Centro de Explicações

O Centro de Explicações Quantum, está localizado na Av. de Roma em Lisboa, à saída do metro e muito próximo da estação ferroviária Roma-Areeiro, sendo assim um Centro de Explicações, no centro de Lisboa com excelentes vantagens de mobilidade para os alunos

Centro de Explicações para o ensino básico

Centro de Explicações para o ensino secundário

Centro de Explicações para o ensino superior

Todos os nossos professores são licenciados, mestres ou doutorados nas  mais prestigiadas Instituições Universitárias .

 

Consulte os nossos preços e condições de acesso  e contacte-nos, temos respostas pedagógicas para si.

 

 

Explicações

O Centro de Explicações de Lisboa, tem um vasto leque de disciplinas e professores ( licenciados, mestres, doutores e doutorandos) para ministrar explicações aos seus alunos.

Nunca cairemos, na perspetiva ” demagógica”, “falsa” ou ” hipócrita” de informar que ministramos todas as “disciplinas”, porque, simplesmente não existe em Portugal ou em qualquer parte do mundo, nenhuma escola, universidade e muito menos Centro de Explicações, que com dignidade e honestidade, possa afirmar essa realidade, que só pode ser virtual. As unidades curriculares em todo o sistema de ensino Português são imensas e são superiores a 1500.

   Dessa forma, é pretencioso, centros de explicações proclamarem que ministram todas as disciplinas, do universo educativo Português.

Isso pode revelar, o desconhecimento, da realidade educativa ou simplesmente “oportunismo comercial”.

A educação e a saúde, são as unicas atividades económicas em que os utentes são tratados respetivamente por alunos e doentes, sendo todos os outros de outras atividades, denominados clientes.

Não é por acaso, que a sociedade civil  considera com deferência e respeito social o ensino, a ciência e o conhecimento gerado no sistema de ensino.

Por esse facto, exige-se responsabilidade e bom senso aos agentes educativos, o que significa “verdade” e não uma atividade ” falaciosa” e “hipócrita”.

Afirmar que um Centro de Explicações ministra todas as disciplinas do ensino básico Português é plausível, a despeito de podermos questionar a veracidade desse anúncio.

No entanto, propanguandear que um Centro misnistra todas as disciplinas do ensino secundário é “mentir” e muito mais será quando se afirma que um Centro oferece explicações de todas as ” cadeiras ” de ensino superior.

Nós no Quantum-Explicações, não ministramos algumas disciplinas do ensino secundário , nomeadamente disciplinas específicas dos cursos profissionais, como:  Área de Integração,  Qualidade, Segurança e Ambiente. Produção Pecuária, Nutrição, Reprodução e Melhoramento, Alemão, Latim e Grego, Modelagem, Técnicas de Comunicação em Acolhimento Turístico … etc

Tambêm, no que concerne ao ensino superior, não ministramos muitas disciplinas, pois afirmá-lo, seria uma enorme irresponsabilidade ( talvez um crime público).

Sertá que os Centros de Explicações, que dizem ministrar todas as disciplinas,  como antropologia, espelhologia, física quântica, física nuclear, direito marítimo, direito administrativo, engenharia textil, italiano, aerodinâmica só para falar de algumas ( poucas) disciplinas do universo do ensino superior ?

A honestidade, é o princípio do conhecimento e este requer qualidade interventiva e ” verdade”.

A verdade não tem preço e exige trabalho e empenhamento

É essa uma das  razões entre outras, que o Quantum-Explicações é considerado um dos melhores Centros de Explicações de Lisboa e de Portugal

Sistema de ensino em Portugal

A Educação engloba os processos de aprender e ensinar.

É um fenômeno inerente a qualquer sociedade e aos grupos que a constituem, sendo responsável pela sua manutenção e perpetuação transmissíveis, às gerações vindouras  de modos culturais de ser, estar e de estar indispensáveis à boa convivência humana. Enquanto processo de sociabilização, a educação é exercida nos diversos espaços de convívio social, seja para a adequação do indivíduo à sociedade, do indivíduo ao grupo ou dos grupos à sociedade. Nesse sentido, educação coincide com os conceitos de socialização e endoculturação, mas não se resume a estes.

Em Portugal o ensino básico está distribuído por três ciclos :

  • 1.º ciclo (1.º ano ao 4.º ano);
  • 2.º ciclo (5.º e 6.º ano);
  • 3.º ciclo (7.º ao 9.º ano).

As classificações dos alunos são fundamentalmente qualitativas e também quantitativas nos 2º e 3º ciclos.

A maior ênfase boa aprendizagem, centra-se na língua Portuguesa, na matemática e na compreensão do meio físico, sendo o 3º ciclo mais abrangente.

Instituto Superior de Economia e Gestão ( ISEG)

Torre Norte do Instituto Superior Técnico.

O ciclo seguinte é designado por Ensino Secundário – abrange os 10.º, 11.º e 12.º anos e tem um sistema de organização próprio, diferente dos restantes ciclos. A mudança de ciclo pode, em vários casos, ser marcada pela mudança de escola, sendo, por exemplo, as escolas que abrangem o 1.º ciclo mais pequenas que as restantes, tendo em média cerca de 200 alunos, enquanto que as do 2.º e 3.º ciclos e as secundárias podem facilmente atingir os 2000 alunos.

A taxa de alfabetização nos adultos situa-se nos 95%. As matrículas para a escola primária estão próximas dos 100%. Apenas 20% da população portuguesa em idade de frequentar um curso de ensino superior frequenta as instituições de ensino superior do país. Para além de ser um dos principais destinos para os estudantes internacionais, Portugal está também entre os principais locais de origem de estudantes internacionais. Todos os estudantes do ensino superior, tanto a estudar no país como no estrangeiro, totalizaram cerca de 380 mil alunos em 2005.

