas e as Intituições Financeiras em  – 2300 milhões de euros

Em resumo, o agente económico estado, continua a olhar para o seu ” umbigo” tirando ao fator trabalho, e distribuindo o que cobra a estes, por si e pelo fator capital.

A revolução ideológica, está em marcha. A direita política, está a realizar  em meses aquilo que sonhava há anos : facilitar os despedimentos, diminuir o rendimento disponivel de quem trabalha por conta doutrem, fingir desconhecer existência de uma constituição e de qualquer decisão do tribunal constitucional, proteger a Banca e os grandes grupos económicos, não tomando medidas anti-monopolistas para que a economia de mercado funcione, o que é ” per si” politicamente criminoso.

Não conhecemos medidas relevantes de renegociação das parcerias público privadas (PPP), nem no corte daquilo que dizem ser as “gorduras do estado”, nem do corte aos beneficios às mais de 800 fundações que proliferam no país, nem medidas relevantes para taxar as transações financeiras, etc.

Para o nosso Governo renegociar contratos com o fator capital ( PPP e outros ) é muito difícil, porque os contratos são complexos e porque o Estado deve cumprir e respeitar o que assinou.

Mas os contratos de trabalho, esses sim ! O Estado assume o papel de rasgar qualquer contrato e desresponsabiliza-se de cumprir o que acordou.

Nunca foi tão claro que este governo é ” forte com os fracos e fraco com os fortes “.

Com estas medidas vamos criar mais ricos ou ajudar a enriquecer mais aqueles que já o são, à custa da classe média e daqueles que vivem do trabalho por conta doutrem, verdadeiro objetivo da direita “provinciana” que se veio instalar em Lisboa, cercando os ministérios e cedendo  favores do estado ( que é de todos nós ) a alguns poderosos interesses económicos e financeiros.

As micro, pequenas e médias empresas, são as responsáveis por 97% do emprego em Portugal, que agora serão aliviadas em 5,75%  da remuneração dos seus funcionários, relativos à contribuição para a segurança social, mas como o consumo interno terá uma redução muito relevante, em função da diminuição do rendimento líquido das famílias, muitas destas empresas irão descer as suas vendas e na maior parte delas a aflição e incapacidade de sobrevivência, ditará a sua insolvência,  jamais criando emprego.

Só as grandes empresas lucrarão e sem criar emprego.

As empresas que não concorrem, oligopóleos, monopólios ou quase monopólios, trusts (escondidos), essas sim, toda a politica fiscal e não só, as fortalecerá.

Confesso que não sou adepto da escola monetarista.

Milton Friedman, percursor do liberalismo económico ( laissez faire laissez passé ), nunca teve uma ideia para a defesa de mercado de livre concorrência.

O liberalismo económico transforma a grande virtude da economia de mercado, que só funciona bem, em concorrência perfeita, numa economia de concorrência imperfeita a caminho do caplitalismo selvagem.

É por isso, que a intervenção do estado é essencial, nomeadamente através de medidas anti-monopolisticas.

Prometo para outra oportunidade, se a Direção do Quantum-Explicações me autorizar, escrever neste site, sobre a temática do favorecimento do Estado, (ideológicamente de direita) aos poderosos grupos económicos desprotegendo quase completamente aqueles que funcionam em concorrência perfeita e as famílias, que são a ” fortaleza” da economia de mercado e da própria democracia.

 Quantos pobres são necessários para se produzir um rico?

Almeida Garret

Nuno Mendes Lopes

Economista – Professor e Administrador de Empresas

A razão de sermos ” Quantum-Explicações”

O conhecimento é uno e de certa forma indivisível, mas a melhor forma de o apreendermos leva-nos à sua

Quantum Explicacões

Quantum Explicacões

repartição por distintas categorias do saber. Por esse motivo as abordagens à realidade são e dizem-se multidisciplinares.Precisamos da matemática para formular problemas de física ou de química.Recorremos à sociologia ou psicologia para compreendermos fenómenos económicos .

Apoiamo-nos na história para estudarmos as relações jurídicas.

A “ Quantum-Explicações “ é um espaço de ciência e saber, que não de mera informação onde alunos e Professores interagem socialmente, tendo como pano de fundo o conhecimento ciêntífico e técnico, seja ela estritamente teórico ou tacitamente prático.

Escolhemos o nome quantum por ser uma descoberta ciêntifica ( fótons ) e por a palavra se associar por similitude a “ quanto “, dando uma ideia figurativa de quantidade no âmbito matemático.

Associamos assim uma ideia da ciência física com uma fonética proxima da ciência matemática.

Mas se os alunos se por um lado sabem diferenciar os aspectos quantitativos dos qualitativos , o que será então o “ quantum “ na perspectiva da física ?

Max Planck , em 14 de Dezembro de 1900, anuncia, na Sociedade Berlinense de Física, que a energia não é emitida e nem absorvida continuamente, mas sim na forma de muito pequenas porções discretas chamadas quantum ou fótons , cuja grandeza é proporcional à frequência da radiação.

Nascia a Física Quântica e consolidavam-se as mudanças de concepção que já vinham sendo anunciadas desde os fins do século XIX. Abandonava-se, assim, definitivamente, a ideia de que a Física devia ocupar-se da causalidade do movimento pela tarefa teórica, amadurecida com a obra de Newton, no século XVII, de descrever a ordem natural, “com experiências seguras […], com o auxílio da geometria” procurando, como escreveu Kant no século XVIII, “estabelecer as regras segundo as quais ocorrem certos fenómenos na natureza .

