Explicações de Análise Matemática

A análise matemática é o ramo da matemática que utiliza os conceitos introduzidos pelo cálculo diferencial e integral, e a sua ” génese ” emergiu pela necessidade de contribuir para a construção de fórmulas rigorosas às ideias de teor intuitivo do cálculo.

A disciplina de Análise Matemática, faz parte do ” curriculum” de muitas Instituições Universitárias e Politécnicas, estando presente em rigorosamente todos os cursos em que a matemática é a base dos mesmos ou a ciência matemática constitua ferramenta essencial para a resolução de problemas inter-correlacionados. São exemplos, todas as licenciaturas, mestrados e doutoramentos nas àreas da engenharia, da economia, da gestão empresarial, da matemática aplicada, da  física, da química, entre outras. A disciplina análise matemática, nem sempre tem o mesmo nome em todas as Universidades e Institutos Politécnicos, sendo apelidada também por cálculo ou cálculo infinitesimal ou cálculo diferencial e integral ou matemáticas gerais, mas ” latus sensus” corresponde a programas semelhantes, se considerarmos o conjunto alargado de disciplinas de análise e que integram a análise matemática I, a análise matemática II, e em algumas Instituições mesmo a análise matemática III e IV.

A análise matemática é a disciplina, juntamente com álgebra e estatística que mais alunos do ensino superior tem procurado apoio no nosso Centro de Explicações e face ao qual nos sentimos orgulhosos, já que dispomos de vários Professores com competência inequívoca para esse auxílio.

Os explicadores do nosso Centro de Explicações estão aptos a apoiá-lo para compreender, funções reais de variável real, estudo de funções com variáveis independentes, derivada da função composta, derivada da função inversa, derivada da função implícita e derivada de funções definidas paramétricamente, derivadas parciais, primitivas e cálculo integral em |R, integrais múltiplos e integrais duplos, equações diferenciais de ordem 1 e superior, Series ( critério de comparação, Alambert, Cauchy, convergência, somas… etc ), polinómio de Taylor para funções… etc.

O insucesso escolar é uma realidade, mas o sucesso também.

Consulte os nossos preços acessíveis, contacte-nos e venha receber explicações de Análise Matemática. Ajudamos a prepararar o seu sucesso.

Explicações de Álgebra

A álgebra é o ramo da matemática que estuda as aplicações formais de equações, operações matemáticas, estruturas algébricas e polinómios e apresenta-se como uma disciplina (conhecimento) independente em muitos cursos do ensino superior, universitário e politécnico.

A álgebra surgiu no Egipto quase ao mesmo tempo que na Babilônia; mas faltavam à álgebra egípcia, segundo Papiro Moscou e o Papiro Rhind (documentos egípcios datados respetivamente de cerca de 1850 a.C. e 1650 a.C), os métodos sofisticados da álgebra babilônica, bem como a variedade de equações resolvidas.

O sistema de numeração egípcio, relativamente primitivo em comparação com o dos babilônios, ajuda a explicar a falta de sofisticação da álgebra egípcia. Os matemáticos europeus do século XVI tiveram de estender a noção indo-arábica de número antes de poderem avançar significativamente, para além dos resultados babilônios de resolução de equações.

A álgebra, lecionada,  introduz o conceito de variável como representação de números, utilizando expressões em que estas variáveis são manipuladas através de regras operatórias aplicáveis a números, como a multiplicação e a adição.

Estes conceitos permitem, nomeadamente resolver equações.

Contudo a adição e a multiplicação podem ser generalizadas, permitindo as suas  definições exactas conduzirem-nos a estruturas, nomeadamente os conhecidos anéis, grupos e corpos, que são estudados na álgebra abstrata.