 

O ciclo seguinte é designado por Ensino Secundário – abrange os 10.º, 11.º e 12.º anos e tem um sistema de organização próprio, diferente dos restantes ciclos. A mudança de ciclo pode, em vários casos, ser marcada pela mudança de escola, sendo, por exemplo, as escolas que abrangem o 1.º ciclo mais pequenas que as restantes, tendo em média cerca de 200 alunos, enquanto que as do 2.º e 3.º ciclos e as secundárias podem facilmente atingir os 2000 alunos.

A taxa de alfabetização nos adultos situa-se nos 95%. As matrículas para a escola primária estão próximas dos 100%. Apenas 20% da população portuguesa em idade de frequentar um curso de ensino superior frequenta as instituições de ensino superior do país. Para além de ser um dos principais destinos para os estudantes internacionais, Portugal está também entre os principais locais de origem de estudantes internacionais. Todos os estudantes do ensino superior, tanto a estudar no país como no estrangeiro, totalizaram cerca de 380 mil alunos em 2005.

As Universidades Portuguesas existem desde 1290, sendo a primeira a Universidade de Coimbra, que, no entanto, estabeleceu-se primeiramente em Lisboa antes de se fixar definitivamente em Coimbra. As universidades são geralmente organizadas em faculdades, institutos e escolas. A Declaração de Bolonha foi adoptada desde 2006 pelas universidades e institutos politécnicos portugueses. Nas Universidades, as avaliações são feitas numa escala de 1 a 20 valores. Em média, os cursos demoram três anos, o que equivale a nove trimestres, sendo que no fim deste período (e depois dos exames finais), é efectuada a média final do aluno, e se conseguir, a partir daí o aluno está oficialmente formado na área que escolheu (porém, pode aumentar sempre a sua qualificação com um Mestrado, e posteriormente, com um doutoramento).

Existem ainda Institutos Politécnicos de ensino superior espalhados por quase todos os distritos de Portugal.

Centro de Explicações Lisboa

Promovemos  explicações individuais ou em grupo ( máximo de 3 alunos ), o que permite uma intervenção pedagógica diferenciada e personalizada, por forma a atingir a otimização dos resultados escolares.

Explicações em sala com professores licenciados, mestres, doutorandos ou doutorados, do 1º ano de nível de escolaridade ao ensino superior

– preparação para testes e exames do 9º ano
– preparação para testes e exames do 11º ano
– preparação para testes e exames do 12º ano
– preparação especial para acesso ao ensino superior para mais de 23 anos
– preparação para testes e exames ao ensino superior ( Universitário ou Politécnico )

Navegue no nosso site, solicite informações e contacte-nos.

Temos respostas pedagógicas para si …

Realização de trabalhos a alunos do ensino superior

A razão porque o Quantum-Explicações não realiza trabalhos aos alunos

Alguns estudantes do ensino superior contactam-nos a solicitar a realização de trabalhos específicos a certas “cadeiras”, os quais são elementos básicos de avaliação das mesmas.

Algumas das Instituições Universitárias e Politécnicas privadas, utilizam o trabalho individual e mais raramente trabalho de grupo, para aquilatar as competências cognitivas dos seus alunos.

Alguns Centros de Explicações, quando tem nos seus quadros explicadores com capacidade de os efetuar ( e são poucos com essa competência ), realizam-nos,  exigindo valores muito elevados.

Com efeito, estes valores justificam-se, já que o trabalho adquirido como o de um ” bem de consumo” se tratasse, deve ser entregue ” imaculado” e sem qualquer erro, nos conceitos, nas definições ou nos cálculos se for o caso.

Alguns desses trabalhos poderão mesmo, consumir ao explicador várias horas para os realizar, de forma competente.

Do ponto de vista comercial, poderia ser interessante, mas o Quantum-Explicações, não realiza esse serviço.

 

Passamos a explicar porquê … !

Não é por acaso, que, aos doentes e aos alunos, a sociedade civil e o próprio Estado, não chama de clientes. Os alunos são  estudantes e os doentes são  pacientes, mesmo quando pagam um serviço. No entanto, em qualquer outra atividade económica, o pagador é denominado de cliente, ao consumir um bem ou um serviço.

A sociedade tem uma “etiqueta” especial, para os alunos e os doentes, pelo respeito que a educação e a saúde, merecem e que os diferencia de outras atividades.

Uma sociedade é tanto mais culta e mais apta, quanto maior for o conhecimento e os saberes dos seus cidadãos.

A feitura de trabalhos, em nome do aluno, é uma fraude, pois substitui aquilo que o aluno deveria saber, decorrente do seu estudo, por uma compra direta e não assimilada, dos saberes de um professor.

Isto é, a facilitação, que conduz ao nosso empobrecimento coletivo, o qual é “per si” iníquio, pois separa aqueles que pagam conhecimentos que não tem, daqueles que assimilam conhecimentos, através do seu esforço.

Nunca nenhum aluno das Universidades Públicas, da Universidade Católica ou da Universidade Lusíada, para falar de algumas Instituições, entre outras, nos pediram este serviço, mas temos a certeza que os professores das Instituições politécnicas ou universitária que possibilitam a avaliação através de trabalhos não tem em mente, avaliar trabalhos realizados por outrem, pois são os conhecimento dos seus alunos a fonte da sua avaliação.

No nosso quadro de colaboradores existem quatro professores Universitários que se sentiriam defraudados se os seus alunos se socorrecem à compra trabalhos.

Estaremos no Quantum-Explicações, sempre dispostos, com muito orgulho e empenhamento a ajudar os alunos a realizar os seus trabalhos ou exercícios ( metodologias, conceitos, definições, cálculos, raciocínios lógicos e abstratos), mesmo aqueles que contem diretamente para a avaliação, mas não nos substituiremos ao aluno na realização final do seu trabalho.

Desta forma, garantimos que o aluno, adquiriu conhecimentos, não os comprou.

O primeiro terá no final um curso com conhecimentos para praticar o segundo terá um ” canudo” que não lhe sevirá para nada na vida real.

Preservamos a qualidade do ensino, ministrando explicações de qualidade.

