Explicações de Economia

Explicações de Economia para preparação dos exames nacionais do ensino secundário ou acompanhamento dos alunos no decurso do ano letivo, no nosso Centro de Explicações de Lisboa, localizado na Av. de Roma em Lisboa.Euro economia

O aluno de Economia no nosso Centro de Explicações, vai compreender e interpretar gráficos, classificar necessidades e bens, compreender o papel dos agentes económicos na atividade económica, diferenciar as três óticas de cálculo do produto ( produção, rendimento e despesa ) e calcular o PIB e o PNB  a preços de mercado e a custo dos fatores.

Explicações curvas da procura e da oferta

Ponto de equilíbrio económico de mercado

Os nossos explicandos vão entender, ainda, as leis e as curvas da procura ( demanda) e da oferta ( supply) e o significado do ponto de equilíbrio de mercado.

Muitos outros conceitos estão pautados no programa da disciplina de economia, os quais os explicadores do ” Quantum-Explicações ” irão ajudar o aluno a compreender, como inflação, deflação, indíce de preços no consumidor, rendimentos pessoal, disponível e ” per capita”, preços correntes e a preços constantes, concorrência perfeita e concorrência imperfeita ( oligopólos e monopólios e concorrência monopolística ), fatores de produção, lei dos rendimentos decrescentes e economias e deseconomias de escala, fluxos económicos ( reais e monetários ) entre os agentes económicos ( Empresas, Famílias, Instituições Financeiras, Estado e Exterior ), lei de Engel, curva de Lorenz, poupança, investimento, entesouramento, aplicação financeira, consumo, consumismo e consumarismo … e muito mais.

Consulte os nossos preços e solicite mais informação em Explicações de Economia.

Explicações de Estatística Lisboa

À ciência que dispõe de processos apropriados para recolher, organizar, classificar, apresentar e interpretar conjuntos de dados, apelidamos de Estatística.

Estatística permite extrair informação dos dados por forma a  obter uma melhor compreensão das situações que representam uma determinada realidade.

O Quantum – Centro de Explicações de Lisboa, ministra explicações de estatística, também denominada de ” Probabilidade e Estatística ” em algumas Instituições do ensino superior em Portugal.

A absorção de conceitos fundamentais, a capacidade de manuseamento dos dados e a utilização de cálculos para engendar respostas são essenciais na estatística.

Por isso. os explicadores ( licenciados, mestres ou doutorados) do nosso Centro de Explicações, transmitirão aos estudantes conhecimentos que viabilizem a aprendizagem da estatística, desde os elementos mais básicos, alguns já apreendidos no ensino secundário (espaço de resultados, acontecimentos, acontecimentos independentes … ) até aos mais complexos (axiomática de Kolmogorov, variáveis aleatórias das funções de distribuição, função geradora de momentos,  valor esperado e momentos de variáveis aleatórias bidimensionais, inferência estatística), distribuições discretas ( distibuições de Bernoulli e de Poisson) ou distibuições contínuas ( distribuições normal, exponencial, Gama, quiquadrado, teorema do limite central).

Modelo de regressão linear

Estas são normalmente as temáticas, genéricas, dos conteúdos programáticos das cadeiras de estatística de primeiro ano nas Instituições de ensino superior. Contudo, a ciência estatística, não se dissolve nos temas acima referenciados e em muitas Instituições universitárias os programas curriculares da cadeira de estatística ( frequentemente chamada de estatística II e mesmo de estatística III nos cursos de licenciatura) contemplam outras matérias de desenvolvimento, abordando a estimação, os testes de hipóteses, modelos não paramétricos, modelos de regressão linear e complementos a este modelo.

Em alguns cursos de mestrado com forte componente matemática e mesmo em doutoramento estudam-se conteúdos de estatística avançada e  processos estocásticos.