Os professores do Centro de Explicações de Lisboa, tem respostas pedagógicas para si, ajudando-o a desvendar os segredos da álgebra, explicando conceitos e cálculos :

  • Matrizes, sistema de equações lineares e determinantes ( conceito de matriz, cálculo do deteminante, desenvolvimento de Laplace, matrizes adjuntas e inversas, matriz identidade, propriedades operatórias, fórmula de Gauss-Jordan … etc)
  • Espaços e subespaços vetoriais ( conbinações lineares, dependência e independência linear, base de um espaço vetorial, mudança de base …etc )
  • Transformações lineares ( conceitos e teoremas, transformações do plano no plano …etc)
  • Valores e vectores próprios ( polinómio característico, … diagonalização de operadores, produto interno, tipos especiais de operadores lineares ), entre outros …

O nosso quadro de professores licenciados, mestres e doutorados oferecem-lhe as condições ” sine qua none ” do seu sucesso na cadeira de Álgebra.

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Explicações de Química Orgânica

A química orgânica é um ramo da química, com génese no estudo das substâncias que constituem a matéria viva e dos compostos resultantes das suas transformações.

Em muitas das Instituições de Ensino Superior, a cadeira de Química Orgânica, revela-se com alguma dificuldade para muitos estudantes.

Há muitos anos atrás, tanto os Fenícios como os Egípcios utilizavam produtos e técnicas “ cientificas “ para tingir têxteis, respectivamente a utilização de um corante de cor púrpura obtido das glândulas branquiais do molusco “ Merex Trunculus “ e o índigo ( com origem no anil ) e a alizarina . Ainda hoje é utilizado o índigo para tingir calças e outras peças de vestuário de ganga, a despeito deste corante ser obtido actualmente, através de processos industriais, o que revela que o Homem possui um domínio da química orgânica desde os primórdios da civilização.

A utilização de vinho para produzir vinagre e a fermentação das uvas para gerar álcool etílico, está descrito na Bíblia. Em plena idade medieval conhecia-se as propriedades ácidas do limão e o alquimista Jabir Hayyan descobriu no século VIII o ácido cítrico (C6H8O7). Com o fim da química tradicional no século XVIII, o químico Sueco, Torben Olof Bergman, dividiu, a química, em:

Torbem Olof Bergman

  • Química Orgânica     – ( Química dos compostos existentes nos organismos vivos )
  • Química Inorgânica – ( Química dos compostos existentes no reino animal )

 

Inicialmente, pensava-se que a síntese de substâncias orgânicas, seria apenas verosímil com a interferência de organismos vivos, contudo, veio a demonstrar-se que estes compostos podiam ser sintetizados em laboratório. Daí, que a designação de compostos de carbono ter vindo a substituir a de compostos orgânicos, já que este elemento é “ denominador comum “ a todos eles.

 

A facilidade com que os átomos de carbono (6C 1s2 2s2 2p2, 4 electrões de valência) formam ligações covalentes (simples, duplas ou triplas)  com outros átomos de carbono ou com átomos de outros elementos explica o número e a variedade de compostos orgânicos. Os compostos orgânicos podem ser agrupados e classificados de acordo com a presença de determinados grupos de átomos nas suas moléculas (os grupos funcionais), grupos esses que são responsáveis pelo comportamento químico dessas famílias de compostos orgânicos. Qualquer composto orgânico é constituído por uma cadeia carbonada não reativa, “o esqueleto” e por uma parte reativa, o grupo funcional.

Os hidrocarbonetos são substâncias moleculares binárias, pois são apenas formadas por carbono e hidrogénio. Quando na cadeia carbonada só existem ligações covalentes simples, trata-se de um hidrocarboneto saturado, caso existam ligações covalentes duplas ou triplas, entre os átomos de carbono, trata-se de um hidrocarboneto insaturado. Há dois grandes grupos de hidrocarbonetos: os hidrocarbonetos aromáticos (contêm, pelo menos, um anel benzénico) e os hidrocarbonetos alifáticos (não contêm nenhum anel benzénico e as suas cadeias carbonadas, podem ser abertas ou fechadas e qualquer delas pode ser ramificada (C3 ou C4) ou linear (C1 ou C2)).