” o único local onde o sucesso vem antes do trabalho é no dicionário”

Albert Einstein 

Explicações de Inglês

Desenvolver competências de produção textual e capacidades de comunicação verbal na língua Inglesa é um dos vários objetivos que o Ministério de Educação propõe no programa curricular da disciplina de Inglês, num contexto de uma Europa, no sentido estrito e no mundo ” latus sensu” pluricultural e plurilingue.

A capacidade de comunicação com os cidadãos deste mundo global, revela-se não só um requisito basilar como um fundamento inalienável de educação cívica, democrática e humana.

A língua Inglesa tendo vindo cada vez mais a ganhar o estatuto de principal língua de comunicação entre os povos: nas tecnologias de informação, na

comunicação ciêntifica, nos negócios ou mesmo simplesmente na atividade turística dos cidadãos.

O Quantum-Explicações propõe-se a ajudar os alunos a adquirir as ferramentas necessárias para utilizar  a língua Inglesa não só na perspetiva de facultar oportunidades de contacto com realidades linguísticas diversificadas, mas também preparar os estudantes para o seu sucesso escolar na língua Inglesa, ampliando assim a capacidade de absorver conhecimentos que muitas vezes só são expostos na língua de William Shakespeare.

Ler, ouvir, falar e escrever, integrando a dimensão sociocultural na interpretação e produção de texto, por parte do aluno na utilização da língua Inglesa ( a palavra, a frase, a prosódia ) e tendo como pano de fundo as macrofunções do discurso, os tipos de texto e as intenções de comunicação.

Para o ensino secundário em particular, no domínio da interpretação os alunos devem ler ( compreender diversos tipos de texto – textos curtos , extensos, literários ou não literários ) e ouvir ( compreender o discurso fluido e acompanhar linhas de argumentação ).

No domínio da produção os estudantes devem falar ( interagir com eficácia na língua Inglesa participando no diálogo e defendendo os seus pontos de vista ) e escrever ( elaborando textos de forma estruturada e com capacidade de síntese mobilizando conhecimentos adquiridos )

Consulte neste site os nossos preços e contacte-nos, pois temos respostas pedagógicas para si. 

(2) Ciêntistas e artistas que mudaram o mundo

“Todos os efeitos da natureza não passam de resultados matemáticos de um número restrito de leis imutáveis”

Pierre Simon Laplace ( 1749 – 1827)

Pierre Laplace

Pierre Simon, Marquis de Laplace, nasceu em Paris, e foi um matemático, físico e astrónomo Francès, que deu corpo à sistematizaçãoe ampliação  da astronomia matemática. A obra-prima “Mecànica Celeste”, que escreveu, traduziu o estudo geométrico da mecânica clássica utilizada por Newton para um estudo baseado em cálculo matemático, conhecido como física mecânica.Recebeu o seu nome, a regra de Laplace, no domínio do cálculo da probabilidade ( em que relaciona o número dos casos favoráveis de um acontecimento, com o número de casos possíveis, cuja a aprendizagema os alunos em Portugal é transmitida no ensino secundário).Pierre Laplace, também formulou a equação de Laplace e a transformada de Laplace que é utilizada em todos os ramos da matemática e física, bem como o operador diferencial de Laplace, contributo muito importante na matemática aplicada.

 

“Um verdadeiro conservacionista é um homem que sabe que o mundo não é dado pelos seus pais, mas emprestado de seus filhos”

John James Audubon (1785- 1851)

 

John James Audubon, foi um naturalista Americano, com origem Francesa que promoveu a ilustração científica de aves. Realizou vários trabalhos nesse

John Audubon

contexto ciêntifico, sendo o mais conhecido o ” The Birds of America”. que alcançou, durante a sua vida, um indejével sucesso comercial e trouxe-lhe enorme popularidade junto do público. O prestígio científico alcançado pela obra valeu-lhe elogios rasgados dos seus pares e permitiu-lhe tornar-se o segundo americano a ser incluido na prestigiante Royal Society britânica para as ciências.

 

 

“A verdade é que antes a física era mais simples, harmônica e, portanto, mais satisfatória!”

( A física determinista até Newton e depois de Newton )

Max Plank  (1858 – 1947)

Max Karl Ernst Ludwig Planck, nasceu na Alemanha e foi o físico considerado o pai da física quântica, ao descobrir o ” buraco negro”. Max Plank é um dos cientistas mais importantes do século XX, tendo sido agraciado com o prémio Nobel da física em 1918, pela sua contribuição para a física quântica.

Max Plank, desenvolveu trabalhos sobre a teoria do calor, tendo descoberto em seguida o formalismo termodinâmico.

Em fins do século XVIII, uma das dificuldades da física consistia na interpretação das leis que governam a emissão de radiação por parte dos corpos negros. Tais corpos são dotados de alto coeficiente de absorção de radiações; por isso, parecem negros para a vista humana.

Ao pesquisar as radiações eletromagnéticas descobriu a nova cosnatante fundamental, a “constante de Plank”, que é utilizada para calular a energia do fóton ( quantum) e a lei da radiação térmica, chamada a “lei de Plank da radiação”.

Essa foi a base da teoria quântica, também com a colaboração de Albert Einstein e de Niels Bohr, os quais trabalharam juntos na Universidade de Berlim.

Max Plank

Einstein  foi o primeiro a afirmar que a teoria quântica era revolucionária. Em 1909, Einstein sugeriu numa conferência que era necessário encontrar uma forma de entender em conjunto ondas e partículas. No entanto, na década de 1920, quando a teoria quântica original foi substituída pela nova mecânica quântica, Einstein discordou da interpretação de Copenhaga, porque ela defendia que a realidade era probabilística e aleatória. Einstein concordava que a mecânica quântica era a melhor teoria disponível, mas procurou sempre uma explicação determinista, isto é não-probabilística

É deste período de investigação a famosa frase de Einstein ” Deus não joga dados “.

As descobertas de Planck, que mais tarde viriam a ser confirmadas por outros cientistas, foram o nascimento de um campo totalmente novo na física moderna (pós Newton), conhecidos como mecânica quântica, e que forneceram a base para a investigação de áreas pouco exploradas até então, como a energia nuclear.