A necessidade de formular  políticas públicas por por parte do Estado, está na origem da estatística, já que a recolha, organização e tratamento de dados concernentes aos elementos de teores económicos, demográficos e de administração pública eram e são importantes para a criação dessas políticas.

No primeiro quatil do século XIX registou-se um incremento da abrangência da utilização da estatística ao incluir a acumulação e análise de dados, sendo hoje a estatística amplamente aplicada nas ciências naturais e nas ciências sociais inclusive na administração pública e gestão privada das organizações e empresas “stritus sensus”.

Os fundamentos matemáticos construídos no século XVII com o desenvolvimento da teoria das probabilidades por Pascal e Fermat e o método dos mínimos quadrados, descrito pela primeira vez por Carl Gauss e o uso dos computadores da era contemporânea permitiram a computação dos dados estatísticos em larga escala, possibilitando novos métodos, antes julgados impossíveis.

Navegue no nosso site, consulte os nossos preços acessíveis, peça mais esclarecimentos e aceite a ajuda dos nossos explicadores, contactando-nos, pois queremos ser parte do seu sucesso nas cadeiras de estatística.

Explicações de ACED – Análise Complexa e Equações Diferenciais


Uma equação diferencial é uma equação cuja incógnita é uma função, que surge sob a forma das respectivas derivadas.     Dada uma variável x, função de uma variável y, a equação diferencial envolve, x, y, derivadas de y e eventualmente também derivadas de x.

As equações diferenciais têm inúmeras aplicações práticas em engenharia, física, biologia, economia, química entre outros domínios do conhecimento, sendo o seu estudo, de análise complexa e estando integrada num vasto campo na matemática pura e na matemática aplicada.

Equações diferenciais têm propriedades intrinsecamente interessantes como:

  • solução pode existir ou não.
  • caso exista, a solução é única ou não.

A ordem da equação diferencial é a ordem da derivada de maior grau que aparece na equação. A solução de uma equação diferencial de ordem n, conterá n constantes.

Os nossos professores explicarão o que necessita para o ajudar a atingir o conhecimento e a preparação para a resolução de equações diferenciais ordinárias ou equações diferenciais parciais.

Contacte-nos e consulte os nossos preços.

Explicações de Português

Explicações de Português no Quantum-Explicações. Nas nossas salas na Av. de Roma, em Lisboa, preparamos os alunos para os exames nacionais das disciplinas de Português  e Língua Portuguesa ou para o sucesso nas provas de avaliação durante o ano letivo.

Os programas de Português do ensino secundário e de Língua Portuguesa do ensino básico, pretendem  não só dotar os alunos de competências específicas, mas também de competências gerais.

São eixos de atuação no ensino básico :

–  O eixo da experiência humana, onde se situa a tensão entre a individualidade e a  Comunidade.

–  O eixo da comunicação linguística, dominado pela interacção do sujeito linguístico com os outros, seja pela prática da oralidade, seja pela prática da escrita.

– O eixo do conhecimento translinguístico, remetendo para a relação da língua com a aquisição de outros saberes a que ela dá acesso e que por seu intermédio são representados.

No que concerne ao ensino secundário.

Para além dos textos literários estudados, o objetivo fulcral da disciplina de Português, seja ela o Português A ou Português B, é o de criar e desenvolver competências linguísticas.

São inerentes a estas competências, o desenvolvimento e o aprimoramento das capacidades de falar, escrever e compreender, quer sejam enunciados escritos quer orais.

   

O exame nacional de Português, no final do 12º ano, avalia as referidas competências e o conhecimento sobre os autores literários estudados neste ano. O percurso programático do 12º ano, incorpora o Realismo, a Geração de Setenta, Antero de Quental, Eça de Queirós- Os Maias, Cesário Verde, o Modernismo, Fernando Pessoa ortónimo, Heterónimo Alberto Caeiro, Heterónimo Álvaro de Campos, Heterónimo Ricardo Reis, Fernando Pessoa- Mensagem, Luís de Stau Monteiro- Felizmente há luar, Miguel Torga, Sophia de Melo Breyner, Eugénio de Andrade, Virgílio Ferreira-  Aparição ou José  Saramago- Memorial Do Convento

                

Explicações de Língua Portuguesa ao 1º Ciclo, ao 2º Ciclo, ao 3º Ciclo e de Português ao ensino secundário.