Os explicadores do Quantum – Centro de Explicações de Lisboa, ajudarão os alunos a compreender estes conceitos e outros, como as nomenclaturas dos alcanos, dos alcenos e dos alcinos, esteres, aminas, polímeros e muito mais …

Peça informações e consulte os nossos preços, temos respostas pedagógicas para si …

Explicações de Cálculo Diferencial e Integral

Algumas Instituições do ensino superior denominam de Cálculo, ou mais apropriadamente de Cálculo Diferencial e Integral, a unidades curriculares cujos conteúdos programáticos são semelhantes, em outras Instituições universitárias e politécnicas, a despeito dos nomes desta ” cadeira ” divergirem para  mais vulgarmente, Análise Matemática I ou com menos frequência Matemática I. calculo integral

Números reais e números naturais, a utilização do método indutivo para demonstrações, sucessões, limite de sucessões, sucessão de Cauchy, estudo das funções reais de variável real, incluindo limites e continuidades das mesmas, diferenciabilidade, fórmula de Taylor, cálculo de primitivas, cálculo integral em R, integral de Riemenn, fórmulas de integração imediatas, por substituição, por partes, funções hiperbólicas, séries de potência, séries geométricas, critérios de comparação, séries divergentes e absolutamente convergentes, são entre outras ” matérias ” associadas às cadeiras de Cálculo Diferencial e Integral, Análise Matemática I ou Matemática I, as quais os estudantes terão que ultrapassar nos primeiros anos dos cursos de licenciatura que frequentam no ensino superior.

Os nossos explicadores já prepararam com êxito, imensos estudantes na realização da ” cadeira ” de Cálculo Diferencial e Integral, pois no nosso quadro integramos explicadores com experiência científica e pedagógica para tal.

Se deseja ser ajudado a ultrapassar as dificuldades inerentes ao Cálculo Diferencial e Integral, não perca tempo e solicite mais informações e consulte os nossos preços.

calculo

Explicações de Biologia e Geologia em Lisboa

A  disciplina de Biologia e Geologia está  inserida, como formação específica do Curso Ciêntifico-Humanístico de Ciências e Tecnologias  do  ensino secundário, sendo uma disciplina bianual (10º e 11º anos ou 11º e 12º anos).

Entre os objetivos da disciplina, segundo o Ministério da Educação, encontram-se no conteúdo programático, vertentes conceptuais, atitudinais e procedimentais.

 Abordaremos aqui, de forma genérica, não as finalidades e objetivos específicos definidos pelas autoridades educativas Portuguesas para a disciplina, mas os conteúdos ciêntificos subjacentes  à mesma, que os explicadores do Quantum – Centro de Explicações de Lisboa terão a preocupação pedagógica e didática de munir os nossos explicandos desta disciplina e que são em substância as necessidades de aquisição cognitiva.

Asssim os nossos professores terão o prazer de ajudar os alunos no que à Biologia, diz respeito, a abordar os processos de auto e heterotrofia nos seres vivos com distintos graus de complexidade, permitir o estudo dos sistemas vasculares como adaptações evolutivas dos seres vivos ao meio terrestre, compreender os processos de transformação de energia, incluíndo a utilização das vias aeróbia e anaeróbia, abordar os aspectos relacionados com a manutenção das condições do meio interno dos organismos perante as flutuações do meio externo ( estudo da termorregulação e osmorregulação nos animais e fito-harmonas nas plantas), entender a renovação celular, explicar o papel do DNA e da síntese proteica, estudar a reprodução como forma de transferir informação, explicar a evolução biológica, abordando o conhecimento sobre a organização biológica e a sistemática dos seres vivos.