Um homem a quem foi dada a oportunidade de abençoar o mundo com uma grande idéia criativa não precisa do louvor da posteridade. Sua própria façanha já lhe conferiu uma dádiva maior!”               Albert Einstein, sobre Max Planck

” Na vida, os blocos de granito afundam, já as cascas das àrvores continuam flutuando”

Pierre-Auguste Renoir (1841-1919)

Pierre Auguste Renoir, de naturalidade Frnacesa, foi um dos mais célebres pintores e um dos mais emblemáticos nomes do movimento artístico impressionista.
Apesar de sua técnica ser essencialmente impressionista, Pierre Renoir nunca deixou de dar importância à forma – de fato, teve um período de rebeldia diante das obras de seus amigos, no qual se voltou para uma pintura mais figurativa, evidente na longa série Banhistas. Mais tarde retomaria a plenitude da cor e recuperaria sua pincelada enérgica e ligeira, com motivos de beleza e sensualidade, como ” A adormecida”.

Pierre Renoir

A sua obra de maior impacto é Le Moulin de la Galette, em que conseguiu elaborar uma atmosfera de vivacidade e alegria à sombra refrescante de algumas árvores, aqui e ali intensamente azuis. Percebendo que traço firme e riqueza de colorido eram coisas incompatíveis, Renoir concentrou-se em combinar o que tinha aprendido sobre cor, durante o seu período impressionista, com métodos tradicionais de aplicação de tinta. O resultado foi uma série de obras-primas, conhecidas em todo o mundo.

Explicações de Análise Complexa e Equações Diferenciais

Uma equação diferencial é aquela em que a função incógnita surge sob a forma da sua respetiva derivada. Os fundamentos das equações diferenciais estão tão dominados pelas contribuições do matemático Leonhard Euler, que sentimos quase um impulso em afirmar que a história desta temática começa e termina com ele. Mas obviamente que isso, seria uma simplificação grosseira do seu desenvolvimento. Existem vários contribuintes importantes, e aqueles que vieram antes de Euler foram necessários para que ele pudesse entender o cálculo e a análise, necessários para desenvolver muitas das ideias fundamentais.

Análise Complexa e Equações Diferenciais

Com efeito, as equações diferenciais começaram com os inventores do cálculo, Newton, Fermat e Leibniz, já que são estes os brilhantes matemáticos que procederam à descoberta para a derivada, que de forma subsequente apareceu em equações.No entanto as equações diferenciais, se exceptuarmos as equações separáveis eram e ainda hoje são difíceis de resolver se não dominarmos técnicas próprias de resolução. O método de separação das variáveis foi desenvolvido por Jakob Bernoulli e generalizado por Leibniz a partir da integral ( antiderivada).

Outros matemáticos deram contribuições relevantes nesta área, como são os exemplos de Joseph Lagrange ( mostrou que a solução geral de uma equação diferencial linear homogénea de grau n é uma combinação linear de n soluções independentes), joseph Fourrier ( resolve a equação diferencial parcial – series de Fourrier), Legrende. Hankel, Bessel, Chebyshev, Hermite ( resolução de equações diferenciais ordinárias), Gauss e Cauchy ( desenvolvimento do conceito de funções de variáveis complexas), Laplace ( melhor entendimento das técnicas numéricas e da integração), etc .

Muitos dos alunos , apresentam  algumas dificuldades no entendimento do conteúdo programático desta unidade curricular .

Os professores ( mestres , doutorandos e doutorados ) do nosso Centro de Explicações, poderão ser uma

Leonhard Euler

ajuda relevante para o seu sucesso na  “cadeira“  de Análise Complexa e Equações Diferenciais, permitindo a compreensão das coordenadas polares, séries numéricas e de potência, funções harmónicas e núcleo de Poisson, integrais de linha,  funções  C  diferenciáveis, regra de derivação, fórmulas integrais de Cauchy, fórmula de Taylor, integrais de variável real, integrais impróprios, transformada de Laplace e a resolver equações e muito mais …

Contacte-nos, temos respostas pedagógicas para si.

Equação diferencial

 

ORDEM DE UMA EQUAÇÃO DIFERENCIALé a ordem da mais alta derivada que nela aparece.

GRAU DE UMA EQUAÇÃO DIFERENCIAL: considerando as derivadas como um polinómio, é o grau da derivada de mais alta ordem que nela aparece.

SOLUÇÃO OU INTEGRAL GERAL: é toda a função que verifica, identicamente, a equação diferencial e vem expressa em termos de n constantes arbitrárias. Se a equação é de primeira ordem, aparece uma constante, se é de segunda ordem, duas constantes, etc..

Podem os juízos filosóficos em particular os juízos morais, serem objetivos ?