Consulte os nossos preços  sobre as Explicações de Português, em Lisboa                                              

 

                                                                     

Exames Nacionais 2016

Quando se aproximam os exames nacionais há um sentimento nos Estudantes, Professores e Encarregados de Educação, de que o ano letivo está em ” jogo ” .
De facto, o sucesso do ano lectivo, preparara-se no início do ano e não no fim .
No entanto, é verdade que existe uma maior pressão psicológica quando nos aproximamos da data da sua realização. ajuda
As explicações tem, neste contexto, um contributo por vezes decisivo nos objetivos dos alunos.
Para alguns alunos as explicações permitem ajudá-los a recuperar conteúdos programáticos que não estudaram ou não entenderam. Para outros as explicações, são essenciais para enfrentarem o exame nacional com confiança rumo ao sucesso, e  para outros, que exigem a si próprios, classificações de excelência por forma a colocarem-se em boas posições de acesso a  cursos superiores, as explicações permitem cobrir totalmente as expectativas de cada um.
O Quantum-Explicações, permite-lhe em todas estas vertentes de escolha ajudá-lo a atingir os objectivos que procura alcançar, seja em MatemáticaFísica, Química, Biologia e Geologia, EconomiaPortuguês, História entre muitas outras disciplinas com exame nacional.

Quantum-Centro de Explicações de Lisboa, deseja-lhe sucesso nas suas provas e isso vai consegui-lo com estudo e dedicação.

” O único local, onde o sucesso vem antes do trabalho é no dicionário

Albert Einstein

Navegue no nosso site e consulte as informações nele inseridas. Temos respostas pedagógicas para o seu sucesso nos exames nacionais.

Explicações – destinatários e localização

O serviço de explicações que oferecemos destinam-se a alunos a partir do 1º ano até ao ensino superior Universitário ou Politécnico.

As explicações são presenciais em sala, na Av. de Roma em Lisboa.

A localização preveligiada do nosso Centro de Explicações, encontrando-se no centro geográfico de Lisboa e numa das principais avenidas da cidade de Lisboa, servida por inúmeras carreiras de autocarro, pelo metro e ainda por linha de comboio confluente à linha do norte, linha de Sintra e linha da Fertagus ( margem sul), viabiliza uma mobilidade de excelência para os seus utentes, pela rapidez e facilidade da mesma. A localização do Quantum – Centro de Explicações de Lisboa permite, mesmo a deslocação dos seus utentes de modo pedestre, para muitos alunos, relativamente a escolas onde os alunos estudem.

a,  

A grande proximidade  do Centro de Explicações do Instituto Superior Técnico ( IST), da cidade Universitária (Faculdade de Ciências, Faculdade de Psicologia, ISCTE, Faculdade de Direito, Faculdade de Medicina, Faculdade de Farmácia, … etc) da Universidade Lusófona, escolas secundárias ( Escola Secundária Rainha D. Leonor, Escola Secundária Filipa de Lencastre … etc)  e  de escolas do ensino básico como a Escola Eugénio dos Santos, entre outras, assim o comprovam.

A comunidade escolar a que oferecemos os nossos serviços em Lisboa, face à nossa localização, não se resume, pelo descrito acima,  às áreas limítrofes do Centro de Explicações : Areeiro, Olaias, Alvalade, Av. de Roma, Av. EUA, Av. João XXI, Praça de Londres, Alameda D. Afonso Henriques, Penha de França, Praça do Chile, Entre Campos, Campo Pequeno, Campo Grande, Av. do Brasil, Anjos, … etc, mas também a alunos que residem, estudem ou trabalham, na linha de Sintra ( Amadora, Queluz, Massamá … etc ), na margem Sul ( Almada, Corroios, Monte da Caparica, Feijó … etc) ou na linha norte ( Alverca, Parque da Nações … etc ) pela operacionalidade móvel concedida pelo metro e comboio.