No que concerne à Geologia, os explicadores do Quantum- Centro de Explicações de Lisboa, transmitirão conhecimentos, abordando os métodos de pesquisa e trabalho utilizados pelos geólogos, promovendo o entendimento das características muito especiais do planeta no qual habitamos, ajudar o aluno a compreender a estrutura e a dinâmica da geosfera, a explicar os subsistemas terrestre sólido e liquído e no qual se inclui reconhecer algumas rochas ( ardósias, arenitos, argilas,  carvões, calcário, dioritos, filitos, gessos, micaxistos, turfas, xistos … etc ) minerais ( calcite,  quartzo, micas etc ) e diversos fósseis.

Visite o  nosso site, consulte os nossos preços para Explicações de Biologia e Geologia

 

Explicações de Matemática

A matemática continua a ser uma disciplina em que grande parte dos alunos enfrenta dificuldades acrescidas.

Este fenómeno não é apenas, sensível no universo escolar Português e abrange genéricamente os alunos das escolas de quase todo o mundo (embora no nosso país esse fenómeno seja mais marcante), nomeadamente, nos paises desnvolvidos ou em vias de desenvolvimento.

Segundo as estatísticas oficiais, na União Europeia,  23% dos alunos do ensino básico, 68% dos alunos do ensino secundário e 31% dos estudantes do ensino superior, nos grandes centros urbanos, recebem explicações clássicas ou algum apoio complementar, no âmbito dos conhecimentos matemáticos.

As explicações presenciais e individuais em sala, são a melhor forma de ajudar os alunos a assimilarem com crítérios consolidados e pedagógicos, o conjunto de conceitos abstratos, porque numéricos, que refletem realidades insofismáveis.

A matemática requer por parte do aluno a apreensão sólida de conhecimentos teóricos que devem ser posteriormente testados ( cimentados ) em utilizações   práticas, isto é, a matemática necessita de pesquisa “laboratorial”.

Uma das formas erróneas, inscritas na pedagogia oficial do ensino da matemática a alguns anos a esta parte,  tem sido a  ” facilitação ” dos raciocínios, nomeadamente os raciocínios lógicos, enquadrando as experiências de jogos, meramente como interpretações de realidades, muito valorativas dos comportamentos e pouco adaptadas ao raciocínios em  contextos ciêntifico-sociais.

Por outro lado, esta facilitação do ensino de matemática, levaram os professores a utilizarem metodologias que repeliam e persistem ainda um pouco a repelir, o exercício de memorização, quando o treino de memorização, também, é essencial à nossa realidade objetiva.

Neste domínio, é exemplificativo, a permissão em sala de aula e fora dela, das máquinas de calcular, para resolução de problemas matemáticos, logo em tenra idade, como acontecia no 1º ciclo e 2º ciclo ( calculos aritméticos) ou mesmo já no 3º ciclo ( para ajuda a calculos matemáticos ).

A despeito da situação ter melhorado um pouco nos últimos anos, estamos longe, de um ensino-aprendizagem da matemática eficiente.

Essa realidade é ainda mais visível, quando alunos do 9º ano, com notas relativamente satisfatórias, ao passarem para o 10º ano de escolaridade, tem abruptamente classificações  negativas.

De facto a partir do ensino secundário o conteúdo programático e a exigência de conhecimentos da ciência matemática já não é tão facilitador e o impacto na consistência das bases de matemática (que deveriam estar cimentadas no ensino básico) é muito forte.

As explicações de matemática tem um papel muito importante na aquisição dos saberes, pois substituem (em todo o mundo), um ensino massificado na escola por um ensino personalizado e atendível às necessidades de competência específicas de um aluno concreto ( que não de uma turma).

O Quantum-explicações, ministra explicações de matemática, no sentido clássico e com excelente sucesso dos seus explicandos, por isso dizemos que temos respostas pedagógicas para si. Contacte-nos e informe-se sobre os nossos preços acessíveis para explicações de matemática do 1º ciclo, 2º ciclo, 3º ciclo e ensino secundário.

Explicações de Cálculo Financeiro

Os professores do nosso Centro de Explicações, irão transmitir aos seus explicandos técnicas de cálculo financeiro, por forma a que os alunos possam tomar decisões fundamentadas, quando o valor temporal dos fluxos financeiros se mostrem relevantes, como são os casos dentro outros, das aplicações financeiras ou da avalição de projetos de investimento.