Artigo de opinião    

“Tambêm aqui moram os Deuses” de João Carlos Silva

Talvez fosse útil, e mesmo filosoficamente conveniente, começar por definir de uma forma suficientemente rigorosa os conceitos de subjectividade e de objectividade que se tem em mente, a fim de evitar equívocos desnecessários que só podem atrapalhar a discussão e torná-la inconsequente por razões de ambiguidade conceptual. Assim, se definirmos a objectividade de um juízo ou conhecimento como a propriedade lógica ou epistémica que os torna verdadeiros ou válidos independentemente da subjectividade dos agentes que os concebem, isto é, dos seus gostos, interesses, opiniões, desejos ou crenças pessoais, enquanto definimos a subjectividade como a propriedade de um juízo ou conhecimento que faz depender a sua verdade ou validade desses mesmos agentes, ou seja, das suas opiniões, gostos, crenças, desejos ou interesses pessoais, então não vejo como se poderá considerar – e muito menos afirmar dogmaticamente, sem qualquer argumento digno desse nome, como foi o caso – que nem a lógica nem qualquer área da ciência ou da filosofia podem ser ou aspirar a ser epistemicamente neutrais ou objectivas. Se entendermos ambos os conceitos da forma acima referida, como é que se pode consistentemente afirmar que, por exemplo, o príncipio lógico da identidade, segundo o qual A= A, ou o princípio da implicação, segundo o qual se A implica B e B implica C, então A implica C, ou a famosa fórmula fisica que faz equivaler matematicamente a energia à massa x a velocidade da luz ao quadrado, são juízos ou conhecimentos subjectivos, próprios para boi dormir?! Só se entender por subjectivo o facto óbvio e indiscutível de serem descobertos, pensados, formulados e conhecidos por sujeitos, mas esse não é, seguramente, o sentido filosoficamente relevante do termo, pois é evidente que se não existissem sujeitos capazes de conhecer também não haveria, pura e simplesmente conhecimento, só que isso não prova que todos os pensamentos e conhecimentos produzidos ou alcançados por aqueles sejam em si mesmos subjectivos no sentido acima indicado, mas tão só no sentido trivial e irrelevante para o caso de haver um sujeito que os tem. Deste modo, as leis da lógica e as leis da física ou bem que são objectivamente válidas e verdadeiras ou bem que não são, conforme descrevam ou não adequadamente as regras que o raciocínio deve cumprir para poder ser considerado formalmente válido, no caso da lógica, ou as regras estruturais que presidem ao funcionamento básico da Natureza, no caso da física, sendo as verdadeiras completamente independentes do facto de haver ou não quem as conceba bem ou mal, pois mesmo que não existissem seres humanos dotados de subjectividade para o fazer (e mesmo aqui teriamos que distinguir a subjectividade transcendental própria da razão universal, comum a todos nós, das subjectividades individuais próprias de cada um), continuariam a existir as mesmas leis da lógica e da Natureza, apenas com a diferença de que não seriam conhecidas por nós.

João Carlos Silva – Escritor e professor de filosofia

 

Caso haja interesse em ler o artigo completo, aqui fica o link que lhe dá acesso:

http://www.goodreads.com/story/show/275641-podem-os-ju-zos-filos-ficos-ser-objectivos-em-particular-os-ju-zos-mora

Explicações de Resistência dos Materiais

Explicações de “Resistência dos Materiais“, no Quantum-Explicações.
A “cadeira” de resistência dos materiais é comum fazer parte dos programas curriculares de cursos do ensino superior, nomeadamente dos, de engenharia dos materiais e de engenharia civil, entre outros…

Na engenharia , a resistência dos materiais significa a capacidade do material resistir a uma força aplicada sobre ele.
Os esforços mecânicos são o principal fator da resistência dos materiais, pois o seu estudo envolve a dimensão de uma peça ou elemento de máquina para que suporte os efeitos dos esforços mecânicos gerados por uma estrutura geral ou específica.

Para esse estudo é necessário a utilização de conhecimentos multidisciplinares no domínio da física ( a estática, para o equilíbrio de forças), cálculo geométrico ( estudo do esforço mecânico – secções transversais de materiais) os quais envolvem conceitos como; momento de inércia, módulo de resistência, raio giratório … etc.
São esforços mecânicos a tração, a compressão, o cisalhamento, a torção, a flexo-torção, entre outros.

As explicações de resistência dos materiais, irá ajudar os alunos a compreender estes conceitos e outros como resiliência, tenacidade, ductilidade, momento polar de resistência, diagrama de momento e ângulo de torção, comprimento de flambagem, coeficiente de esbeltez, círculo de Mohr: rotação de eixos, critério da máxima energia de distorção, critério de Coulomb-Mohr, deformações, tensões admissíveis: coeficiente de segurança e muitos outros e a proceder aos cálculos para aplicação dos conceitos.

Consulte os nossos preços ou solicite mais informação sobre as Explicações de resistência dos materiais, em Lisboa

Quantum – Apoio Escolar

Para os pequenos alunos do 1º e 2º ciclos escolares

Para que as crianças iniciem a sua atividade escolar com uma progressão sólida, que se deseja longa, é necessário que a criança tenha desenvolvido competências no domínio psicomotor, cognitivo e afetivo.

A expressão corporal, a lateralidade a espacialidade, a leitura e a escrita, a razão porque se aprende, a relação com a família e a socialização geral, da criança, são fundamentais para absorção de raciocínios lógicos e matemáticos e são fatores  geradores de potenciação da atenção, concentração ao seu mundo individual e coletivo, provocando um melhor aquisição dos valores e dos saberes.

As alunos de tenra idade, por vezes, encontram dificuldades na aprenndizagem de certos temas, não porque não se encontram capacitadas para os compreender ou porque as suas bases, emocionais, cognitivas ou psicomotores, não estejam em crescimento, mas porque a estrutura do seu desnvolvimento não é linear e tanto fatores endógenos como exógenos, condicionam o aluno ( uma noite mal dormida, pode ser um exemplo de não absorver uma certa matéria e esse facto para estes alunos é muitas vezes inibidor de aprendizagens posteriores por falha na aprendizagem anterior que serviria de base para a evolução).

O Quantum-Explicações, criou para estes nossos pequenos alunos, dos seis primeiros anos de escolaridade, que necessitam de apoio escolar e explicações de todas as disciplinas (umas mais que a outras …) o Quantum – Apoio Escolar.

O que diferencia os alunos do Quantum – Apoio Escolar, dos restantes alunos ?

A partir do 7º ano de escolaridade até ao ensino superior, isto é, a partir do 3º ciclo de escolaridade as explicações são por disciplina e as explicações são ministradas para o aprofundamento dos conhecimentos da disciplina a que o aluno recebe aulas do explicador, sendo o acompanhamento dos TPC ou outras ajudas solicitadas, fatores secundários da explicação. Digamos, que as explicações a partir do 7º ano do ensino básico, são explicações em sentido clássico.

Todavia aos alunos do 1º, 2º, 3º, 4º, 5º e 6º anos, o mesmo explicador acompanhará os trabalhos de casa, transmitirá conhecimentos, elaborará exercícios, pedagógica e didáticamente sustentados, em todas as àreas cognitivas, nomeadamente:

1º Ciclo – Estudo do meio, Língua Portuguesa, Matemática e Inglês (ou Francês).