O(s) Milagre(s) do teísmo

Para começo de conversa, em princípio, que eu saiba, até agora nenhum acontecimento ou fenómeno que os fiéis declaram como milagrosos e que invocam como provas directas ou evidências indirectas da verdade da sua fé religiosa (de qual religião, já agora, visto haverem tantas, há quem diga cerca de 10 mil…) foi cientificamente atestado como tal de molde a reunir o consenso ou, pelo menos, a aceitação de boa parte da comunidade científica competente para o determinar para além de qualquer dúvida razoável – admitindo ser esta a melhor forma de o determinar, face à natureza empírica dos fenómenos e às provas dadas pela ciência nesse domínio. Pelo contrário, a esmagadora maioria desses fenómenos ou acontecimentos, à semelhança de muitos outros de natureza idêntica ou similar que envolvam igualmente a crença em forças ou entidades sobrenaturais, tais como anjos e demónios, fadas e duendes, bruxas, vampiros ou lobisomens, deuses ou monstros, tém vindo a ser sistemáticamente compreendidos e denunciados como ilusões humanas sem qualquer realidade objectiva desde há alguns séculos a esta parte por parte da filosofia e da ciência quando estas são exercidas de forma racional e criticamente imparcial, e não instrumentalmente em apoio de uma qualquer fé religiosa, como sucedeu durante séculos e ainda sucede em muitos lugares por esse mundo fora.

É verdade, como se costuma dizer, que ausência de provas não é prova de ausência, mas se aceitarmos como metodologicamente razoável a velha regra de exigir provas ou evidências extraordinárias de afirmações extraordinárias – e o que poderia ser mais extraordinário, para padrões humanos e naturais conhecidos, que um homem nascer por inseminação espiritual de uma virgem, ressuscitar mortos ou morrer e ressuscitar ele próprio dos mortos, não é verdade? -, então as alegações de milagre precisam ser extraordinariamente justificadas por todos os meios conhecidos e de reconhecida garantia para o fazer, como sejam todos os meios empíricos e racionais usados na ciência e na filosofia, a fim de eliminar qualquer outra explicação como impossível, ou, pelo menos, como altamente improvável face aos factos e a outras explicações alternativas, pois, como dizia o Rei dos detectives, o Grande Sherlock, “Uma vez eliminado o impossível, aquilo que restar, por muito improvável que seja, deve ser verdade”. Ora, como, por definição, os próprios milagres parecem desafiar a noção lógica, física e metafísica de impossibilidade, ou pelo menos a física, dado serem supostamente violações ou transgressões às leis da Natureza, portanto impossibilidades físicas que somente seriam possíveis graças à intervenção de uma qualquer entidade sobrenatural, por maioria de razão se deve exigir provas ou evidências absolutamente extraodinárias que não deixem subsistir qualquer dúvida razoável sobre outras alternativas de explicação de carácter, digamos, mais terra-a-terra, isto é, naturais ou humanas, demasiado humanas, como sejam a fraude, a ilusão, a mentira, a pura e simples ignorância, a vontade de acreditar ou quaisquer outros fenómenos naturais ou psicológicos conhecidos ou desconhecidos que possam originar tal crença, razões que parecem mais do que suficientes para deixar claro de que lado está ou deve estar o ónus da prova.