Calculo Financeiro Lisboa

Para se desenvolverem competências no âmbito do cálculo financeiro, os nossos explicadores abordarão os principais regimes de capitalização ( simples , composta … ) e as regras de equivalência de capitais e de taxas, contemplando ainda o estudo das rendas e das regras para amortizar empréstimos quer obrigacionistas, quer de empréstimos clássicos.A resolução de exercícios que viabilize a aplicação prática dos conhecimentos teóricos adquiridos revela-se na unidade curricular de cálculo financeiro essencial, para a sua consolidação cognitiva, em definitivo.No plano teórico-prático deverão os professores e os alunos abordar as diversas temáticas da “cadeira” de cálculo financeiro nas quias pautamos a título indicativo, alguns exemplos como, capital, juro e tempo, caracterização de regimes de capitalização, diferentes conceitos de taxa de juro, taxas nominais, efetivas, equivalentes, proporcionais, liquidas e ilíquidas, correntes e reais, regimes de equivalência,  regimes de taxas de juro simples e composto, capitalização contínua, capitalização e atualização, rendas temporárias de termos constantes e de termos variáveis ( a variar em progressão aritmética e geométrica ), amortização de empréstimos, noções de avaliação de investimentos aspetos específicos de amortização de empréstimos obrigacionistas …Consulte os nossos preços e modalidades de explicações e contacte-nos,Temos respostas pedagógicas para si e parao seu sucesso na ” cadeira ” de Cálculo Financeiro.

Explicações individuais ou em grupo. Como escolher ?

AlunosAs explicações a alunos que frequentam o ensino educativo,  são como conceito  “clássico”, uma atividade em que um professor ajuda um estudante, de forma individual e personalizada, a recuperar conteúdos programáticos, a explicar matérias não apreendidas corretamente em sala de aula e a preparar testes, frequências ou exames.Portanto, o conceito genérico de explicações é o da explicação individual.

No entanto a crescente procura de explicações particulares em todo o mundo e também em Portugal, engendrou a necessidade de conferir ao universo estudantil a possibilidade de acesso a este tipo de serviços, não hostilizando aqueles cuja capacidade económica fosse mais débil.

Os Centros de Explicações, viabilizaram o acesso dos alunos de uma forma “democrática”  às explicações, criando explicações em grupo, a um preço mais acessível.

Lição em sala de aula

Lição em sala de aula

A questão que se poderá colocar é a de que ” será a explicação em grupo, tão rentável em termos de aquisição de conhecimentos como a explicação individual ?

Na maioria dos casos as explicações individuais são mais rentáveis que as explicações em grupo, apesar destas, em certas condições muito específicas poderem ser tão rentáveis como as individuais, dependendo da caracteristica dos alunos do grupo e portanto, com alguma aleatórieadade.

Explicações individuais

Releve-se, neste particular, que o grau de rentabilidade, das explicações em grupo, em termos gerais, vai diminuindo com o nível de escolaridade.

Se, ao nível do 1º e 2º ciclos de ensino as explicações em grupo assumem uma rentabilidade  muito satisfatória, e por vezes muito boa, quando alcançamos as explicações para alunos do ensino superior a probabilidade de queda da qualidade das explicações pode ser acentuado.

Explicações em grupo

 

 

 

 

De facto, os alunos tem um ensino massificado nas escolas que frequentam, sejam elas dos ensinos básico, secundário ou universitário, nas quais as turmas podem atingir 30 alunos, sendo impossível os professores poderem dissipar dúvidas a muitos alunos em aulas de duração inferior a 2 horas.

As denominadas, aulas de apoio, ministradas nas escolas básicas e secundárias, tem-se revelado com uma produtividade abaixo da média, principalmente quando os alunos a apoiar são em número superior a três ou quatro, pois o professor não dispõe de tempo suficiente para explicar todas as dúvidas a todos os alunos presentes, quanto muito uma ou duas a cada um deles, ficando por dissipar muitas das dificuldades dos estudantes.