2º Ciclo – Ciências da natureza, Inglês (ou Francês), História e Geografia de Portugal, Língua Portuguesa e Matemática .

Contacte-nos e consulte os nossos preços. Temos respostas cognitivas globais para o seu filho.

A revolução ideológica do Estado – a direita política

Artigo de opinião

 

Quantos pobres são necessários para se produzir um rico? 

 

«E eu pergunto aos economistas, políticos, aos moralistas, se já calcularam o número de indivíduos que é forçoso condenar à miséria, ao trabalho desproporcionado, à desmoralização, à infâmia, à ignorância crapulosa, à desgraça invencível, à penúria absoluta, para produzir um rico?»

Almeida Garret

 

Passaram tantos anos, mas a descrição dos nossos intelectuais mais contemporâneos, sobre a nossa praxis e o nosso ” ser” continua, estranhamente atual.

Basta ler, Eça de Queiroz, Fernando Pessoa ou Almeida Garret, por exemplo, para sentirmos que estruturalmente nada mudou e que as suas mensagens atravessam o tempo.

Desde a mesquinhez ou inveja que caracteriza muitos dos Portugueses, à tristeza na “alma” quando tudo corre mal ou à euforia desmedida nos momentos de sucesso ( em qualquer dos casos excessivos) até à economia política e à moral social que reina, comandando este povo raramente bem governado.

Vem isto, a propósito das medidas anunciadas pelo nosso primeiro- ministro, Dr Passos Coelho, na passada semana, as quais se integrarão no “ orçamento do estado Português “ para o ano civil de 2013.

Jamais, os nossos governantes tiveram a ousadia (mesmos aqueles que se encontram à direita do espectro político), de forma brutal, diria mesmo selvagem, de desqualificar e ofender o factor trabalho e concomitantemente proteger o factor capital.

A crise económica que vivemos, não teve génese em Portugal, e o seu nascimento centrou-se nos Estados Unidos da América, com a grave crise financeira provocada inicialmente pelo “ sub-prime”, cujas responsabilidades são totalmente atribuídas a muitas Instituições Financeiras Americanas, sem escrúpulos, cuja ânsia de lucro não tem limites no universo.

Da crise financeira à crise económica e monetária foi um pequeno passo à escala mundial, com maior enfase para a Europa e para parte do continente Americano.

E aqui estamos, com uma das maiores crises de dívida pública, de dívida externa, de desequilíbrio orçamental, de desemprego e de crescimento económico que há memória nos tempos mais recentes, sem que possamos afirmar da inculpabilidade de governos de centro de direita ou de esquerda.

Mas quem paga, essa crise?

Há uns anos atrás estruturas políticas da esquerda mais radical, tinham um slogan “ os ricos que paguem a crise “, hoje a direita não utiliza slogan, mas apenas o comportamento de  “ser muito forte com os fracos e muito fraco com os fortes “ .

Se esta direita que se instalou no poder pelo poder, que em campanha eleitoral “ gritou “ que não tocaria nos salários, não levou muito tempo a fazer tudo o que tinha negado.

Para chegar ao poder tudo vale e a isso chamamos hipócrisia e pessoas sem escrúpulos e talvez o povo seja mais simples chamando-os de mentirosos ….

O slogan desta direita insensível às pessoas e ao sofrimento humano, se fosse apregoado,  seria outro : ” a classe média e os trabalhadores que paguem a crise, proteja-se os ricos “.

Não está, nem nunca esteve em causa, o esforço coletivo de defender a nossa soberania, o que engendra quer queiramos ou não, politicas económicas, orçamentais, sociais, regionais ( esqueçamo-nos das politicas câmbiais e monetárias das quais já não somos soberanos ) e outras, que implicitamente nos coagem à austeridade económica, social e cultural.

O que está em causa é a equidade ( ekwiddád ) do latim equitas, átis – justiça natural; virtude daqueles que nos seus atos e julgamentos reconhece igual ou com imparcialidade o direito de cada um.

E não apenas a equidade entre trabalhadores ( factor trabalho ), mas também aquela que concerne ao esforço que deveria ser implementado no factor capital.

Estranhamente colegas meus, vem a público afirmar que os salários pagos na função pública são ligeiramente superiores ao setor privado, sem proceder a uma análise mais fina do que afirmam.

Sem dúvida que os profissionais menos qualificados da função pública serão relativamente melhor pagos que o setor privado, o que não é muito difícil, pois mesmo ganhando  pouco, tem remunerações um pouco superiores ao salário mínimo nacional, cujo patronato privado  ( e não digo empresariado ), teima em pagar o mínimo legal, para engordar os seus lucros ou para suportar a sua atividade de pouco valor acrescentado e portanto de pouco valor económico.

Mas a função pública não são só trabalhadores pouco ou não qualificados. No setor empresarial do Estado e no setor publico administrativo, trabalham profissionais altamente qualificados, ciêntistas, gestores, investigadores, professores, médicos, biólogos, veterenários, geólogos, arquitetos, economistas, agrónomos, químicos, físicos, sociólogos, juristas etc, e a maioria desses profissionais tem vencimentos inferiores ao setor privado, para funções semelhantes .

Portanto, tomar o todo pela parte, não é uma prática muito ciêntifica e só pode ser justificada pela miopia que o desejo de argumento ideológico produz.

Há economistas e economistas.

Há correntes ideológicas na ciência económica ( classicos, néo-classicos e novos clássicos, os Keynesianos, marxistas, intitucionalistas, monetaristas entre outros ).

Arthur Laffer, o guru da  economia da oferta, que inspirou a política de Ronald Reagan nos anos 80 afirmava que “demasiado imposto mata o imposto”.

 Uma taxa de imposto demasiado elevada desencoraja o investimento e a atividade económica.

Se o esforço requerido aos trabalhadores da função pública e aos trabalhadores do setor empresarial do estado é já se si iníquo,  muito mais o é quando comparado com o esforço de participação nacional dos outros trabalhadores do setor privado e muitíssimo, mais ainda quando confrontado com esforço quase inexistente dos rendimentos do  factor capital ( rendas, juros e lucros).