Sublinhe-se que a Física nasce com Aristóteles no século III , como teoria do movimento.

Em 1924, Louis de Broglie propôs uma teoria segundo a qual os elétrons possuem uma onda associada, que influenciaria as características do seu movimento. A tese de De Broglie foi aperfeiçoada por Erwin Schrödinger, que a utilizou para chegar, em 1926, ao que é hoje a mais usada formulação matemática da Mecânica Quântica ( a equação de Schrödinger). A teoria ondulatória conseguiu explicar como os elétrons dos átomos não podem possuir qualquer energia, e, conseqüentemente, não podem ocupar qualquer órbita ao redor do núcleo, mas apenas algumas pré-definidas.

Einstein e Infeld em “The Evolution of Physics”, anotando que fora necessária “uma corajosa imaginação científica para reconhecer que o fundamental para a ordenação e a compreensão dos acontecimentos podia não ser o comportamento dos corpos; mas o comportamento de alguma coisa que se interpõe entre eles, isto é, o campo -“, indicam de forma clara os problemas que a Física Relativista trazia para a pretensão da Física Clássica de realizar a descrição do curso dos fenómenos através da representação visual das partículas em movimento. A relação de Einstein com a Física Quântica é interessante. Ele foi o primeiro a afirmar que a teoria quântica era revolucionária. A sua ideia de luz quântica foi um corte com a Física clássica, tendo passado os últimos anos da sua vida a encontrar uma teoria que unificasse a mecânica quântica com a sua teoria da relatividade geral , mas através de uma argumentação determinista e não probabilística ( Deus , não joga dados, dizia Einstein).

O advento da Física Quântica causou e tem causado enormes transformações na vida de todos nós .Nem sempre e nem todos estamos conscientes dos modos pelos quais uma revolução científica iniciada há cem anos pode-nos afectar ainda hoje, mas provavelmente já ouvimos falar de seu impacto na evolução da própria Física e de toda controvérsia gerada pelas dificuldades conceptuais de interpretação dos fenômenos quânticos . Os seus efeitos, porém, estender-se para além da Física, com desdobramentos importantes na Química, com a teoria de orbitais quânticos e suas implicações para as ligações químicas, e na Biologia, com a descoberta da estrutura do DNA e a inauguração da genética molecular, apenas para citar dois exemplos.

Podiamos, pois, ter escolhido outro nome, tão ou mais sugestivo do que este, mas aqui está a razão, porque em nome da ciência, do saber cognitivo  e dos alunos somos “ Quantum-Explicações “.

Explicações

O Centro de Explicações de Lisboa, tem um vasto leque de disciplinas e professores ( licenciados, mestres, doutores e doutorandos) para ministrar explicações aos seus alunos.

Nunca cairemos, na perspetiva ” demagógica”, “falsa” ou ” hipócrita” de informar que ministramos todas as “disciplinas”, porque, simplesmente não existe em Portugal ou em qualquer parte do mundo, nenhuma escola, universidade e muito menos Centro de Explicações, que com dignidade e honestidade, possa afirmar essa realidade, que só pode ser virtual. As unidades curriculares em todo o sistema de ensino Português são imensas e são superiores a 1500.

   Dessa forma, é pretencioso, centros de explicações proclamarem que ministram todas as disciplinas, do universo educativo Português.

Isso pode revelar, o desconhecimento, da realidade educativa ou simplesmente “oportunismo comercial”.

A educação e a saúde, são as unicas atividades económicas em que os utentes são tratados respetivamente por alunos e doentes, sendo todos os outros de outras atividades, denominados clientes.

Não é por acaso, que a sociedade civil  considera com deferência e respeito social o ensino, a ciência e o conhecimento gerado no sistema de ensino.

Por esse facto, exige-se responsabilidade e bom senso aos agentes educativos, o que significa “verdade” e não uma atividade ” falaciosa” e “hipócrita”.

Afirmar que um Centro de Explicações ministra todas as disciplinas do ensino básico Português é plausível, a despeito de podermos questionar a veracidade desse anúncio.

No entanto, propanguandear que um Centro misnistra todas as disciplinas do ensino secundário é “mentir” e muito mais será quando se afirma que um Centro oferece explicações de todas as ” cadeiras ” de ensino superior.

Nós no Quantum-Explicações, não ministramos algumas disciplinas do ensino secundário , nomeadamente disciplinas específicas dos cursos profissionais, como:  Área de Integração,  Qualidade, Segurança e Ambiente. Produção Pecuária, Nutrição, Reprodução e Melhoramento, Alemão, Latim e Grego, Modelagem, Técnicas de Comunicação em Acolhimento Turístico … etc

Tambêm, no que concerne ao ensino superior, não ministramos muitas disciplinas, pois afirmá-lo, seria uma enorme irresponsabilidade ( talvez um crime público).

Sertá que os Centros de Explicações, que dizem ministrar todas as disciplinas,  como antropologia, espelhologia, física quântica, física nuclear, direito marítimo, direito administrativo, engenharia textil, italiano, aerodinâmica só para falar de algumas ( poucas) disciplinas do universo do ensino superior ?

A honestidade, é o princípio do conhecimento e este requer qualidade interventiva e ” verdade”.

A verdade não tem preço e exige trabalho e empenhamento

É essa uma das  razões entre outras, que o Quantum-Explicações é considerado um dos melhores Centros de Explicações de Lisboa e de Portugal