Por outro lado, parece legitimo especular que, caso o Deus do teísmo clássico existisse, então a probabilidade de ocorrência de um milagre relativamente à sua intenção de realizá-lo seria de 100%”. O problema é que, usando o mesmo direito epistémico que justifica tal especulação, também se pode especular razoavelmente em sentido contrário e dizer: caso não exista o Deus do teísmo clássico, a probabilidade de ocorrência de um milagre relativamente à sua intenção de realizá-lo é de 0%. É que pressupor, ainda que hipoteticamente, a existência de Deus como forma de explicar os milagres e, ao mesmo tempo, usar os milagres para provar a existência de Deus, ainda que hipoteticamente, parece um argumento estranhamente circular que se aproxima perigosamente da petição de princípio, uma vez que a existência de ambos é precisamente o que está em causa.

Quanto à objecção que alguns teístas fazem, com certa razão, a alguns ateus, invertendo a acusação clássica que estes costumam fazer quanto à vontade de acreditar daqueles – a qual explicaria, em última instância, a sua crença -, acusando-os simetricamente de não acreditarem por vontade de não acreditar, embora reconhecendo que ela é pertinente por ser vulgar em muitos ateus, devo dizer que não só não é o meu caso, como eu até gostaria que Deus existisse, que houvesse milagres e que houvesse vida depois da morte. O problema é que desde muito cedo aprendi que que o mundo não gira à volta dos meus desejos e que não é por eu querer ou precisar muito que algo seja verdade que esse algo passa a ser magicamente verdade, só porque isso me consolaria muito, me garantiria uma segurança vital ou existencial sem falhas, me daria uma razão moral para viver e morrer, conferiria um sentido justo a tudo isto, me daria paz de espírito e me tornaria muito feliz, que são basicamente os motivos gerais de natureza psicológica e antropológica que me parecem explicar a universalidade da religião.

Por outro lado, não são apenas os alegados milagres que historicamente e todos os dias se reivindicam por esse mundo fora que estão em causa: é que, se Deus realmente existisse, fosse como o imaginamos e usasse os milagres como forma priveligiada de intervenção para dar a conhecer aos homens a sua presença e manifestar a sua vontade no mundo, então porque é que ele não os faz de uma forma inequívoca e com maior critério a fim de que não subsistissem quaisquer dúvidas sobre a sua existência e sobre a sua infinita bondade, justiça, poder e sabedoria? Porque é que ele não impediu milagrosamente o Holocausto, só para dar um exemplo clássico? Porque é que não impediu milagrosamente a 1ª e 2ª guerras mundiais? Porque é que ele não impediu, de forma inequivocamente milagrosa, a morte de todos os inocentes nessas guerras? Porque é que ele milagrosamente não impediu a escravatura, os gulags, os genocídios? Porque é que ele milagrosamente não impede a Sida (Aids), o cancro (cancer) ou o Alzheimer de causar tanto sofrimento desnecessário e ceifar a vida de milhões de pessoas que nada fizerem para merecer tal sorte segundo quaisquer padrões humanos de moralidade? Porque é que ele permitiu a perseguição aos cristãos e aos judeus, que eram supostamente o seu povo eleito e os seus filhos dilectos? Porque é que ele permitiu que os cristãos, uma vez chegados ao poder, fizessem com os os adeptos de outras religiões precisamente o mesmo que estes tinham feitos com eles? Porque é que ele permitiu e continua a permitir as “guerras santas” entre povos e religiões? Porque é que ele permitiu a caça às bruxas e aos hereges em seu nome? Porque é que ele não desviou milagrosamente os aviões antes de chocarem contra as torres do World Trade Center em 11 de Setembro de 2001? Porque é que ele não impede milagrosamente os fanáticos do Estado Islâmico de decapitarem pessoas inocentes que só tentavam ajudar os outros e fazerem o bem, se é isso que ele supostamente diz que devemos fazer? Porque é que ele não impede milagrosamente o sofrimento de milhões de animais não-humanos que todos os dias sofrem desnecessessariamente às nossas mão, supostamente feitas à sua imagem e semelhança? Porque não pode? Porque não quer? Porque não quer nem pode? Ou porque simplesmente não existe e não passa de uma invenção nossa, criada à nossa imagem e semelhança, isto é, à imagem e semelhança das nossas necessidades e desejos? Face a tudo isto e a um número potencialmente infinito de outros exemplos, confesso-vos com franqueza que, face a estas duas alternativas, mesmo na ausência de uma prova empírica ou racional indisputavelmente sólida ou cogente, não tenho grandes dúvidas em considerar a segunda hipótese como racionalmente mais plausível para além de qualquer dúvida razoável. Em suma, e para encerrar o meu caso, se Deus existisse e fizesse milagres, porque diabo perderia ele tempo em fazer girar o Sol, ou em exibir aparições da Virgem Maria para uma multidão, ou em fazer chorar sangue a estátuas de santinhos, ou fazer aparecer estigmas nas mãos de algumas pessoas, ou em conservar incorruptíveis os corpos de pessoas mortas há centenas de anos, quando poderia perfeitamente dar uma prova indiscutível da sua existência, poder, bondade e amor infinitos evitando milagrosamente uma quantidade infinita de mal e fazendo uma quantidade verdadeiramente milagrosa de bem por esse mundo fora? Isso sim, seria um verdadeiro milagre! E estou convencido de que não haveria ateus, por mais irredutíveis que fossem ou por mais vontade de não acreditar que tivessem – e sim, também estou a pensar em Dawkins e companhia – que não se rendessem às evidências e não gritassem em uníssono: Aleluia! Pray to the LORD! The LORD is my Shepherd!