Existem dois paises económicos, por um lado, um formado pelos agentes económicos, Estado e Instituições Financeiras que se protegem mutuamente, porque vivem em “osmose”  ( a estes ainda se podem juntar algumas grandes empresas, que vivem em quase monopólio ) e por outro lado, os outros agentes económicos, a maioria das empresas e as famílias condenados a pagar a crise, que  outros criaram.

O aumento da taxa social única agora separada com a contibuição igualitária de 18% , tanto para o beneficiário ( trabalhador ) como para o contribuinte ( empresas ) faz aumentar  a favor do estado a comparticipação para 36%, contra os 34,75% anteriores ( aumento arrecadado pelo estado de 1,25%) aumentando  ” cetaris paribus ” a carga contributiva de quem trabalha, aliviando as empresas.

O estado arrecadará , assim, aos trabalhadores, mais :

  • 2800 milhoes de euros ao trabalhadores do setor privado
  • 1800 milhões de euros à função pública e ao setor empresarial do estado
  • 1260 milhões de euros aos pensionistas

Isto é, o Estado retira aos trabalhadores mais 6860 milhões de euros em 2013.

Em contrapartida alivia as empresas e as Intituições Financeiras em  – 2300 milhões de euros

Em resumo, o agente económico estado, continua a olhar para o seu ” umbigo” tirando ao fator trabalho, e distribuindo o que cobra a estes, por si e pelo fator capital.

A revolução ideológica, está em marcha. A direita política, está a realizar  em meses aquilo que sonhava há anos : facilitar os despedimentos, diminuir o rendimento disponivel de quem trabalha por conta doutrem, fingir desconhecer existência de uma constituição e de qualquer decisão do tribunal constitucional, proteger a Banca e os grandes grupos económicos, não tomando medidas anti-monopolistas para que a economia de mercado funcione, o que é ” per si” politicamente criminoso.

Não conhecemos medidas relevantes de renegociação das parcerias público privadas (PPP), nem no corte daquilo que dizem ser as “gorduras do estado”, nem do corte aos beneficios às mais de 800 fundações que proliferam no país, nem medidas relevantes para taxar as transações financeiras, etc.

Para o nosso Governo renegociar contratos com o fator capital ( PPP e outros ) é muito difícil, porque os contratos são complexos e porque o Estado deve cumprir e respeitar o que assinou.

Mas os contratos de trabalho, esses sim ! O Estado assume o papel de rasgar qualquer contrato e desresponsabiliza-se de cumprir o que acordou.

Nunca foi tão claro que este governo é ” forte com os fracos e fraco com os fortes “.

Com estas medidas vamos criar mais ricos ou ajudar a enriquecer mais aqueles que já o são, à custa da classe média e daqueles que vivem do trabalho por conta doutrem, verdadeiro objetivo da direita “provinciana” que se veio instalar em Lisboa, cercando os ministérios e cedendo  favores do estado ( que é de todos nós ) a alguns poderosos interesses económicos e financeiros.

As micro, pequenas e médias empresas, são as responsáveis por 97% do emprego em Portugal, que agora serão aliviadas em 5,75%  da remuneração dos seus funcionários, relativos à contribuição para a segurança social, mas como o consumo interno terá uma redução muito relevante, em função da diminuição do rendimento líquido das famílias, muitas destas empresas irão descer as suas vendas e na maior parte delas a aflição e incapacidade de sobrevivência, ditará a sua insolvência,  jamais criando emprego.

Só as grandes empresas lucrarão e sem criar emprego.

As empresas que não concorrem, oligopóleos, monopólios ou quase monopólios, trusts (escondidos), essas sim, toda a politica fiscal e não só, as fortalecerá.

Confesso que não sou adepto da escola monetarista.

Milton Friedman, percursor do liberalismo económico ( laissez faire laissez passé ), nunca teve uma ideia para a defesa de mercado de livre concorrência.

O liberalismo económico transforma a grande virtude da economia de mercado, que só funciona bem, em concorrência perfeita, numa economia de concorrência imperfeita a caminho do caplitalismo selvagem.

É por isso, que a intervenção do estado é essencial, nomeadamente através de medidas anti-monopolisticas.

Prometo para outra oportunidade, se a Direção do Quantum-Explicações me autorizar, escrever neste site, sobre a temática do favorecimento do Estado, (ideológicamente de direita) aos poderosos grupos económicos desprotegendo quase completamente aqueles que funcionam em concorrência perfeita e as famílias, que são a ” fortaleza” da economia de mercado e da própria democracia.

 Quantos pobres são necessários para se produzir um rico?

Almeida Garret

Nuno Mendes Lopes

Economista – Professor e Administrador de Empresas

Ser docente no contexto atual

ARTIGO DE OPINIÃO

Mesmo quem não atue como docente, um dia passou por uma escola e tornou-se o que você é hoje !

Sou professora do Estado do Paraná e fiquei indignada com a reportagem da jornalista Roberta de Abreu Lima “Aula Cronometrada”.  É com grande pesar que vejo quão distante estão seus argumentos sobre as causas do mau desempenho escolar com as VERDADEIRAS  razões que  geram este panorama desalentador. Não há necessidade de cronômetros, nem de especialistas  para diagnosticar as falhas da educação.  Há necessidade de todos os que pensam que: “os professores é que são incapazes de atrair a atenção de alunos repletos de estímulos e inseridos na era digital” entrem numa sala de aula e observem a realidade brasileira. Que alunos são esses “repletos de estímulos” que muitas vezes não têm o que comer em suas casas quanto mais inseridos na era digital?  Em que  pais de famílias oriundas da pobreza  trabalham tanto que não têm como acompanhar os filhos  em suas atividades escolares, e pior em orientá-los para a vida?  Isso sem falar nas famílias impregnadas pelas drogas e destruídas pela ignorância e violência, causas essas que infelizmente são trazidas para dentro da maioria das escolas brasileiras. Está na hora dos professores se rebelarem contra as acusações que lhes são impostas. Problemas da sociedade deverão ser resolvidos pela sociedade e não somente pela escola. Não gosto de comparar épocas, mas quando penso na minha infância, onde pai e mãe, tios e avós estavam presentes e onde era inadmissível faltar com o respeito aos mais velhos, quanto mais aos professores e não cumprir as obrigações fossem escolares ou simplesmente caseiras, faço comparações com os alunos de hoje “repletos de estímulos”. Estímulos de quê?  De passar o dia na rua, não fazer as tarefas, ficar em frente ao computador, alguns até altas horas da noite, (quando o têm), brincando no Orkut, ou, o que é ainda pior, envolvidos nas drogas. Sem disciplina seguem perdidos na vida.