As explicações permitem o ensino individualizado, o que contrasta com o ensino massificado oferecido pelos sistemas educativos, por isso, aconselhamos os estudantes a escolherem as explicações individuais e no caso das condições económicas não possibilitarem essa escolha, a opção de explicações em grupo deve ser, em grupos de 3 alunos no máximo.

É isso que propomos e que praticamos no Quantum-Explicações.

Explicações de Gestão Financeira

A gestão financeira constitui uma ferramenta essencial  para os gestores,  executivos e técnicos, no mundo atual.. A capacidade de entender as repercussões de cada decisão ou “alimentar” a informação para a tomada de decisões no âmbito financeiro é fulcral na vida e atividade das organizações. Os alunos das àreas económicas da gestão e Finanças, entre outras, necessitam de conhecer as ferramentas, estratégias e táticas necessárias para analisar e melhorar a dimensão financeira de qualquer decisão operativa numa empresa  ou organização ” latu sensus”.

Os professores do Quantum-Explicações, utilizarão métodos pedagógicos para a transmissão do conhecimento que permitam os estudantes do ensino superior compreender e consolidar, conceitos utilizando raciocínios e ferramentas,  inerentes à gestão financeira.

Entender vários tipos de mercados (monetário, câmbial, de capitais, de derivados, primário e secundário), instrumentos financeiros, títulos de rendimento fixo ( tipologia e características das obrigações, estrutura temporal das taxas de juro, avaliação e preço das obrigações, taxas de rendimento), títulos de rendimento varíavel ( tipologia e característica das acões, avaliação das ações pelos dividendos, múltiplos e avaliação por comparáveis, aumentos de capital e avaliação dos direitos), teorias da carteira e modelos de equilíbrio, custo de capital, risco, retorno e eficiênciados mercados financeiros, decisão de investimento em ativos reais, estruturas de financiamento e política de dividendos, avaliações de empresas, opções reais …

Para compreender esta temática financeira no âmbito da sua administração, os estudantes terão ainda de questionar-se  sobre outras ferramentas de aplicação e noções teóricas;

O que serão as operações de spot selling ? O que traduz o teorema da separação ? O que será a fronteira eficiente de Markowitz ? Para que servem os índíces de Treynor e Sharpe na avaliação da performance da carteira ? O que é e para que serve o modelo de Gordon ? Qual o significado de yield to maturity ?

…  e muitas outras perguntas, que os explicadores não deixarão sem resposta !

 

Contacte-nos e consulte os nossos preços, temos respostas pedagógicas para a sua preparação e o seu sucesso nos conhecimentos que deve possuir na disciplina de gestão financeira.

Explicações de Física e Química

Explicações de  Física e Química aos alunos do ensino secundário.Preparação para os exames nacionais e explicações visando o acompanhamento a aluno durante os testes intermédios e outros ou durante o ano letivo.fisica e quimica

O programa nacional tem o objetivo de formar os alunos nesta formação específica, em três componentes distintas: educação em ciência, educação sobre a ciência e educação pela ciência.São objetivos centrais para o Ministério de Educação, entre outros, o reconhecimento do impacto do conhecimento físico e químico na sociedade, ( o qual, releve-se, que sofreu um espantoso desenvolvimento no último século e em particular na última metade do século XX), a distinção entre conhecimento ciêntifico e não ciêntifico ( conhecimento empírico,  conhecimento tradicional … ).Por outro lado, pretendem as autoridades educativas nacionais que se criem nos alunos do ensino secundário, no âmbito desta disciplina, competências processuais, conceptuais, sociais, atitudinais e axiológicas.Pois, serão essas as linhas mestras dos professores do Quantum-Centro de Explicações de Lisboa, ao ministrarem explicações de física e química, abordando temáticas como as leis da termodinâmica, os mecanismos de transferência de calor ( condução e convecção ), o atrito e a variação da energia mecânica, a energia cinética, os equilíbrios e desiquilíbrios químicos, a acidez e a basicidade do H2O, concentração hidrogiónica e o PH, auto-ionização da água … e muito mais.Consulte os nossos preços e solicite mais informações em Explicações de física e química.