 

João Carlos Silva

Professor de filosofia

A razão de sermos ” Quantum-Explicações”

O conhecimento é uno e de certa forma indivisível, mas a melhor forma de o apreendermos leva-nos à sua

Quantum Explicacões

Quantum Explicacões

repartição por distintas categorias do saber. Por esse motivo as abordagens à realidade são e dizem-se multidisciplinares.Precisamos da matemática para formular problemas de física ou de química.Recorremos à sociologia ou psicologia para compreendermos fenómenos económicos .

Apoiamo-nos na história para estudarmos as relações jurídicas.

A “ Quantum-Explicações “ é um espaço de ciência e saber, que não de mera informação onde alunos e Professores interagem socialmente, tendo como pano de fundo o conhecimento ciêntífico e técnico, seja ela estritamente teórico ou tacitamente prático.

Escolhemos o nome quantum por ser uma descoberta ciêntifica ( fótons ) e por a palavra se associar por similitude a “ quanto “, dando uma ideia figurativa de quantidade no âmbito matemático.

Associamos assim uma ideia da ciência física com uma fonética proxima da ciência matemática.

Mas se os alunos se por um lado sabem diferenciar os aspectos quantitativos dos qualitativos , o que será então o “ quantum “ na perspectiva da física ?

Max Planck , em 14 de Dezembro de 1900, anuncia, na Sociedade Berlinense de Física, que a energia não é emitida e nem absorvida continuamente, mas sim na forma de muito pequenas porções discretas chamadas quantum ou fótons , cuja grandeza é proporcional à frequência da radiação.

Nascia a Física Quântica e consolidavam-se as mudanças de concepção que já vinham sendo anunciadas desde os fins do século XIX. Abandonava-se, assim, definitivamente, a ideia de que a Física devia ocupar-se da causalidade do movimento pela tarefa teórica, amadurecida com a obra de Newton, no século XVII, de descrever a ordem natural, “com experiências seguras […], com o auxílio da geometria” procurando, como escreveu Kant no século XVIII, “estabelecer as regras segundo as quais ocorrem certos fenómenos na natureza .

Sublinhe-se que a Física nasce com Aristóteles no século III , como teoria do movimento.