Realmente, nada está bom.  Porque o que essas crianças e jovens procuram é amor, atenção, orientação e disciplina.

Rememorando, o que tínhamos nós, os mais velhos,  há uns anos atrás de estímulos? Simplesmente: responsabilidade, esperança, alegria. Esperança que se estudássemos teríamos uma profissão, seríamos realizados na vida. Hoje os jovens constatam que se venderem drogas vão ganhar mais. Para quê o estudo? Por que numa época com tantos estímulos não vemos olhos brilhantes nos jovens? Quem, dos mais velhos, não lembra a emoção de somente brincar com os amigos,  de ir aos piqueniques, subir em árvores?

E, nas aulas, havia respeito, amor pela pátria.. Cantávamos o hino nacional diariamente, tínhamos aulas “chatas” só na lousa e sabíamos ler, escrever e fazer contas com fluência.

Se não soubéssemos não iríamos para a 5ª. Série. Precisávamos passar pelo terrível, mas eficiente, exame de admissão. E tínhamos motivação para isso.

Hoje, professores “incapazes” dão aulas na lousa, levam filmes, trabalham com tecnologia, trazem livros de literatura juvenil para leitura em sala-de-aula (o que às vezes resulta em uma revolução),  levam alunos à biblioteca e a outros locais educativos (benza, Deus, só os mais corajosos!) e, algumas escolas públicas onde a renda dos pais comporta, até a passeios interessantes, planejados minuciosamente, como ir ao Beto Carrero.

E, mesmo, assim, a indisciplina está presente, nada está bom. Além disso, esses mesmos professores “incapazes”, elaboram atividades escolares como provas, planejamentos, correções nos fins-de-semana, tudo sem remuneração;

Todos os profissionais têm direito a um intervalo que não é cronometrado quando estão cansados. Professores têm 10 minutos de intervalo, quando têm de escolher entre ir ao banheiro ou tomar às pressas o cafezinho. Todos os profissionais têm direito ao vale alimentação, professor tem que se sujeitar a um lanchinho, pago do próprio bolso, mesmo que trabalhe 40 h.semanais. E a saúde? É a única profissão que conheço que embora apresente atestado médico tem que repor as aulas. Plano de saúde? Muito precário.

Há de se pensar, então, que  são bem remunerados… Mera ilusão! Por isso, cada vez vemos menos profissionais nessa área, só permanecem os que realmente gostam de ensinar, os que estão aposentando-se e estão perplexos com as mudanças havidas no ensino nos últimos tempos e os que aguardam uma chance de “cair fora”.Todos devem ter vocação para Madre Teresa de Calcutá, porque por mais que  esforcem-se em ministrar boas aulas, ainda ouvem alunos chamá-los de “vaca”,”puta”, “gordos “, “velhos” entre outras coisas. Como isso é motivante e temos ainda que ter forças para motivar. Mas, ainda não é tão grave.

Temos notícias, dia-a-dia,  até de agressões a professores por alunos. Futuramente, esses mesmos alunos, talvez agridam seus pais e familiares.

Lembro de um artigo lido, na revista Veja, de Cláudio de Moura Castro, que dizia que um país sucumbe quando o grau de incivilidade de seus cidadãos ultrapassa um certo limite.

E acho que esse grau já ultrapassou. Chega de passar alunos que não merecem. Assim, nunca vão saber porque devem estudar e comportar-se na sala de aula; se passam sem estudar mesmo, diante de tantas chances, e com indisciplina… E isso é um crime! Vão passando série após série, e não sabem escrever nem fazer contas simples. Depois a sociedade os exclui, porque não passa a mão na cabeça. Ela é cruel e eles já são adultos.

Por que os alunos do Japão estudam? Por que há cronômetros? Os professores são mais capacitados? Talvez, mas o mais importante é  porque há disciplina. E é isso que precisamos e não de cronômetros.  Lembrando: o professor estadual só percorre sua íngreme carreira mediante cursos, capacitações que são realizadas, preferencialmente aos sábados. Portanto, a grande maioria dos professores está constantemente estudando e aprimorando-se. Em vez de cronômetros, precisamos de carteiras escolares, livros, materiais, quadras-esportivas cobertas (um luxo para a grande maioria de nossas escolas), e de lousas, sim, em melhores condições e em maior quantidade..

Existem muitos colégios nesse Brasil afora que nem cadeiras possuem para os alunos sentarem. E é essa a nossa realidade!  E, precisamos, também, urgentemente de educação para que tudo que for fornecido ao aluno não seja destruído por ele mesmo

Em plena era digital, os professores ainda são obrigados a preencher os tais livros de chamada, à mão: sem erros, nem borrões  (ô, coisa arcaica!), e ainda assim se ouve falar em cronômetros. Francamente!!!

Passou da hora de todos abrirem os olhos  e fazerem algo para evitar uma calamidade no país, futuramente. Os professores não são culpados de uma sociedade incivilizada e de banditismo, e finalmente, se os professores  até agora  não responderam a todas as acusações de serem despreparados e  “incapazes” de prender a atenção do aluno com aulas motivadoras é porque não tiveram TEMPO.

Responder a essa reportagem custou-me metade do meu domingo, e duas turmas sem as provas corrigidas.

 

Vanessa Storrer – professora da rede Municipal de Curitiba