Explicações de Microeconomia

Explicações de microeconomia para estudantes do ensino superior.

O Quantum-Explicações oferece um serviço de explicações que lhe irá possibilitar compreender os fenómenos económicos dos mercados de concorrência perfeita, imperfeita e de monopólio.

Compreenda a teoria elementar do consumidor e da procura, a teoria do produtor e da oferta, elasticidades, a teoria das vantagens comparativas, a teoria da utilidade marginal, a estrutura de custos na oferta no curto e longo prazos e muito mais …

 

Considere  que  a  função  de  custos  total   de  produção  de  uma  empresa  é   a  seguinte:   CT = 0,04y3 – 0,9y2 + 10y + 5,   e  que  o  preço  de  um  certo bem  X  seja   Px = € 4,00.

Encontre o  nível  de  produção  que  maximiza  o  lucro  desta  empresa.

Em  seguida  estime  a  receita  e  custos  finais  da  empresa,  bem  como,  o  seu  lucro  total  e  unitário, ( Y= nível da produção ).

Resolução :

Consulte os nossos preços, para o ensino superior e peça informações adicionais se necessário.

Explicações de Contabilidade Financeira

Contabilidade Financeira é uma expressão técnica que sintetiza a utilização de normas e contas conformes, universalmente aceites e direcionados para a gestão financeira do capital aplicado, elaborando para esse fim , demonstrações financeiras, segundo princípios contabilísticos previamente definidos.

Nesta perspetiva a contabilidade financeira orienta-se, mais expressivamente, para fornecer informação para o exterior da empresa ou instituição ( acionistas ou sócios, entidades fiscais, potenciais investidores, credores, analistas financeiros, agências públicas e privadas de informação) do que preveligiar a informação mais especifica da atividade interna que concorre para a tomada de decisões de gestão tática ou estratégica.

No entanto, não é justuficavel que o custo de manter uma contabilidade completa ( livro, diário, razão, inventário, conciliações, etc ), para obedecer às exigências das autoridades públicas ( principalmente fiscais), que não deva ser utilizada para algumas informações relevantes, que de outro modo seriam desperdiçadas pela instituição se encarasse a contabilidade financeira como mero cumprimento legal.

A utililizção de registos numéricos de índole contabilístico remonta à antiguidade. Na Suméria, Babilónia e Assíria, registavam-se numéricamente as colheitas e o gado. Os Fenícios que controlaram o comércio no mediterrâneo, registavam, tambêm, o volume de peças vendidas. Os romanos tambêm utilizavam registos para ter conhecimento da quantidade de homens livres e de escravos. O exército romano mantinha registos meticulosos sobre o dinheiro gasto nas campanhas de guerra, mercadorias e transações realizadas. No Egipto a contabilização foi levada ainda a um grau mais profundo, pois os gestores das propriedades mantinham contas sobre a produção e as vendas da produção, pagamentos aos trabalhadores, utilização de animais e despesas.

Quando a economia monetária substituiu a economia de trocas, a contabilidade tornou-se mais complexa.

Ao passo que, anteriormente, um único registo de contabilidade registava apenas dinheiros devidos aos credores e aqueles devidos aos devedores, a nova contabilidade de dupla entrada, regista um “débito” e um “crédito” para cada transacção.O sistema permitiu alertar os comerciantes sobre os seus stocks, que poderiam ser furtados pelos seus funcionários ou agentes sem o seu conhecimento.
Apareceram, mais tarde, algumas melhorias como o resumo das contas realizado uma vez por ano sob a forma de um Balanço.