Em 1924, Louis de Broglie propôs uma teoria segundo a qual os elétrons possuem uma onda associada, que influenciaria as características do seu movimento. A tese de De Broglie foi aperfeiçoada por Erwin Schrödinger, que a utilizou para chegar, em 1926, ao que é hoje a mais usada formulação matemática da Mecânica Quântica ( a equação de Schrödinger). A teoria ondulatória conseguiu explicar como os elétrons dos átomos não podem possuir qualquer energia, e, conseqüentemente, não podem ocupar qualquer órbita ao redor do núcleo, mas apenas algumas pré-definidas.

Einstein e Infeld em “The Evolution of Physics”, anotando que fora necessária “uma corajosa imaginação científica para reconhecer que o fundamental para a ordenação e a compreensão dos acontecimentos podia não ser o comportamento dos corpos; mas o comportamento de alguma coisa que se interpõe entre eles, isto é, o campo -“, indicam de forma clara os problemas que a Física Relativista trazia para a pretensão da Física Clássica de realizar a descrição do curso dos fenómenos através da representação visual das partículas em movimento. A relação de Einstein com a Física Quântica é interessante. Ele foi o primeiro a afirmar que a teoria quântica era revolucionária. A sua ideia de luz quântica foi um corte com a Física clássica, tendo passado os últimos anos da sua vida a encontrar uma teoria que unificasse a mecânica quântica com a sua teoria da relatividade geral , mas através de uma argumentação determinista e não probabilística ( Deus , não joga dados, dizia Einstein).

O advento da Física Quântica causou e tem causado enormes transformações na vida de todos nós .Nem sempre e nem todos estamos conscientes dos modos pelos quais uma revolução científica iniciada há cem anos pode-nos afectar ainda hoje, mas provavelmente já ouvimos falar de seu impacto na evolução da própria Física e de toda controvérsia gerada pelas dificuldades conceptuais de interpretação dos fenômenos quânticos . Os seus efeitos, porém, estender-se para além da Física, com desdobramentos importantes na Química, com a teoria de orbitais quânticos e suas implicações para as ligações químicas, e na Biologia, com a descoberta da estrutura do DNA e a inauguração da genética molecular, apenas para citar dois exemplos.

Podiamos, pois, ter escolhido outro nome, tão ou mais sugestivo do que este, mas aqui está a razão, porque em nome da ciência, do saber cognitivo  e dos alunos somos “ Quantum-Explicações “.

Explicações Lisboa

Somos um grupo de professores licenciados ou mestres em diversas áreas de conhecimento multidisciplinar, com experiência no sucesso dos nossos alunos .

Damos explicações, de muitas disciplinas, ao ensino superior, ao ensino secundário e ao ensino básico , em sala de explicações com Professores qualificados  entre as quais realçamos as disciplinas no âmbito da matemática, física, química, economia, Português, contabilidade, estatística, Algebra, Inglês  … entre outras .

Apesar de apresentando-nos como Quantum – Centro de Explicações de Lisboa, preservamos uma relação muito pessoal com cada aluno, num ambiente quase familiar, como de explicações ao domicílio se tratasse .

O ano letivo começa a 1 de setembro com a preparação de turmas e horários para os professores e para a aquisição de manuais escolares e outros materiais para os alunos e encarregados de educação.

Um bom ano para todos os agentes educativos

 

 

Centro de Explicações

O Centro de Explicações Quantum, está localizado na Av. de Roma em Lisboa, à saída do metro e muito próximo da estação ferroviária Roma-Areeiro, sendo assim um Centro de Explicações, no centro de Lisboa com excelentes vantagens de mobilidade para os alunos

Centro de Explicações para o ensino básico

Centro de Explicações para o ensino secundário

Centro de Explicações para o ensino superior

Todos os nossos professores são licenciados, mestres ou doutorados nas  mais prestigiadas Instituições Universitárias .

 

Consulte os nossos preços e condições de acesso  e contacte-nos, temos respostas pedagógicas para si.