O primeiro Balanço semi-público foi alegadamente submetido pela East India Company na Assembleia Geral da empresa em 1671. A publicação e a auditoria dos Balanços foram tornadas obrigatórias em Inglaterra em 1844, com a aprovação da Bank Charter Act. Refinada como é hoje, a contabilidade de dupla entrada regista as entradas e as saídas de um valor envolvido em cada transação.

Os explicadores do Centro de Explicações de Lisboa para alêm de explicarem os conceitos básicos e introdutórios da contailidade ( bens, direitos, obrigações, património e elementos extra-patrimoniais), ajudarão o aluno a entender as contas do SNC e a sua movimentação, a construir as demonstrações e mapas financeiros, a fechar contas a entender o cicço finaceiro, financiamento com capitais alheios, imparidades dos investimentos financeiros, de ativos fixos E e de dívidas a receber, revalorizações de ativos …  muito mais.
Consulte o nosso site,  verifique os nossos preços e contacte-nos, pois temos respostas pedagógicas para o seu sucesso na unidade curricular de ” Contabilidade Financeira”.

Explicações de Economia

Explicações de Economia para preparação dos exames nacionais do ensino secundário ou acompanhamento dos alunos no decurso do ano letivo, no nosso Centro de Explicações de Lisboa, localizado na Av. de Roma em Lisboa.Euro economia

O aluno de Economia no nosso Centro de Explicações, vai compreender e interpretar gráficos, classificar necessidades e bens, compreender o papel dos agentes económicos na atividade económica, diferenciar as três óticas de cálculo do produto ( produção, rendimento e despesa ) e calcular o PIB e o PNB  a preços de mercado e a custo dos fatores.

Explicações curvas da procura e da oferta

Ponto de equilíbrio económico de mercado

Os nossos explicandos vão entender, ainda, as leis e as curvas da procura ( demanda) e da oferta ( supply) e o significado do ponto de equilíbrio de mercado.

Muitos outros conceitos estão pautados no programa da disciplina de economia, os quais os explicadores do ” Quantum-Explicações ” irão ajudar o aluno a compreender, como inflação, deflação, indíce de preços no consumidor, rendimentos pessoal, disponível e ” per capita”, preços correntes e a preços constantes, concorrência perfeita e concorrência imperfeita ( oligopólos e monopólios e concorrência monopolística ), fatores de produção, lei dos rendimentos decrescentes e economias e deseconomias de escala, fluxos económicos ( reais e monetários ) entre os agentes económicos ( Empresas, Famílias, Instituições Financeiras, Estado e Exterior ), lei de Engel, curva de Lorenz, poupança, investimento, entesouramento, aplicação financeira, consumo, consumismo e consumarismo … e muito mais.

Consulte os nossos preços e solicite mais informação em Explicações de Economia.

Feliz Natal e bom ano de 2016

Em “the philosophy of christmas”, Stephen Law fala-nos do “desembrulhar dos presentes de natal” e do egoísmo psicológico, da possibilidade de sermos generosos ou do nosso ato de oferecer  é ” um reflexo social condicionado”,  levantando aqui um interessante problema moral. Mas há mais problemas morais no desembrulhar das prendas de Natal ?

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Como é que um consequencialista vê o problema? E um deontologista? O autor discorre sobre o problema de deus e a sua relação na época natalícia, expondo, para tal, alguns dos principais argumentos em torno do problema da filosofia, da religião e da existência de deus. O autor centra-se nos argumentos cosmológico e do desígnio.Claro que a sociologia do natal tem muito que se diga. Do ponto de vista da filosofia, os problemas são outros.

  O pensamento lógico pode levar-nos de A a B, mas a imaginação leva-nos a qualquer parte do Universo.

Albert Einstein

  

Só fazemos melhor aquilo que repetidamente insistimos em melhorar. A busca da excelência não deve ser um objetivo, e sim um hábito.

Aristóteles

Desejamos um feliz natal, e um bom ano de 2016, a todos os alunos, professores e suas famílias, sejam quem forem.

 

O objetivo da vida, é a felicidade